Música nova dos caras, “Fez-se Cristo”. Dá pra baixar abaixo.
E depois tem o vídeo que eu fiz deles quando eles tocaram essa aqui.
O show tá chegando…
É esperar pra ver.
A Frá discotecou no show da Amy no Brasil e deu um depoimento sobre a experiência para o G1.
O clima era o mais tranquilo possível. Vi o show de Amy ao lado dos músicos da Janelle Monáe e de Mayer Hawthorne, todos encantados por estarem ali. Se não fosse Amy e o resgate do soul old school originado por ela e Mark Ronson dificilmente eles teriam surgido no mapa musical (nem Adele, nem Duffy etc etc). Hawthorne chegou a tuitar: “Back to Black’ é uma das melhores músicas de nossa geração”. Quem ousa discordar?
Encontrei nos bastidores o Pinguim (Djamir), brasileiro que é roadie do CSS (Cansei de Ser Sexy), foi morar na Inglaterra e estava na equipe de Amy. Falou que ela é uma das artistas mais doces e generosas com quem ele havia trabalhado e que tratava com os músicos e equipe diretamente, não através de um produtor e empresário. Disse que construiu uma guitarra especialmente para ela e que ela ficou extremamente feliz. E que ela não era tudo aquilo de ruim que a imprensa pintava, que havia muito exagero.
Confira a íntegra no site.
Marcelo Frota lança, em São Paulo, o novo disco do Momo, Serenade of a Sailor, nesse sábado, no Sesc Pompéia. Vamo aí?
Acreditem: esse país já teve um artista chamado “Dudu França”.
Amy deu uma palhinha no show de sua protegida, Dionne Bromfield, três dias antes de morrer.
Aparentemente, tudo ia bem.
Preciso falar mais algo?
Tudo bem, eu falo: ficou massa.
Escrevi pro Divirta-se, do Estadão, sobre a expectativa para o show do Jon Spencer semana que vem.
Da máquina do tempo
Quando o Jon Spencer Blues Explosion se apresentou no Brasil pela primeira vez, não fui. Era uma das minhas bandas favoritas dos anos 90, mas uma confusão com agendas e horários me fez perder um show que, pelo que disseram, trouxe uma banda mais densa e menos elétrica do que a que conhecíamos. Seu líder ostentava uma barba pesada que fugia do visual rock’n’roll clean e bruto que caracterizava o som do trio. Por isso, quando fui vê-los ano passado no meio do festival de 21 anos da gravadora Matador, em Las Vegas (na festa do meu casamento), não esperava muita coisa – daí a surpresa ao ver um Jon Spencer em 220 volts, teletransportado direto de 1995. O outro guitarrista, Judah Bauer parece mais velho e o baterista Russell Simins engordou uns bons quilos. Mas, no palco, Spencer encarna um Mick Jagger utópico. Vê-los no Bourbon será genial.
Estou começando, devagar, a assistir a todos os Saturday Night Live, desde o início. E qual é a minha surpresa quando descubro que o clássico quadro abaixo esteve no primeiríssimo episódio do programa de humor…
Irrepreensível. Você deve lembrar do cover feito pelo Jim Carrey, no subestimado Man on the Moon.
Também é demais, mas não dá pra comparar com o original.





