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Pop

Me caiu a ficha hoje de manhã: talvez esse seja o melhor ano da minha vida. E, junto com essa ficha, veio uma sensação de me livrar de um peso passado, como se tudo que tivesse vivido até aqui fosse uma espécie de fardo cujo aprendizado em carregá-lo tornou-o minúsculo, quase imperceptível (deve ter a ver com o papo das 10 mil horas do Gladwell). Mas vocês sabem que o meu mantra é o bom e velho “só melhora”, por isso não duvide do que vem por aí. Brindo o início dessa tarde, portanto, com essa do primeiro disco do Phoenix, de 2000. O pior já passou, o melhor vem aí. Feliz ano novo o tempo todo.

Kubrick e Alex

Criador e criatura: vi no blog do Fabilipo.

Cacete, que que aconteceu com o Do Amor? De versão brasileira do Vampire Weekend (embora a ascendência Titãs/Paralamas no começo seja inegável), o grupo abandonou a guitarrinha world music e abraçou seu lado mais indie retrô – ou pelo menos é o que parece que aconteceu nessa música “Chalé”, que saiu naquela coletânea Ao Futuro, que o Lívio organizou no Bloody Pop, e que foi pinçada pelo Dênis no In New Music We Trust. A música parece aquele indie rock dos anos 90 que tinha apreço pela new wave mais plástica – Devo, Cars, Blondie – e que nos deu artistas como o Weezer, as Breeders, o Velocity Girl, os Rentals, a Liz Phair, o Nada Surf e o Imperial Teen, por exemplo. E sem demérito – afinal, a música é beeeeem boa.


Do Amor – “Chalé” (MP3)

Chama-se “Bollywood” e é uma vergonha. E você achava que a volta dos anos 90 fosse uma coisa necessariamente boa…

Que Liz Phair?

Talvez você não lembre dela, mas era uma das principais artistas da Matador nos anos 90. Olha como ela era legal:

Incrível. Pattoli, claro.

Um código.

Daqui.

E aí, He Man?

Do Rafa.

Viver é foda

Do Weeds and Hips.

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