Versão ao vivo da terceira música do disco novo dela:
Postei também pra avisar que o vídeo anterior, que tinha saído do ar, voltou a dar as caras;
É bem capaz que ela seja a maior artista de 2012, hein…
O cara tá só assistindo Slayer…
Se liga nessa Mini-Band que eu vi no Sicko…
Eles têm entre 8 e 10 anos…
É bem óbvio imaginar que, em uns cinco ou seis anos, isso vai deixar de ser raro, uma exceção. Cada vez mais crianças começarão a tocar rock bem mais cedo, eis a bomba-relógio que o lado comercial do rock’n’roll (assumido como atitude a partir dos anos 80) não contava. Ou seja, se antes dos dez anos você já tocava covers de Muse e do Metallica, que tipo de música você estará fazendo aos dezesseis? Quais valores serão contestados?
O futuro é tão brilhante que eu preciso de óculos escuros.
Sim, dois eventos da minha semana passada colidiram na quinta-feira, quando o homem-Neutral Milk Hotel tocou no meio dos manifestantes do Zuccotti Park.
De chorar.
Mais Wilco!
Stevie Wonder
Fiz um exercício de eliminar o Rock in Rio da minha vida e me senti como se não acompanhasse uma novela, um reality show, um campeonato de futebol – e olhando assim à distância é fácil perceber, pela escalação e natureza do evento, o quanto que o mainstream do pop caminha sozinho, na inércia, feito um zumbi – e carrega massas de zumbificados no embalo. Separei uma lista enorme de shows inteiros colocados no YouTube (essa moda nova), mas repare na natureza descartável e supérflua das bandas listadas, algumas jogando reputações inteiras na vala do “show pras multidões”. Separo o Stevie Wonder e Elton John como mestres desse mesmo mercado, idealizado entre os anos 70 e os 80 (não por acaso a época em que os dois artistas se consolidaram como hitmakers), mas repare como é possível viver completamente alheio a esse tipo de música. Isso porque eu não precisei listar Ivete Sangallo, Sepultura, Angra ou Capital Inicial, só pra ficar nuns exemplos mais óbvios.
Elton John
Enquanto isso, na Rússia…

