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Lá vem eles de novo: o grupo Brian Jonestown Massacre volta ao Brasil para mais uma sessão de transe imersivo na microfonia psicodélica do grupo liderado por Anton Newcombe – e se em 2023 o grupo lotou o Cine Joia, agora é a vez de povoar o Espaço Usine, novo nome do antigo Clash Club (R. Barra Funda, 973), na Barra Funda, em São Paulo. Dia 28 de novembro é a a data da primeira apresentação do grupo da turnê, passando em São Paulo antes de passear pelo Uruguai (dia 30, no MMBox, em Montevidéu), Argentina (dia 2 de dezembro no Art Media, em Buenos Aires) e Chile (dia 4, no Blondie, em Santiago). Os ingressos já estão à venda.

Phonica é o nome do novo espetáculo de Marisa Monte que, entre outubro e dezembro deste ano, passeia por parques de seis capitais brasileiras acompanhada de sua banda (ninguém menos que Dadi Carvalho no violão e guitarra, Pupillo na bateria, Alberto Continentino no baixo e Pedrinho da Serrinha no cavaquinho e percussão) e de uma orquestra de 55 músicos regidas pelo jovem maestro paulistano André Bachur. A primeira apresentação acontece no Parque Ecológico da Pampulha, em Belo Horizonte, dia 18 de outubro, seguida de passagens pelo Rio de Janeiro no Brava Arena Jockey, dia 1º de novembro), São Paulo (no Parque Ibirapuera, dia 8), Curitiba (na Pedreira Paulo Leminski, dia 15), Brasília (no Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano, dia 29) e terminando em Porto Alegre (no Parque Harmonia, dia 6 de dezembro). Os ingressos começam a ser vendidos em breve. Continue

Quinta passada Jeff Tweedy deixou seu salve pro Ozzy Osbourne ao mostrar uma versão solene, acústica e precisa de “War Pigs”, dos maiores clássicos do Black Sabbath, ao apresentar-se sozinho com seu violão na cidade de South Deerfield, no interior dos EUA. Assista abaixo: Continue

Ao passar pelo estúdio da rádio australiana Triple J., a sensação indie Soccer Mommy – nome de trabalho da norte-americana – Sophia Allison aproveitou a deixa para celebrar seus ídolos do Pavement, gravando uma ótima versão para o clássico “Gold Soundz” – dica do @boom1945 -, assista abaixo: Continue

O Belas Artes ficou pequeno nessa sexta-feira, quando a dupla carioca Mundo Vídeo mostrou a versão audiovisual do seu trabalho ao apresentar o Cine Mundo Vídeo dentro da sessão Trabalho Sujo Apresenta. Os dois guitarristas e vocalistas Gael Sonkin e Vítor Terra submeteram o público que lotou a sala de cinema à tradução visual de seus delírios musicais, empurrando cenas digitais de paisagens paradisíacas, fractais que se contorciam uns sobre os outros, imagens de videogame e outras referências caóticas para dentro de seu atordoo sônico em que canções praianas convivem com metal virtuosístico, melodias indies, solos e riffs desenfreados, obrigando todos a entrar de forma intensa em seu universo musical.

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Mais uma vez transformo uma sala de cinema do Belas Artes em uma apresentação audiovisual em mais uma sessão Trabalho Sujo Apresenta. Os convidados desta vez são a dupla Mundo Vídeo, que apresenta seu espetáculo Cine Mundo Vídeo no dia 25 de julho, ampliando para as imagens a sensação frenética e intensa de suas apresentações ao vivo. Se na era do doomscroling, onde somos condicionados à nos perder numa pilha de informações desconexas, a banda ativa todos os sentidos ao transformar esses tempos vazios de estímulos caóticos em uma sensação inevitável. Os ingressos já estão à venda neste link.

Agosto se avizinha e com isso já podemos anunciar as atrações de música da minha curadoria no Centro da Terra neste mês. Quem toma conta das segundas-feiras do mês é a grande Papisa, que volta aos palcos do teatro depois de anos, desta vez assumindo uma temporada chamada Em Brisas, em que chama, a cada semana, um novo convidado para explorar novas canções. A safra de shows começa dia 4, quando ela recebe a carioca Janine, numa apresentação em que as duas tocam guitarra. Dia 11 é a vez de receber Bobby Baq, que canta, faz leituras e declamações enquanto Papisa toca piano elétrico e faz programações eletrônicas. No dia 18 ela chama o baterista Arquétipo Rafa, que também toca baixo synth e percussão, enquanto ela reveza-se entre a guitarra, o sintetizador e o piano elétrico, encerrando a temporada ao lado de Paulo Miklos, dia 25, que canta, toca violão, baixo, sax e flauta transversal enquanto Papisa canta, toca violão, guitarra e piano. A primeira terça-feira do mês, dia 5, é da vocalista Marcela Lucatelli, que traz seus convidados escandinavos (o guitarrista e tecladista dinamarquês Lars Bech Pilgaard e o baterista norueguês Ole Mofjell para apresentar o projeto Necromancy, que dialoga entre a polirritmia, os cantos afrobrasileiros, o noise e o free jazz, contando com a participação do baixista paulistano Marcelo Cabral nesta apresentação. Dia 12 é a vez do paulistano Sessa começar a mostrar as canções de seu próximo trabalho no espetáculo Ensaio Aberto, em que chama mais uma vez o baixista Marcelo Cabral para o palco do teatro, trazendo ainda o baterista Biel Basile e a cantora Ina para mostrar o disco que lança até o começo do ano. Depois, dia 18 é a vez da musicista Lorena Hollander, do grupo Ushan, e do performer e vocalista Novíssimo Edgar apresentarem o projeto Hotel Shiva, em que misturam música e práticas ancestrais de cura sonora em instrumentos como o koto (harpa tradicional japonesa), kalimba, guitarra, sintetizadores e percussão. E encerrando a programação musical do mês na última terça de agosto, dia 25, recebemos o trio formado por Gabriel Milliet, Lucca Francisco e Stephanie Borgani no espetáculo Espaço Semelhante, em que encontram suas vozes, violões, teclados e flauta em atmosferas meditativas entre a música instrumental e a voz. Os espetáculos começam sempre às 20h e os ingressos já estão à venda no site do Centro da Terra.

O Led Zeppelin comemora o cinquentenário de seu maior álbum transformando Physical Graffiti em um disco triplo! Mas a reedição, feita pela gravadora Rhino (e já em pré-venda), programada para o dia 12 de setembro, ficou aquém do que se esperaria de uma obra tão mastodôntica, trazendo apenas quatro versões ao vivo no terceiro disco que incluíram no primeiro disco duplo da clássica banda setentista, sendo que duas delas nem são do período do disco. Live EP, que acompanha o novo Physical Graffiti, traz versões ao vivo para músicas do disco gravadas primeiro em Earl’s Court, no ano de lançamento do disco (“In My Time of Dying” e uma versão acelerada de “Trampled Under Foot”, cujo clipe foi antecipado essa semana) e depois em Knebworth, em 1979 (“Sick Again” e “Kashmir”). Além do disco ao vivo, a reedição ainda traz um pôster acompanhando o álbum triplo. Mas que fazem falta sobras de estúdios, mais versões ao vivo, fotos das gravações e um livro contando a história do disco (como a maioria das reedições costumam fazer), ah fazem…

Veja o clipe abaixo: Continue

Imagine você ter um show programado para fazer em Birmingham, cidade-natal de Ozzy Osbourne, no dia em que o inglês morreu. Foi o que aconteceu com Geordie Greep, que não pestanejou e fez sua banda tocar uma sequência de músicas do Black Sabbath e do próprio Ozzy logo no início de sua apresentação na casa noturna XOYO, na terça passada. O ex-Black Midi emendou um medley instrumental com “Symptom Of The Universe”, “War Pigs”, “N.I.B.”, “Paranoid”, “Sweet Leaf” e “Crazy Train”, cujos vocais ficaram por conta do próprio público. “É meio cafona falar esse tipo de coisa, mas é muito doido pensar que esses quatro caras fizeram essa música que mudou tudo vieram dessa cidade”, comentou logo depois da homenagem, dedicada a Ozzy. “Pensa nisso, você compra uma guitarra e vai ensaiar com a sua banda com doze anos de idade, toca essas músicas e parece que você tem superpoderes, é como se fosse mágica. E esses caras vieram dessa cidade, que não é exatamente Beverly Hills”. Não custa lembrar que Greep fez um dos grandes discos do ano passado (o ótimo The New Sound) e é uma das atrações que a Balaclava está trazendo para seu festival em novembro, quando toca antes de Yo La Tengo e do Stereolab.

Assista abaixo: Continue

Escolhi celebrar a vida do mestre só com músicas que ele gravou no Black Sabbath.

Ouça abaixo: Continue