O grupo méxico-paulistano Francisco El Hombre coloca toda pressão de seu Rasgacabeza, lançado no começo do ano, no palco da Adoniran Barbosa, no Centro Cultural São Paulo, neste domingo, às 18h (mais informações aqui)
3/10 – Kastrup– O percussionista carioca mostra seu Ponto de Mutação, a partir das 21h
6/10 – Francisco El Hombre – O grupo méxico-paulistano apresenta seu disco Rasgacabeça, lançado no início do ano, às 18h
12/10 – Febem – O rapper apresenta seu álbum Running a partir das 19h
13/10 – O Som Nosso de Cada Dia – O clássico grupo progressivo paulistano comemora seus 45 anos de carreira, lançando o disco de inéditas Mais Um Dia, às 18h
17/10 – Dialeto + Lucy – Duas bandas paulistanas de inspiração prog apresentam-se a partir das 21h
19/10 – Jair Naves + Acachapa – O líder do Ludovic mostra seu disco mais recente, o ótimo Rente, a partir das 19h
20/10 – Pin Ups + Miêta – O grupo indie paulistano lança a versão em vinil de seu novo álbum, Long Time No See, com abertura da banda mineira, às 18h
24/10 – Papisa + Yma – A cantora e compositora paulista lança seu disco Fenda com abertura da revelação paulistana, a partir das 21h
27/10 – La Leuca + Vítor Brauer – A banda catarinense mostra seu novo trabalho com abertura do líder do grupo Lupe de Lupe, a partir das 18h
31/10 – Música de Montagem – Sérgio Molina mostra o novo trabalho de seu grupo a partir das 21h
O compositor e percussionista carioca Guilherme Kastrup inaugura a programação de música de outubro do Centro Cultural São Paulo ao levar seu disco Ponto de Mutação ao palco da Sala Adoniran Barbosa nesta quinta-feira, a partir das 21h (mais informações aqui).
Como parte das comemorações dos 20 anos da Ybmusic, a série de encontros Sotaques YB inaugura as quartas-feiras com música no Centro da Terra e, durante o mês de outubro, traz apresentações ao vivo que promovem encontros inéditos entre duplas de artistas do elenco da gravadora (mais informações aqui). O primeiro deles acontece na primeira quarta do mês, dia 2 de outubro, e reúne a cantora sergipana Héloa com o compositor e guitarrista paraense Saulo Duarte, que já trabalharam juntos mas nunca dividiram o mesmo palco. Conversei com os dois sobre o encontro, além de pegar uma palavra com o capo da YB, Maurício Tagliari, sobre a escolha desta dupla.
Imenso prazer em trazer a curitibana Betina para o palco do Centro da Terra, quando ela revisita seu Hotel Vülcânia, lançado no ano passado, e inclui faixas de seu primeiro álbum, Carne de Sereia, de 2016, no espetáculo Imagética, que apresenta nesta terça-feira, inaugurando a programação de outubro do espaço (mais informações aqui). Além de renovar sua banda e receber a presença do glue trip Lucas Moura, que está produzindo uma faixa para o próximo disco da cantora (como ela me conta na entrevista abaixo), outra atração é a presença do artista visual Gabriel Rolim, cujas experimentações com luz e projeções refletem a natureza do título desta noite.
Um dos principais hubs paulistanos da nova música brasileira prepara uma série de eventos para celebrar duas décadas. Criada como estúdio e gravadora em 1999, a YBmusic comemora vinte anos de atividade em uma série de shows em que desfila sua história e seu elenco. Fiz a direção artística desta programação, que atravessará o mês de outubro em pelo menos cinco palcos da cidade, ao lado do fundador e capitão da gravadora, o músico, compositor e produtor Maurício Tagliari. Juntos pensamos em um série de encontros no Centro da Terra nas quartas-feiras do mês (uma série chamada Sotaques YB, que reúne nomes como Negro Leo, Iara Rennó, Nina Becker, Héloa, Saulo Duarte, Rogerman, Siba e Tika), em dois shows no Estúdio Bixiga (um com o próprio Maurício ao lado de Kiko Dinucci e Thomas Harres, outro com o rapper Zudizilla), um no Mundo Pensante (com a banda Samuca e a Selva recebendo Thalma de Freitas), um no Bona (com shows infantis dos artistas Fera Neném, Iara Rennó e Luz Marina) e um grande show reunindo vinte nomes que fizeram parte da história da gravadora, incluindo Luedji Luna, Nereu, Rodrigo Campos, Romulo Fróes, Guizado, Juliana Perdigão, Luca Raele, Marco Mattoli, entre outros). A Adriana de Barros detalha mais a programação em sua coluna no UOL. Vai ser foda!
O espetáculo A Nossa Onda de Amor Não Há Quem Corte, interpretado por integrantes da Gang 90 como Taciana Barros (voz e piano), Paulo Lepetit (baixo), Gilvan Gomes (guitarra), Beto Firmino (teclados e voz) e Michelle Abu (bateria), com a participação de convidados (Bianca Jordhão, Elô Paixão, Natalia Barros, Ian Uviedo e Rodrigo Carneiro), celebra a importância do ícone da new wave brasileira Júlio Barroso, morto há 35 anos, neste domingo, no Centro Cultural São Paulo, às 18h (mais informações aqui).
Dois tradicionais grupos paulistanos – de um lado, a força indie do grupo Firefriend, do outro a energia eletrônica do Anvil Fx – se encontram no espetáculo Fusion, quando os dois grupos apresentam seus trabalhos isoladamente para depois se reunirem no final, neste sábado, às 19h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
A artista e ativista Elisa Gargiulo fala sobre o disco Ventre Laico Mente Livre que será lançado em um show na Associação Cecília nesta sexta-feira (mais informações aqui). A coletânea reúne canções inéditas das artistas Mulamba, Juliana Strassacapa (em seu primeiro trabalho solo fora do grupo Francisco El Hombre), Luana Hansen, Brisa Flow, além do Dominatrix, histórico grupo de Elisa, e escolhe o aborto como questão central no feminismo atual, fazendo o tema ser cantado com sensibilidade e seriedade, como deve ser. “A música desenterra conversas que são enterradas nos silêncios cotidianos”, ela me explica na entrevista abaixo, “a política precisa de corpos que se mexem.”
O grupo paulista-potiguar Androyde Sem Par mostra seu álbum Ruínas de graça, às 19h, nesta sexta-feira, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).









