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Show

É real: o Olivia Tremor Control voltou a existir para além dos shows que fez na Elephant 6 Holiday Surprise Tour no início do ano (vídeo abaixo), e já anunciou turnê pelos próximos meses, que culmina no All Tomorrow’s Parties curado pelo Jeff Mangum, na Inglaterra no final do ano (não confundir com o festival I’ll Be Your Mirror curado pelo Portishead – que chamou o Mangum – que acontece em outubro, nos EUA). Reativou o site, criou página no Feice e vai relançar dois de seus clássicos (ambos top 100 aqui em casa), Dusk at Cubist Castle e Black Foliage em edições cheias de extras e sobras. Que delírio.

Agora é só esperar pelo disco novo.

E isso que eu nem sou lá tão fã do Ride, mas tá valendo…

Será que tem a íntegra de algum show da turnê do Screamadelica desse ano, pra ficar no aquecimento?

Demais essa onda de shows inteiros no YouTube, hein… Olha o primeiro show do Rage Against the Machine, por exemplo, que pérola!

E aproveitando essa onda de shows inteiros no YouTube, Bruno descolou a íntegra do show do Nirvana no Hollywood Rock, em 1993. Me lembro direitinho de assistir isso pela TV e lamentar não poder ter ido.

Demais, demais.

comprou o ingresso pro show?


Foto: This is Fake DIY

Mais um da série “aproveitem enquanto o YouTube não tira do ar”. Repare que o vídeo foi feito no esquema Projeto Rain Down – com imagens feitas por todo mundo que estava lá.

Setlist arrebatador, com foco pesado no último disco:

“Lotus Flower”
“15 Step”
“Morning Mr Magpie”
“Little By Little”
“All I Need”
“Separator”
“Give Up The Ghost”
“Weird Fishes/Arpeggi”
“Staircase”
“I Might Be Wrong”
“Bloom”
“Reckoner”
“The Daily Mail”

Bis:
“Street Spirit (Fade Out)”

E já lanço aqui a dúvida: quem vai trazer o Radiohead pro Brasil de novo?

Nem a diva acreditou que estava fazendo um tributo à Amy, no show que deu em Nova York na quarta passada…

Foi alto. Muito alto. Poderia ser mais alto (claro, sempre pode), mas a massa sonora dos três sujeitos no palco literalmente move as pessoas.

E foi preciso. Guitarras, bateria, berros, gaita, theremin, saudações para o público, “São Paulo” gritado no meio das músicas sem soar piegas, coro da galera, mãos pra cima, muito suor, pouca luz.

Show de roque – como se o Mick Jagger não tivesse nascido para o estrelato, apenas para o rhythm’n’blues. Por alguns instantes o Bourbon perdia sua cara de Moema e parecia estar no meio de uma Augusta utópica, à moda antiga.

Impressionante como Jon Spencer parece ter caído na fonte da juventude. Dez anos mais velho que eu, aparenta e move-se como se tivesse dez anos a menos.

Memorável.

O Marcus, que trabalhou comigo no Link e agora tá no G1, entrevistou o Ernest Greene e perguntou sobre o Brasil. Ele disse que vem no início do ano que vem. Massa. E pra não perder o costume, mais um vídeo dos caras, esse feito pelo Guardian.

O Edmundo me perguntou outro dia e o Chuck twittou na calada da noite:

Ah, ele sabe de algo que nós (ainda) não sabemos. Aí tem.