E a segunda Noite Trabalho Sujo apresenta as quatro cavaleiras do pós-Calypso: Helô, Mari, Santa e Lu vão virar o Alberta do avesso com sua mistura de clássicos do amanhã com Top TVZ. É a Awe Mariah – que é cheia de graça e você conhece o refrão! Venha se esbaldar com elas que, se elas deixarem, eu ainda dou uma palhinha… Mais coordenadas sobre a festa no site do Alberta ou na página do evento do Feice – e dá pra mandar nomes pra lista de desconto até às 20h dessa sexta, no email noitestrabalhosujo@gmail.com. Vambora?
Ainda a USP…
Se você foi no Alberta sexta passada, viu que as Noites Trabalho Sujo prometem. Se você não foi, eis algumas fotos tiradas pela Helena Yoshioka (o set inteiro da festa tá no Flickr dela) e uma dica: a festa dessa sexta é com as meninas da Awe Mariah. Vai ser melhor ainda!
Um timelapse feito por Roberto Massao Kumamoto.
E como se não bastasse, mais uma novidade: a partir de hoje, as sextas do Alberta ficam a cargo deste que vos escreve. As Noites Trabalho Sujo serão dedicadas aos sets longos, a times e DJs que comandam a discotecagem como uma grande narrativa da noite, sem a pressa para tocar logo o hit da vez nem a pressão para tocar só mais duas músicas que daqui a pouco vai entrar outro DJ. Quem assina os flyers é o Claudio Silvano. Pra começar, vamos de Gente Bonita, porque faz tempo que a gente não toca um set comprido, como no início da festa, há cinco anos. Quem chegar antes das 22h não paga pra entrar e os preços ficam entre R$ 35 (na hora) e R$ 25 (com nome na lista – pra isso, mande seu nome pro email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 18h). Vai ser foda, hein…
A participação que o carioca fez no show do catarino-alagoano, semana passada, no Sesc Belenzinho, em São Paulo.
Realizado no Sesc Santo André sempre no início de dezembro, o Batuque é o novo nome festival que até há dois anos se chamava de Indie Hip Hop e que havia varado os anos 00 trazendo alguns dos principais nomes do rap underground dos EUA para São Paulo, além de consagrar toda a geração do hip hop brasileiro pós-Racionais. Em sua nova versão, o festival inclui elementos afro em seus ingredientes e ano passado trouxe um dos filhos de Fela Kuti, o Femi, que já havia tocado em São Paulo num Free Jazz, e que se apresentou na mesma noite que viu shows do Kiko Dinucci, da Anelis Assumpção, do Maquinado, do Takara e do Elo da Corrente. E pra edição desse ano, o produtor Daniel Ganjaman já antecipou, via Twitter, que o festival recebe, além de duas das principais revelações nacionais do ano (o próprio Criolo que Ganja produziu e o grupo Bixiga 70), dois dos principais nomes da história do rap: o MC Q-Tip, que fez fama no A Tribe Called Quest, e o DJ Prince Paul, produtor do De La Soul.
Nada mal…