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Show

Que domingo!

Já já eu falo mais sobre ontem… Por enquanto, deixo uns vídeos:

Tem mais aqui. E você, foi? Não foi? Que achou?

Não é só a gente que tá esperando por esse show, olha:

Ontem, na passagem de som, ele falou um pouco sobre a expectativa pra hoje:

E olha os horários dos shows desse domingo:

11h15 – King Grab
11h45 – Broth3rhood
12h15 – Sociopatas
13h15 – Banda Uó tocando The Smiths
14h15 – Garotas Suecas tocando Rolling Stones
15h30 – We Have Band
17h – The Horrors
18h30 – Franz Ferdinand

As três primeiras bandas são de alunos da Cultura Inglesa (não tenho nada a ver com isso, hehehe), mas da Banda Uó em diante a culpa é minha e do Lucio, que assinamos a curadoria do evento.


Olha o sol que abriu hoje…

Sacaram os horários, né? A lotação do Parque da Independência é de 20 mil pessoas e quando bater nesse número, ninguém mais entra. Por isso, a minha dica é chegar cedo. Não deixem pra ir de tarde, almocem e vão. Para quem não for de carro, outra dica é pegar o metrô. Tem mais informações sobre o evento neste infográfico:

E para entrar no clima tem esse Vida Fodona especial Franz Ferdinand que eu fiz na sexta e as inéditas que eles já estão tocando nos novos shows, além dessa aí embaixo, que não tava no post citado:

Vai ser sensacional esse domingo!

Paluga acaba de me mandar dois vídeos da apresentação que o Afghan Whigs fez ontem, no Bowery, em Nova York. O primeiro dá pra ver de longe, mas tá com o som bom:

Essse outro, no entanto, dá para ver de perto, mas tá com som ruim:

E a foto saiu desse Instagram. Enfim, a banda voltou mesmo. Quem vai trazer pro Brasil? Será que é o Terra.

Um fã editou o show de Paul na ilha da magia a partir dos vídeos feitos pelas câmeras dos inúmeros presentes no Estádio da Ressacada. O resultado você confere abaixo:

Senhoras e senhores, o guitarrista do Blur:

What’s wrong with me, what’s wrong with me, what’s wrong with me, what’s wrong with me, what’s wrong with me… até o infinito.

E eis a íntegra do show que Mallu Magalhães fez no programa de China na MTV, de onde saiu aquela música que eu postei outro dia aqui… E liberado pela própria MTV, vale o registro – lá vai:

Eu já havia falado do filme que o Felipe Narvaez fez com o Hurtmold pelo passeio que o grupo deu pela Bélgica no fim de 2011 – e Agatha Christie estréia na próxima sexta, dia primeiro, no Sesc Belenzinho, com sessão às 21h seguida de show do grupo. Os ingressos começam a ser vendidos na sexta dessa semana.

Afghan Whigs 2012

Eles aos poucos ensaiam sua volta… E tocaram nesta terça no programa do Jimmy Fallon. Além de tocar seu primeiro registro em anos, também recuperaram “I’m Her Slave”, do Congregation, que só foi mostrada via web:

Eles também tocaram a versão para “See and Don’t See”, uma groovzeira da Marie “Queenie” Lyons (saca só), que só consegui achar online nessa versão toscana:

A versão em estúdio, no entanto, já foi liberada para download, abaixo:

Continue

Alguma dúvida em relação a como o festival vai funcionar domingo? Olha o infográfico que a Cultura Inglesa preparou.

Tem mais informações no site do evento. Alguém tem mais alguma dúvida? Perguntaê.

E hoje temos o grande Zé Rolê a.k.a. Psilosamples no Prata da Casa. O show – de graça – começa às 21h e os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes. Vamos? Abaixo segue o texto que escrevi sobre o trabalho dele para o projeto…

Zé Rolê vem de Pouso Alegre, no interior de Minas Gerais, para acrescentar um ar rural e caipira antes impensável à música eletrônica brasileira. Pilotando um computador em que recorta e picota pedaços de sons para compor seus beats tortos – e estes trechos de áudio podem ser violas caipiras, sanfonas, pífanos, diálogos, vozes aleatórias, percussão acústica e artificial a sons puramente sintéticos e eletrônicos, tranformando seu trabalho solo – batizado de Psilosamples – numa espécie de visita alienígena à roça brasileira. Seu primeiro disco, Mental Surf, vem sendo cotado como um dos principais lançamentos de 2012. Mais psicodélico que dance music, o trabalho não abandona o ritmo, unindo a cadência da música de raiz à levada hipnótica que o coloca na prateleira da IDM de artistas como Aphex Twin e Autechre – mas numa versão brasileira e sensivelmente matuta.