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Centro do Rock 2017: Meu Reino Não é Desse Mundo

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O projeto de anarcogospel do Negro Leo é a principal atração do showcase que o selo carioca Quintavant faz no CCSP neste sábado dentro da programação do Centro do Rock, que ainda tem shows do Thiago Nassif (que apresenta o disco Três, que gravou com Arto Lindsay) e do Lucas Pires (que apresenta o espetáculo Hot On N’Aldeia Global). Mais informações sobre os shows, que começam às 19h, aqui.

A fase Berlim de David Bowie em uma caixa

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Seguindo a série de edições especiais da vida de David Bowie, é a vez de mergulhar entre os anos 1977 e 1982 do mestre morto no ano passado – escrevi sobre a caixa A New Career in a New Town no meu blog no UOL.

Mais uma caixa de discos vem dissecar outra fase de David Bowie. Depois de destrinchar a primeira fase de sua carreira na memorável caixa David Bowie Five Years (1969-1973), lançada em 2015, e de se aprofundar na fase de transição do artista no meio dos anos 70 na ótima David Bowie Who Can I Be Now? (1974-1976), de 2016, o mergulho no arquivo do artista que morreu no início do ano passado traz a tona a caixa A New Career in a New Town (1977-1982), que reúne as gravações da época em que Bowie mudou-se para Berlim, na Alemanha, até o disco que é considerado sua última obra-prima da fase clássica, Scary Monsters (And Super Creeps), de 1980.

São onze CDs (ou treze vinis) que reúnem reedições dos principais discos que ele lançou na época, como Low, “Heroes” (e o EP de mesmo nome, lançado em seguida com versões da música em alemão e francês), Lodger (em duas edições, sendo a mais recente com nova mixagem feita pelo produtor Tony Visconti), o duplo ao vivo Stage (também em duas edições), Scary Monsters e a coletânea Re:Call 3, reunindo músicas que só saíram em compacto neste período (incluindo a íntegra do EP Baal, com a trilha sonora que Bowie fez para a peça de Bertolt Brecht de mesmo nome. O título da caixa é o nome da última faixa do lado A de Low, que completou 40 anos no início de 2017.

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Entre as novidades da caixa (que ainda traz um livro de capa dura com 128 páginas) está uma versão mais longa, com quase dois minutos a mais para “Beauty And The Beast”, do disco “Heroes”, de 1977, que foi lançada originalmente num disco promocional lançado nos EUA.

Noites Trabalho Sujo em Sorocaba!

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As Noites Trabalho Sujo encerram o dia de hoje do festival Circadélica, em Sorocaba, que ainda tem FingerFingerr, Herod, Her, The Shorts e Boss in Drama. Começamos a tocar às 23h e depois retomamos à uma da madrugada até o final… E quem divide os CDJs conosco é a DJ local Gi Rossi, vai ser demais! Mais informações aqui.

Otto 2017: “Destino me namora”

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O galego pernambucano Otto começa a finalmente revelar seu Ottomatopeia, disco em que vem trabalhando desde The Moon 1111, de 2012, e o primeiro fruto do novo trabalho é a ótima “Bala”, que compôs com Pupillo, baterista da Nação Zumbi.

O Terno: “Inventei caminhos, me perdi…”

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Mais um clipe d’O Terno cheio de metalinguagens, “Nâo Espero Mais” é uma crítica e uma sátira à onipresença digital e ao excesso de informação dos dias atuais, além de divertido pacas:

Paralamas 2017: “Mas se já chegamos até aqui…”

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É boa a faixa “Sinais Do Sim” que batiza o próximo disco do grupo brasiliense Paralamas do Sucesso, cuja produção é assinada por Mario Caldato. É a primeira música inédita do grupo em oito anos.

Sinais do Sim sai no início de agosto e esta é sua capa, feita pelo Barrão, o mesmo artista plástico carioca que fez a capa do disco Hey Na Na, que o grupo lançou em 98:

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Arcade Fire ♥ Lorde

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O grupo canadense Arcade Fire passou pelos estúdios da BBC na semana passada e gravou uma boa versão para o primeiro single do novo disco da cantora neo-zelandesa Lorde, “Green Light” (embora o agudo que a cantora Régine Chassagne solte antes do refrão doa na alma).

E é claro que Lorde amou: “estou com um enorme sorriso idiota vendo minha banda favorita cantar uma música minha – a vida é selvagem às vezes”, twittou.

Régine é a estrela do clipe de mais uma música do disco Everything Now que o grupo acaba de lançar, com a boa “Electric Blue”:

Com isso já conhecemos cinco músicas do disco novo da banda: “Everything Now“, “Creature Confort“, “Signs of Life” e um trecho de “Chemistry” – o conjunto até agora dá um bom disco pop, mas não convenceu ainda… Vamos ver se eles têm alguma carta na manga até o disco sair.