Bem feito se o que você mais espera da vida é um videogame.
Corporations and organizations brainwashed generations of people to believe that they had no option. Go to school, go to the placement office, get a job, do what you’re told. The amazing reality of our time is this is no longer true. And yet. And yet few people are developing their alternative, building an external reputation and yes, even moonlighting on the weekends. When you have the option, not only does your confidence change, your work does as well.
Mais aqui.
Vamos atualizando o top 75 da semana – e a ilustra desta segunda parada é do Mini, que frisou que nasceu em 74.
- Phoenix – “Playground Love”
- Madeline Ava – “Oh Comely”
- Flaming Lips – “Sugarcube”
- The Bird and The Bee – “I Can’t Go For That (No Can Do)”
- Supercordas – “Índico de Estrelas”
- Lissie – “Pursuit of Happiness”
- Jeff Tweedy – “Spiders”
- Tulipa Ruiz – “Efêmera”
- Aloe Blacc – “Billie Jean”
- VersaEmerge – “American Boy”
- Julian Casablancas – “I’ll Try Anything”
- The Bird and The Bee – “Private Eyes”
- Tulipa Ruiz + Marcelo Jeneci – “Sabiá”
- Lobsterdust – “Say It Ain’t Flow“
- Andy Rehfeldt – “Smells Like Teen Spirit (Reggae Version)”
- Pavement – “Shady Lane”
- Gorillaz + Bobby Womack + Mos Def – “Stylo”
- Autotune the News – “Double Rainbow”
- Jamie Lidell – “The Ring”
- Thee Oh Sees – “Meat Step Lively”
- Darwin Deez – “Up in the Clouds”
- Music Go Music – “Warm in the Shadows”
- Tulipa Ruiz – “Brocal Dourado”
- Lady Gaga – “Paparazzi (Samba Rock remix)”
- Elba Ramalho + Trapalhões – “Cidade dos Artistas”
- Breakbot + Irfane – “Baby I’m Yours”
- Hall & Oates + Chromeo – “I Can’t Go For That (No Can Do)”
- Miike Snow – “Billie Holiday”
- M.I.A. – “XXXO”
- Of Montreal – “Coquet Coquette”
- Scissor Sisters – “Invisible Light”
- Franz Ferdinand + Marion Cotillard – “The Eyes of Mars”
- Britney Spears – “Telephone”
- LCD Soundsystem – “You Wanted a Hit (Soulwax Remix)”
- Kid Cudi – “Day’N’Night (Party Ben Remix)”
- A Roffle Meow – “The Fame Nasty”
- N*E*R*D + Nelly Furtado – “Hot N Fun”
- Bombay Bicycle Club – “Always Like This”
- Wale – “Freaks (Bird Peterson Remix)”
- Smiths – “Heaven Knows I’m Miserable Now”
- Xx – “VCR (Matthew Dear Remix)”
- Chromeo – “Night by Night (Midnight Conspiracy Remix)”
- Two Door Cinema Club – “Something Good Can Work (Twelves Remix)”
- Hot Chip – “Slush”
- Yeasayer – “O.N.E.”
- Aloe Blacc – “I Need a Dollar (Pristine Blusters & DJ Mulher ‘Millionaire’ Remix)”
- 80 Kidz + Lovefoxxx – “Spoiled Boy”
- Shiny Toy Guns – “Le Disko (Boyz Noise Remix)”
- João Brasil – “One Poker Touch”
- Miami Horror – “Sometimes (Bo$$ in Drama Remix)”
- Eagles of Death Metal – “Brown Sugar”
- Paul McCartney – “Birthday”
- Brazilian Beatles – Quando o Twist Apareceu”
- Alex Chilton – “Jumpin’ Jack Flash”
- Beck – “Need You Tonight”
- Los Hermanos – “Anna Júlia”
- Pacific! – “Hot Lips”
- JJ – “I Know”
- Paul McCartney – “For No One”
- Alex Chilton + Teenage Fanclub – “I Never Found Me a Girl”
- Passion Pit – “Tonight Tonight”
- Aloe Blacc – “Femme Fatale”
- Arnaldo Baptista – “Será Que Eu Vou Virar Bolor?”
- Siba + Cidadão Instigado – “Deus é uma Viagem”
- Beck – “Kangaroo”
- Cat Power – “Sea of Love”
- Lou Barlow – “On Fire”
- Jeff Mangum – “Oh Comely”
- Philip Selway – “By Some Miracle”
- She & Him – “Thieves”
- Grizzly Bear – “A Boy From School”
- National – “Bloodbuzz Ohio”
- Céu + Herbie Hancock – “Tempo de Amor”
- Phoenix – “Sad Eyed Lady of The Lowlands”
- Beatles – “Helter Skelter”
Vai lá, Vinícius.
O Vinícius respondeu bem à minha carta novellevagueana (mas fez uma outra brincadeira que eu prefiro nem postar aqui pra não dar azar). Vamos ao jogo!
Conversei com Dado e Bonfá sobre o futuro digital da Legião Urbana para esta edição do Link.
Legado digital
O grupo brasiliense foi o último grande nome da música brasileira a abraçar a web – e agora quer redescobrir sua história com a ajuda dos fãs
Quando entrevistei Renato Russo, dois anos antes de sua morte em 1996, em dado momento da conversa, o líder da Legião Urbana falou da vontade de lançar uma caixa com todo material do grupo que circulava entre os fãs via fitas cassete e de VHS em uma caixa chamada Material.
Completamente obcecado pela própria carreira, Renato já havia organizado os registros da banda brasiliense em dois momentos específicos: em 1987, no disco Que País É Este? – 1978-1987, quando resumiu a história da banda até ali como se fechasse um capítulo; e em 1992, no disco Música P/ Acampamentos, que reunia gravações ao vivo e faixas que nunca haviam entrado em disco.
A caixa chamada Material seria o terceiro momento. Mas o projeto foi abandonado e substituído pelo lançamento da caixa de CDs Por Enquanto em 1995, que compilava todos os discos da banda.
Sou da mesma cidade em que a banda foi formada e desde os anos 80 já eram conhecidos os registros não-oficiais da banda (leia nesta página). E, como qualquer fã do grupo, aguardava o momento em que essas gravações fossem lançadas oficialmente. Parece que agora, quase 15 anos após a morte de Renato, Material começa a dar sinais de que sairá do papel.
E a organização destes registros pode partir dos próprios fãs da Legião, que agora têm ponto de encontro garantido no site oficial da banda, aberto em fase beta no início do ano e que só agora foi lançado oficialmente. O motivo é o relançamento da discografia do grupo tanto em CD quanto em vinil, que finalmente foi agendado para o próximo mês de setembro.
“O Legiãourbana.com.br funciona como um site de relacionamentos”, diz o ex-baterista da banda, Marcelo Bonfá. “Não queríamos um site com biografia, discografia e fotos porque isso todo mundo tem. Então recorremos ao que ninguém tem: os fãs”. Assim, o site se tornou um grande repositório de material reunido pelos fãs – fotos, músicas e vídeos podem ser subidos no site por qualquer um que os tenha. Vale tudo: de ingressos de shows a matérias escaneadas e até fotos autografadas.
“E o site vai crescer muito ainda, pois é um ambiente de interação. A grande força da Legião são seus fãs”, explica o ex-guitarrista Dado Villa-Lobos. “O Renato sempre falava nos shows: ‘A Legião Urbana são vocês’”, lembra Bonfá, “e, do mesmo jeito que as letras da Legião são aberta à interpretação, o site é um estímulo à troca de informações entre os fãs. Afinal, a Legião acabou mesmo e a gente não tem mais nada para apresentar”.
Arqueologia
Mas e a caixa Material? “Era um sonho do Renato, uma caixa com outtakes, programas de TV, ensaios, músicas que não entraram… Mas isso depende de um trabalho quase arqueológico”. A banda até arriscou fazer isso, mas não teve paciência.
“A gente colocou um cara lá dentro da EMI para digitalizar o material e começaram a chegar coisas tipo 35 CDs de ‘Ainda é Cedo’, 40 e tantos CDs de ‘Faroeste Caboclo’… Porra, cara, eu não vou ficar ouvindo esse negócio. Isso é pra fã maluco, você não vai pedir para o cara que gravou isso ficar ouvindo tudo… Fora que eu acho que isso é material para internet, ninguém vai comprar tudo que gravamos”, lembra Bonfá. “Em algum momento eu tomava um vinhozinho, me empolgava, descobria algo legal e falava ‘porra, vamos lançar isso!’. Mas não pode ser assim, esse tipo de trabalho tem de ser feito de forma minuciosa, com carinho.”
“Mas as coisas no Brasil andam num ritmo muito lento, esse site está sendo cogitado há dois anos”, diz o baterista. “E aqui no Rio a gente ainda tem o fator 021, que parece que deixa as coisas ainda mais lentas”, completa o guitarrista.
E já que a ideia é abraçar o meio digital, por que não um Legião Urbana Rock Band? “Pois é, cara, toda hora eu falo disso”, conta Bonfá. “É inaceitável não ter um negócio desses com a obra que a Legião tem, ia ser uma brincadeira deliciosa pra todo mundo – e era o que ia salvar a editora e a gravadora”. “Seria lindo e simples”, conclui Dado.
‘Estou indo pra Brasília…’
Aborto Elétrico
A primeira encarnação da Legião Urbana era composta por Renato Russo e pelos irmãos Fê e Flávio Lemos (que depois fariam parte do Capital Inicial). Quase todas as faixas do Aborto Elétrico foram lançadas em discos da Legião ou do Capital, mas os registros da banda no início dos anos 80 seguem inéditos oficialmente.
Sala Villa-Lobos
A apresentação da banda no erudito Teatro Nacional, em dezembro de 1986, foi um passo importante na carreira do grupo. Também segue inédito.
Mané Garrincha
O fatídico show no estádio brasiliense em 1988 terminou em confusão – e depois disso a banda nunca mais tocou em Brasília.





