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O fim dos Replacements… de novo?

PaulWesterberg

Tava muito bom pra ser verdade. A turnê de volta dos Replacements, que levou 22 anos pra acontecer, pode ter terminado de forma abrupta nesta sexta-feira, durante a apresentação do grupo na edição do Porto, em Portugal, do festival Primavera. O líder e vocalista da banda Paul Westerberg após ter reclamado, durante o show, que o resto da banda havia ficado no hotel de tarde, em vez de passar o som: “Preguiçosos do caralho até o fim”, disse antes de espatifar a guitarra no chão.

Já já aparece o vídeo com essa cena, se alguém trombar com ele por aí, avisa. Vi no Pitchfork.

O final abrupto da turnê de retorno que estava até rendendo músicas inéditas também encerra o enigma das camisetas usadas por Westerberg durante os shows dessa turnê. Nos últimos dois meses ele sempre entrou no palco usando uma camiseta branca com uma letra pichada com spray colorido. As letras foram reunidas pelo página do Facebook Paul’s Shirt e a frase revelada foi: “I have always loved you. Now I must whore my past” (Eu sempre os amei, agora preciso prostituir meu passado”).

Spielberg e os irmãos Coen num filme sobre a Guerra Fria

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Tudo bem que é o Spielberg mais uma vez trabalhando com o Tom Hanks, fórmula de sucesso para o público norte-americano mesmo que o ator trabalhava com a versão B do diretor (Robert Zemeckis, com quem ele fez Forrest Gump e Náufrago). Mas Ponte de Espiões pode diferenciar das outras colaborações entre a dupla (O Resgate do Soldado Ryan, Prenda-Me Se For Capaz e Terminal) por contar ninguém menos que os irmãos como roteiristas. Não que dê pra perceber algo disso nesse primeiro trailer genérico, mas você sabe como são os trailers de hoje em dia

Mas é interessante perceber como este tema – espionagem – é um assunto cada vez mais recorrente nas produções recentes, não percebe?

Esse é o novo Mercenário?

Jason-Statham

Jason Statham é um dos meus atores de ação favoritos de todos os tempos – e o boato que talvez ele viva o Mercenário na próxima temporada do Demolidor melhora em 200% a nova safra de episódios, que já prometia… Falei disso lá no meu blog no UOL.

Noites Trabalho Sujo | 05.06.2015

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E eu volto à cabine da festa pela segunda sexta consecutiva, desta vez para abrir os trabalhos do início da era do frio, no mês de junho. E para desfilar a coleção de hits outono/inverno 2015, convoquei Leticia Ferroni e Anna Molly para disparar beats, grooves, riffs e refrões de levar a pista de dança à loucura. No cardápio, aquela velha coleção de hits de todas as épocas e gêneros musicais, do rock clássico ao R&B, do gangsta rap ao indie rock, da dance music à música brasileira, além de músicas deste ano que você nem conhece mas já sabemos que você gosta.

Noites Trabalho Sujo
com Alexandre Matias, Leticia Ferroni e Anna Molly
Sexta-feira, 29 de maio de 2015
Alberta #3. Avenida São Luís, 272. Centro.
A partir das 22h.
R$ 35 / R$ 25 (com nome na lista pelo noitestrabalhosujo@gmail.com)

Porque Susan morreu

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Jason Alexander, o George Costanza de Seinfeld, conta porque Susan, a personagem vivida Heidi Swedberg que era noiva de seu personagem, morreu no seriado – uma explicação tipicamente seinfeldiana que eu contei lá no meu blog no UOL.

A tautologia de The Wire

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Explica, Wikipedia:

A tautologia (do grego ταὐτολογία “dizer o mesmo”) é, na retórica, um termo ou texto que expressa a mesma ideia de formas diferentes. Como um vício de linguagem pode ser considerada um sinônimo de pleonasmo ou redundância. A origem do termo vem de do grego tautó, que significa “o mesmo”, mais logos, que significa “assunto”. Portanto, tautologia é dizer sempre a mesma coisa em termos diferentes.

Em filosofia e outras áreas das ciências humanas, diz-se que um argumento é tautológico quando se explica por ele próprio, às vezes redundante ou falaciosamente. Por exemplo, dizer que “o mar é azul porque reflete a cor do céu e o céu é azul por causa do mar” é uma afirmativa tautológica. Um exemplo de dito popular tautológico é “tudo o que é demais sobra”. Da mesma forma, um sistema é caracterizado como tautológico quando não apresenta saídas à sua própria lógica interna.

Pois alguém reuniu todos os exemplos dessa figura de linguagem na melhor série de todos os tempos, a soberba The Wire: