Noites Trabalho Sujo | 10.07.2015
Fotos: Natália Pires
Fotos: Natália Pires
Essa é a última semana para as inscrições na terceira edição do curso que coordeno no Espaço Cult, aqui em São Paulo. E para me ajudar a falar dos problemas e soluções da profissionalização musical na edição deste semestre do Ecossistema da Música no Século 21 reuni nomes que já passaram por edições anteriores (Evandro Fióti, Roberta Martinelli, Miranda, Fabiana Batistela, Marcos Boffa, Renata Simões, Mariana Piky, Mercedes Tristão e Tiê) a novos professores (Leonardo Lichote, Heloisa Aidar, Adriano Cintra, Fernando Dotta, Sarah Oliveira, Maurício Bussab, Tejo Damasceno e Rica Amabis) para contribuir ainda mais com o diagnóstico em aberto – e colaborativo – do que está acontecendo com a música desde a virada do século. As inscrições podem ser feitas até sexta-feira no site do Cult.
Roger Waters segue expandindo o muro de seus traumas de infância para todo o planeta e transforma o registro da turnê que fez com seu The Wall nos últimos anos em seu gesto mais superlativo a respeito do disco duplo que encerrou a fase clássica do Pink Floyd. O documentário Roger Waters The Wall será lançado no final de setembro e vem recolhendo elogios entusiasmados nas exibições que já rolaram. Além de cenas dos shows e dos bastidores também há entrevistas com Roger Waters no local em que seu pai foi assassinado durante a Segunda Guerra Mundial e no cemitério em que ele está enterrado.
Uma versão de uma das músicas mais clássicas da primeira fase do Radiohead aparece em uma versão de 1989, tocada pela banda que Thom Yorke tinha antes de montar seu grupo atual, chamada Headless Chicken. As guitarras indie dance têm um eco shoegazer e a música está no dobro da velocidade com que foi consagrada, a partir da gravação do disco The Bends, mas vale ouvir nem só pela curiosidade, mas também como prova de que é uma boa canção.
E uma das características da atual turnê de lançamento do ótimo disco que Taylor Swift lançou no ano passado é a presença de convidados em alguns shows (o show que vi teve Ed Sheeran, bleh). Sexta passada foi a vez da menina chamar ninguém menos que Abel Tesfaye, o produtor e MC conhecido como The Weeknd, pra dividir os vocais com o autor de um dos hits desse verão no hemisfério norte, a irresistível “Can’t Feel My Face“.
Não foi a única atração do mesmo show, quando ela reuniu Lena Dunham, Hailee Steinfeld, Lily Aldridge e Gigi Hadid para recriar os personagens do clipe de “Bad Blood” no palco:
Não achei vídeo disso, se alguém achar por aí, manda aê nos comentários.
A abertura do clássico seriado com Will Smith feita via Grand Theft Auto me faz volta àquela velha discussão entre cinema e videogame mais uma vez, lá no meu blog no UOL.
O que acontece quando você mistura o áudio do novo Mad Max com imagens do clássico da comédia Deu a Louca no Mundo? Se você for um ás da edição como este Ezequiel López a resposta é fácil: mashup magic!
Outra colaboração entre o Bo$$ in Drama e a Karol Conká mostra que a dupla ainda vai dar muito trabalho na pista. Depois de “Toda Doida“, “Lista VIP” nos apresenta ao Péricles deixando toda sua alma Chromeo brilhar (mesmo que essa gaitinha no refrão negue os anos 80) enquanto prepara o palco pra Karol chegar ainda mais marrenta. Aumenta o som!