A musa australiana Kylie Minogue revisita o clássico “September” do Earth Wind & Fire em uma versão ao piano gravada pra BBC.
A escolha da versão foi literal, para reforçar a temático do discaço que ela acabou de lançar, Disco.
Se prepara.
Já que a pandemia mudou todas agendas, o New Order resolveu abrir 2021 lançando mais um disco ao vivo: o registro do único show que o grupo de Manchester deu em 2018, quando tocou no clássico palco do Alexandra Palace (o mesmo em que Nick Cave gravou sozinho seu Idiot Prayer). O grupo aproveitou o aniversário de dois anos do show, que aconteceu no dia 9 de novembro, para anunciar o novo disco, que virá em “múltiplos formatos” e não tem título definido ainda, mas deve ser lançado em abril do ano que vem. Para antecipar o lançamento, eles soltaram a versão do show para “Sub-culture”:
E o repertório do show original foi esse (incluindo esse bis Joy Division):
“Singularity”
“Regret”
“Love Vigilantes”
“Ultraviolence”
“Disorder” (Joy Division cover)
“Crystal”
“Academic”
“Your Silent Face”
“Tutti Frutti”
“Sub-Culture”
“Bizarre Love Triangle”
“Vanishing Point”
“Waiting for the Sirens” Call”
“Plastic”
“The Perfect Kiss”
“True Faith”
“Blue Monday”
“Temptation”
Bis:
“Atmosphere”
“Decades”
“Love Will Tear Us Apart”
A versão virtual do festival espanhol Bilbao BBk Live aconteceu em junho desse ano, mas esse set do DJ catalão John Talabot é eterno…
Um abuso, dizaê. Que mestre.
O jovem mestre Kiko Dinucci leva seu ótimo disco Rastilho à versão online do festival curitibano, num ótimo registro ao vivo feito por Luan Cardoso.
Eis a íntegra da apresentação do Metá Metá, a melhor banda do Brasil, dentro da programação do Sesc Ao Vivo, sexta passada. Não tem o apuro visual da direção da live que fizeram na Casa de Francisca, mas é Juçara e um microfone, Thiago e seu sax, Kiko e seu violão – não precisa de mais que isso pra que eles estremeçam o chão, sempre.
“Exu”
“Vale Do Jucá”
“São Jorge”
“Ossanyn”
“Atoto”
“Samuel”
“Trovoa”
“Sozinho”
“Let’s Play That”
“Na Multidão”
“Tristeza Não”
“Vias De Fato”
“Obá Iná”
“Obatalá”
Fiona Apple finalmente toca a obra-prima que lançou há um semestre ao vivo em público, dentro da programação do festival da revista New Yorker, que também teve a oportunidade de trazer um papo com ela. Foram só três músicas do impressionante Fetch the Bolt Cutters (“I Want You to Love Me”, “Shameika” e a faixa-título), queremos mais!
Nem bem nos atualizou com uma série de lançamentos ao vivo que está sendo lançada neste ano – além de finalmente agendar a data do segundo volume de sua caixa Archives -, Neil Young acaba de anunciar que seis de seus clássicos discos piratas serão lançados oficialmente pelo seu próprio selo, Shakey Pictures Records. A série Official Bootlegs começa a ser lançada no início de 2021 e ele abre os trabalhos com um registro de uma apresentação solo que fez no clube nova-iorquino The Bottom Line, no Village nova-iorquino, às duas da madrugada do dia 16 de maio de 1974. A apresentação, que será oficializada com o título The Bottom Line — Citizen Cane Jr. Blues, trouxe pela primeira vez ao vivo músicas que Neil Young lançaria dois meses depois, com a chegada de On the Beach às lojas. Além de músicas inéditas e versões para standards do folk como “Greensleeves” e “Roll Another Number”, traz versões tocantes para clássicos pessoais como “Helpless” e “Dance, Dance, Dance”. Como é um disco pirata, ele já pode ser ouvido online, embora sua versão oficial tenha uma qualidade fonográfica que faz jus às expectativas do autor.
Abaixo, a ordem das músicas desta apresentação – e Young ainda não revelou quais são os outros títulos desta sua nova série…
“Citizen Cane Jr. Blues”
“Long May You Run”
“Greensleeves”
“Ambulance Blues”
“Helpless”
“Revolution Blues”
“On The Beach”
“Roll Another Number”
“Motion Pictures”
“Pardon My Heart”
“Dance, Dance, Dance”
Os Beastie Boys liberaram a íntegra de seu último show, quando encerraram o festival norte-americano de Bonnaroo em 2009, apenas para este fim de semana, por isso aumente o volume. E ao contrário da maioria dos últimos shows, este não tem uma vírgula de melancolia – o grupo está com a energia no talo e o característico altíssimo astral, sem fazer ideia que um deles, MCA, não estaria mais entre nós em poucos anos, encerrando prematuramente a carreira do nosso trio favorito. O show repassa toda a carreira do grupo, que vai do hardcore ao soul jazz, passando por pedradas clássicas de rap (boa parte delas recriadas por Mix Master Mike, também afiadíssimo) e a participação inesperada do mano Nas. E quantas bandas conseguem fazer um bis tão forte quanto com “Intergalactic”, “Three MC’s and One DJ” e “Sabotage” e incluindo uma versão folk para um semihit punk deles mesmos? Que banda!
“The Biz vs. The Nuge”
“Time for Livin'”
“Super Disco Breakin'”
“Sure Shot”
“No Sleep Till Brooklyn”
“Shake Your Rump”
“Gratitude”
“Sabrosa”
“Egg Raid on Mojo”
“Body Movin'”
“Pass the Mic”
“Root Down”
“Too Many Rappers”
“Paul Revere”
“Ricky’s Theme”
“Something’s Got to Give”
“Tough Guy”
“Remote Control”
“So What’cha Want”
Bis:
“Intergalactic”
“Three MC’s and One DJ”
“Heart Attack Man” (com Country Mike)
“Heart Attack Man”
“Sabotage”
Que maravilha essa versão para “Waving, Smiling” que nossa musa Angel Olsen gravou quando passou pela capital francesa no ano passado para o canal La Blogothèque, música que ela só revelou esse ano quando mostrou as demos de seu ótimo All Mirrors no frágil e poderoso A Whole New Mess que lançou há algumas semanas.
Angel Olsen, Paris e um violão – que mais, né?
Fui entrevistado pela Camila, do site Brasil Econômico, sobre a possibilidade de volta de apresentações musicais ao vivo seis meses depois de declarada a pandemia e não acho nada legal a ideia de ter shows com público antes de termos domado o coronavírus – confere a íntegra da matéria aqui.









