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Show

National no Brasil

São Paulo já estava confirmado, e o Rio agora está querendo, pra quem se interessar. O vídeo acima eu fiz no show deles que eu fui em Lisboa, em 2008, na mesma viagem em que comecei a filmar shows…

Nesta sexta, George faria 68 anos.

Que cara.

Lissie + ?uestlove

Babee, sempre com um ás na manga.

Marcelo Camelo

Bem boa essa matéria do Ramon sobre o show de lançamento do disco do Jeneci no Rio, no mês passado. Ele consegue várias cenas boas, inclusive as que mostram que o Camelo tá babando no trabalho do cara e vice-versa. E ainda arranca do Jeneci que seu próximo disco vai ser uma onda mais Air (demais!) e que ele quer ser um “operário da música”, em vez de ficar ali, pagando de gênio, esperando a inspiração pintar. E o vídeo ainda tem pontas de Mallu Magalhães e Tulipa Ruiz.

Em maio! Tá lá no site do cara:

5/6/2011 Citibank Hall, Rio de Janeiro, BR
5/7/2011 Jaguariuna Rodeo, Sao Paulo-Jaguariuna Rodeo, BR
5/8/2011 Chevrolet Hall, Belo, BR
5/10/2011 Credicard Hall, Sao Paulo, Brazil
5/11/2011 Credicard Hall, Sao Paulo, Brazil

Quem não gosta de Creedence bom sujeito não é…

Espreguiça… Isso… Sem pressa…

A Inker tá confirmando o Superchunk na Virada Cultural, do dia 14 para o dia 15 de maio desse ano. Vi eles em outubro, no aniversário de 21 anos da Matador em Las Vegas e eles foram a única banda que passou o próprio som, em vez de chamar roadies – como todas as outras, seja Sonic Youth, Yo La Tengo, Belle & Sebastian ou Jon Spencer Blues Explosion. E também não custa lembrar que o Superchunk é a banda dona da gravadora Merge, uma das principais gravadoras indies do mundo, que acaba de faturar o Grammy de Melhor Disco do Ano – porque, nos EUA, o Arcade Fire é da Merge. Ou seja: os caras podiam estar cuidando da grana e em vez disso tão vindo pro Brasil. Tru.

E se você, como eu, estava lá no final dos anos 90 e presenciou sua mega turnê pelo Brasil, um conselho: o show é um incrível flashback para aquela época, uma vez que a banda parece não envelhecer – o baterista Jon Wurster, parece que rejuvenesce, é bizarro. Aliás, Wurster também é humorista (e dos bons, também o vi em Vegas, apresentando uma das noites), não seria nada mal tentar uma apresentação dele em algum lugar, hein… São Paulo já está grandinha pra assistir a programas em inglês.

Clássica a turnê do Superchunk do fim dos anos 90, que passou pelo Rio, BH, São Paulo, Londrina, Piracicaba, São Bernardo, Recife e Brasília acho que Porto Alegre, pertencia a uma fase em que bandas gringas só vinham para o Brasil em grandes festivais – quando vinham. Na época, a Motor Music de Belo Horizonte agitava shows de bandas indies e alternativas norte-americanas e conseguia fazer giros pelo país que valesse a pena para os envolvidos. Como as bandas eram pequenas, sempre topavam. E o Superchunk foi a banda que inaugurou essa série de shows.

Naquele tempo o Trabalho Sujo era uma coluna de papel num jornal em Campinas e uma das brincadeiras que sempre fazia era mudar o logotipo da coluna. Como o Superchunk estava dando esse primeiro rolê pelo país, propus uma cobertura em várias cidades, com textos escritos por amigos meus e cujo logo do Sujo fosse “segurado” pela banda.

A foto é do Serjão. Que época, viu…

Sigo com a campanha, desta vez com a ilustre presença da Renata, que viu show dos caras na gringa. Fala Renata:

Dr. Dog é uma das minhas bandas favoritas. No mundo. Por isso, decidi aderir, com o coração cheio de esperança, a campanha do Matias.

Em 2008 eu tive a sorte de ver um show deles em Chicago, em um dos palcos do Lollapalooza montado perto de um barranco cheio de árvores no Grant Park.

Não sei se foi toda aquela “vibe festival”, com o pessoal vendo o show tomando sorvete em um daqueles dias ensolarados sem nenhuma nuvenzinha no céu, mas a experiência foi incrível. E linda.

Foram 14 músicas em pouco mais de uma hora e o show foi cheio de hits. Bom, pelo menos pra mim. É por essa e outras que faço aqui meu pedido por um show do Dr. Dog no Brasil. E pode ser em qualquer lugar – desde que eles toquem “Today”.

Ha-ha.

Esse show rolou no ano passado, mas só agora os vídeos começaram a aparecer…

Olha essa jóia que o Ronaldo descobriu

Sem exagero: isso é tipo assistir aos Beatles tocando as músicas do Sgt. Pepper’s ou do Magical Mystery Tour ao vivo. Sério – e é sem o Liminha ainda. Ele conta mais em seu recauchutado blog.