Selvática para download
O terceiro disco de Karina Buhr já criou polêmica só pela capa – e agora pode ser baixado na íntegra, no site da cantora.
O terceiro disco de Karina Buhr já criou polêmica só pela capa – e agora pode ser baixado na íntegra, no site da cantora.
Lee Ranaldo passou por São Paulo com o eterno baterista do Sonic Youth, Steve Shelley, a tiracolo, mas Shelley preferiu esticar mais uns dias e nesta quarta dedica-se a uma jam session ao lado do Guilherme Valério (do Hab) e o do Fabio Kishimoto, ali na Associação Cultural Cecília, em Santa Cecília. “São músicas minhas, algumas inéditas e outras não. Arranjei essas faixas junto com o Kishimoto e fizemos três ensaios antes de ensaiar com o Steve. Metade das músicas foram compostas na guitarra e a outra metade na kalimba”, me explicou Valério por email. “Eu conheci o Steve da primeira vez que ele veio tocar em SP com o Lee Ranaldo, em 2013, acho. Eu estava trabalhando na produção desse show com a Desmonta Discos e quando ele foi embora me deu um cartão e disse ‘if you need a drummer, call me’. Coloquei aquele cartão na geladeira e ficava olhando e sonhando com aquilo, haha. Dessa vez, quando soube que eles viriam novamente, sugeri pro meu irmão, Luciano, que é produtor executivo da Desmonta, de tentarmos esse projeto. Ele topou na hora e sugeriu o Kishimoto, por saber que ele e Steve eram amigos de longa data. E foi isso, nossa única reunião pra tocar foi ontem e hoje nos apresentaremos.” O show vai ser registrado e pode ser lançado futuramente: “O que posso te adiantar é que o trio funcionou super bem e a ideia é levar esse projeto adiante.” O show começa cedo (às 21h) e a entrada na casa fica sujeita à sua lotação. Maiores informações na página do evento no Facebook.
Diva da música brasileira lança disco de inéditas gravado ao lado de nomes como Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Guilherme Kastrup no próximo fim de semana, dias 3 e 4 de outubro, no Auditório do Ibirapuera. No show, além da íntegra do novo disco (você já ouviu “Maria da Vila Matilde” e “Luz Vermelha” por aqui), serão revisitados clássicos da cantora em novas versões.
A Ana Dienstmann fez um belo post no Medium indicando como o Sonic Youth deu aos seus fãs uma pequena aula sobre arte do fim do século a partir das capas de seus discos:
“Certo dia eu percebi que, praticamente todo o meu interesse em arte contemporânea tinha sido criado e/ou melhorado pelas capas dos discos do Sonic Youth. E até hoje, geralmente quando me refiro a algum artista que eu gosto, complemento com ‘ele fez a capa do tal álbum do Sonic Youth’. (…) mesmo que você não goste da música, o Sonic Youth é definitivamente uma ótima referência para entender o mundo da arte contemporânea das últimas décadas.”
Dá uma sacada lá no post original. A imagem que ilustra esse post é uma das obras do norte-americano Mike Kelley, que foi parar na capa do Dirty, de 1992.
Escrevi lá pro UOL sobre o sistema informatizado de achados e perdidos do festival, além dos planos dos Medina para o futuro da marca.
Minha análise sobre o último dia do festival também é um balanço sobre o que se tornou o evento lançado há 30 anos – escrevi lá pro UOL.
A dupla inglesa AlunaGeorge foi chamada para tapar um buraco em cima da hora e conquistou fácil o público que veio ver A-ha e Katy Perry no Rock in Rio deste ano – escrevi sobre o show deles lá pro UOL.