Encerrando a sessão Trabalho Sujo Apresenta em 2019, tenho o maior prazer de receber o cantor e compositor paulistano Sessa, que traz seu elogiado disco Grandeza para um último show do ano nesta sexta-feira, no palco da Unibes Cultural, às 20h (mais informações aqui).
Lançado nesta sexta-feira, o acústico que nossa querida Courtneyzinha gravou na MTV australiana no final de outubro prova que ela é uma noventista temporã, uma autora indie clássica e que gravou um dos melhores discos ao vivo desta década…
…além de ter feito uma das melhores versões de todos os tempos para uma música do Leonard Cohen, com essa arrebatadora versão para “So Long, Marianne”.
Que mulher!
Sexta Trabalho Sujo num dezembro curto mas intenso: na próxima sexta, dia 13, recebemos as Rakta no Estúdio Bixiga, a partir das 21h, quando elas mostram seu disco mais recente, Falha Comum (mais informações aqui), e na última sexta-feira de atividades em 2019, é a vez de recebermos o guitarrista Lello Bezerra, que traz seu primeiro disco solo, Desde Até Então, no dia 20, também a partir das 21h (mais informações aqui). Dois discos intensos como este ano que certamente estão entre os melhores shows para ser vistos em 2019. Vamos lá?
Em mais uma participação no programa Metrópolis da TV Cultura, comentei sobre a edição deste ano da Sim São Paulo, que começou nesta quarta-feira e vai até o domingo. Dei dicas de shows que vão acontecer durante a semana, de Luedji Luna a Ava Rocha, passando por Sessa, Jessica Caitano, Nômade Orquestra, Saskia, Glue Trip, Brvnks, Mombojó, Vitor Araújo, Samuca e a Selva, Chico Bernardes, Bia Ferreira, Ana Frango Elétrico, entre outros.
Enorme satisfação de encerrar a temporada 2019 do Centro da Terra com o jovem grupo paulistano Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, que promove, nesta quarta-feira, dia 4 de dezembro, o happening Tá Todo Mundo Doido , às 20h (mais informações aqui). O acontecimento conta com as participações dos produtores Benjamim Sallum e Letricia e do trombonista e percussionista William Sprocati Tocalino (Teto Preto) e eu conversei com a Sophia sobre a possibilidade de tentar entender o que pode acontecer nesta noite.
Continuando a última semana de programação de música no Centro da Terra, é um prazer receber o guitarrista, cantor e compositor paulista Guilherme Kafé, que traz seu espetáculo Muitas, Muitas Casas para o palco do Sumaré nesta terça, dia 3 de dezembro de 2019 (mais informações aqui). Guilherme traz as músicas de seu primeiro disco solo, lançado neste ano, e terá as participações da cantora Flor e do músico e cantor François Muleka. Conversei com ele sobre esta apresentação.
Imensa satisfação receber mais uma vez Marcelo Cabral no palco do Centro da Terra neste fim de temporada 2019. O músico e compositor paulistano, que apresentou a temporada de improviso livre Influxo Cabralha em abril deste ano, ele volta ao teatro do Sumaré reinventando seu único disco solo Motor, lançado no ano passado e que só teve duas apresentações ao vivo, nesta segunda-feira, dia 2 de dezembro, acompanhado de ninguém menos que Juçara Marçal e o guitarrista Guilherme Held, além de ter colagens livres feitas ao vivo pela artista plástica Manuela Eichner (mais informações aqui). Conversei com ele sobre a expectativa deste novo trabalho, sobre sua volta ao Brasil depois de morar um ano em Berlim e dos próximos trabalhos.
É sempre ótimo receber os Garotas Suecas, que desta vez trazem sua psicodelia brasilis na quinta edição da Sexta Trabalho Sujo no Estúdio Bixiga, nesta sexta-feira, dia 29, às 21h, mostrando seu disco mais recente Futuro do Pretérito, além de hits dos já clássicos Escaldante Banda e Feras Míticas (mais informações aqui).
E a última atração da minha curadoria de música no Centro Cultural São Paulo é o show que Liniker & Os Caramelows fazem nesta quinta, às 21h, na Sala Adoniran Barbosa (mais informações aqui).
Foi bom demais – obrigado a quem esteve junto.
Que prazer receber mais uma vez Tatá Aeroplano no palco do Centro da Terra, o primeiro pioneiro a desbravar o sonho coletivo Segundamente: uma temporada mensal com quatro shows diferentes de um mesmo artista, que inaugurou minha curadoria de música no nosso querido teatrinho das profundezas do Sumaré em março de 2017. O cantor e compositor paulista volta quase três anos depois trazendo o espetáculo Um Bride à Mãe da Lua, nesta terça, dia 26 de novembro (mais informações aqui), em que apresenta composições tão recentes que nem puderam entrar no disco que ele acaba de gravar e que será lançado só no ano que vem. Conversei com ele sobre o perrengue que inspirou esta apresentação e sobre sua volta ao teatro, onde tocará sozinho apenas com seu violão.









