AM e Shawn Lee, senhoras e senhores!
Creedence pra exorcizar esses tempos de passaralho.
Haters gonna hate.

Foto: Gary Stafford.
Mais um capítulo da série Damon Albarn é um gênio – ano passado ele reuniu nada menos que dois ex-Clash – Mick Jones e Paul Simonon – no mesmo palco, os transformando em parte da banda de apoio de seu projeto animado, o Gorillaz.
Abaixo, os dois comentam a experiência. É o mais próximo de uma reunião do Clash, que jamais aconteceu.
E o Paul Simonon curtiu tanto o visual marinheiro, que foi parar em um dos barcos do Greenpeace, como assistente de cozinha à paisana. Simonon quis ajudar à causa mas suas credenciais no mundo do rock tiveram de ser escondidas para não causar tensões a bordo – e foi indicado para um dos trabalhos mais subalternos do barco, na cozinha, onde se virou bem. O baixista inclusive foi preso por ter participado de um ataque ao petroleiro Leiv Ericsson, na Groenlândia – e ficou retido por duas semanas. E, no mês passado, chamou outro de seus projetos com Damon Albarn – o The Good, The Bad & The Queen – para tocar no convés do barco em que trabalhava e revelar o seu disfarce.
Alguém podia estudar o impacto dessa visita (que aconteceu em 1988) na história do pop carioca.
Mini não tinha palavras pra descrever o show dos caras nessa quarta, no Opinião Ocidente, em Porto Alegre, só mandou o link do vídeo:
Vamo torcer pra ele escrever uma resenha.
Como não amá-la?
Duas vezes:
Ah, esse disco, viu…
O “uau” da menina não é à toa: como ele disse o próprio Lee Ranaldo contou à Rolling Stone, seu primeiro show sol aconteceu no dia seguinte ao anúncio do fim do casamento de Kim e Thurston.