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Alguma dúvida sobre qual vai ser o evento indie brasileiro do ano?

Quem cravou foi o Lucio, que só não fechou apostou na data exata – que parece que ficará entre o dia 28 e 29 de novembro. A boa notícia é que vai ser na Via Funchal e fora de festival. Resta torcer pra não custar os olhos da cara.

Vamos assistir à transformação de uma banda? A partir de seu recém-lançado Lóvi (download gratuito aqui, dá pra ouvir o disco aí embaixo também), o Dead Lover’s Twist Heart de Belo Horizonte começa a explorar as profundezas dos ritmos do Brasil, com o lançamento de seu segundo disco hoje, no Prata da Casa.

O show começa às 21h e os ingressos, gratuitos, começam a ser distribuídos com uma hora de antecedência no Sesc Pompéia. Abaixo, o texto que escrevi sobre a banda para o projeto:

Minas Gerais, no imaginário brasileiro, remete a paisagens pastoris, clima bucólico e espírito artesanal. Mas sua capital, Belo Horizonte, passa longe desta descrição – é uma pequena metrópole com o espírito urbano característico de qualquer grande cidade do planeta. Por isso é inevitável que a música que caracterize a cidade seja elétrica e moderna. Neste sentido, a banda que melhor representa essa face da capital mineira é o quarteto Dead Lover’s Twisted Heart, o grupo que mais lota o inferninho rocker local chamado A Obra. O grupo exibe influências que vão desde o rock primal de bandas como Stooges e New York Dolls ao novo rock de bandas inglesas e norte-americanos como Strokes e Franz Ferdnand, com alguma pitada de folk e country, e é responsável por shows incendiários e apaixonantes, que já são clássicos da cena independente mineira. Seu primeiro disco – DLTH – foi lançado em 2010 e a banda aos poucos prepara-se para lançar seu novo trabalho, com participações de nomes tão diferentes quanto Graveola e o Lixo Polifônico e do bardo Odair José, e que marca uma nova fase para o quarteto, que agora também canta em português.

A dama da noite Ladyhawke e o coletivo indie I’m From Barcelona tocam sexta-feira em São Paulo no novo Cine Metrópole (Avenida São Luís, 187, no centro de São Paulo) – e eu descolei três pares de ingressos (um deles com direito a um kit Jack Daniel’s, patrocinador do evento) pra sortear entre as melhores respostas à pergunta que batiza o post. Duas atrações bem diferentes mas que podem funcionar bem na mesma noite – qual é a sua favorita e por quê? Deixe seu nome completo e email que até a quinta-feira você saberá se ganhou os ingressos. Mais informações sobre o show no site do Playbook.

Não vou no Prata da Casa de hoje porque vou ao Rio acompanhar o Prêmio Multishow – mas com muita pena de não poder assistir ao show do Café Preto, projeto dub do grande Bruno Pedrosa e do Canibal dos Devotos do Ódio. Você já sabe o esquema do Prata, no Sesc Pompéia, né? A partir das 20h os ingressos, gratuitos, começam a ser distribuídos e o show começa pontualmente às 21h. Abaixo, o texto que escrevi sobre o Café Preto para o programa.

O que acontece quando um dos DJs mais promissores de Recife encontra-se com uma lenda do hardcore pernambucano? A banda Café Preto é fruto dos primeiros experimentos que o DJ e produtor Bruno Pedrosa começou a realizar no meio da década passada, quando se dedicou a levar a música de nomes da nova cena pop do Recife para o mundos dos remixes. Em 2006, lançou Transformer, disco que retrabalhava a obra de nomes familiares dos amantes da nova música pernambucana (Silvério Pessoa, Bonsucesso Samba Club, Eddie, Mombojó, Mundo Livre S/A, DJ Dolores, Erasto Vasconcellos). Foi quando encontrou Cannibal, vocalista e fundador do Devotos do Ódio, a principal banda de hardcore do estado e um dos principais nomes da cena punk brasileira desde os anos 90. Ele já vinha pensando em expandir seus horizontes para o lado da música jamaicana e em conversas com Bruno criou o Café Preto, dedicado inteiramente à vertente mais psicodélica da ilha de Bob Marley, o dub. O grupo ainda conta com a presença do produtor e músico Pi-R, que fazia parte da banda experimental eletrônica Chambaril, entre outros instrumentistas, e teve o primeiro disco mixado por Victor Rice, talvez o principal produtor do gênero no Brasil. O primeiro disco, já disponível para download no site da banda, conta com participações especiais e a capa assinada por Jorge du Peixe, da Nação Zumbi, e H.D. Mabuse, o “ministro da tecnologia do mangue beat”.

Outra participação no programa norte-americano do fim de semana (além da do Psy), foi a do rapper e produtor (e dono de um dos melhores discos de 2012) Frank Ocean. Apresentado pelo mestre de cerimônias da semana, Seth MacFarlane (criador do desenho Uma Família da Pesada), Ocean apresentou duas músicas, “Thinkin Bout You”…

…e “Pyramids”, ambas com a presença do guitarrista John Mayer como convidado.

É incrível ver como é ampla sua área de atuação, ainda mais vendo-o ao vivo. É como se estivéssemos vendo o nascimento de um novo Prince.

Links do Bruno, valeu!

Dá pra ouvir todo o áudio de um showzaço que a banda de Anthony Gonzalez fez quarta passada em Washington lá no site da NPR. Muito foda.

De cabelos pretos, cantando “Video Games” e “Summertime Sadness” na Polônia. Só isso.

Via Lana Del Rey Brasil.

Tiago Gabriel linka, com precisão, mais flashes desse momento em que Mallu reencontra-se sozinha com o violão, ao mesmo tempo em que deixa o folk para trás.


Mallu Magalhães – “Me Sinto Ótima”

Mais vídeos abaixo.

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A decadência do Charlie Brown Jr. é meio parecida com a do Planet Hemp e a dos Raimundos, mas como o Chorão consegue ser ainda mais falastrão que todos os integrantes das outras bandas juntos, de vez em quando pintam uns papelões como esse:

E o cara gritando “Magnata” o tempo todo, é claque? Via na Zero Hora

Updeite às 19h21: Chorão publicou um vídeo pedindo desculpas pela falta de educação com o baixista. É uma evolução, temos que convir:

Na macia…

Se Assim Quiser from faq tv on Vimeo.