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Centro do Rock 2018

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Mais uma vez celebramos o mês de julho com rock no Centro Cultural São Paulo em mais uma edição do Centro do Rock, com trinta atrações gratuitas em quinze dias de show na mítica Sala Adoniran Barbosa, um templo do gênero em São Paulo. Repetindo o sucesso do ano passado, o festival traz o melhor do novo rock brasileiro, reunindo bandas de norte a sul do país em shows de graça. São bandas de rock clássico, psicodélico, new metal, rock alternativo, hardcore, rock instrumental, noise, drone, pós-rock, rock progressivo, indie rock, shoegaze, pós-punk, entre outras variações do gênero de todos as regiões do país: do Ceará ao Rio de Janeiro, do Goiás ao Rio Grande do Sul, do Pará Paraná, do Mato Grosso ao Pernambuco, de São Paulo ao Rio Grande do Norte. A programação é a seguinte:

Quarta, 4, às 21h
Far from Alaska e Deb and the Mentals

Quinta, 5, às 21h
Giallos e Kalouv

Sábado, 7, às 19h
Papisa e Cora

Domingo, 8, às 18h
Stratus Luna e Bombay Groovy

Quinta, 12, às 21h
Oruã e Goldenloki

Sexta, 13, às 19h
Sky Down e Lava Divers

Sábado, 14, às 19h
In Venus e Mieta

Domingo, 15, às 18h
Gorduratrans e Def

Quinta, 19, às 21h
Black Pantera e Molho Negro

Sexta, 20, às 19h
Maquinas e Astronauta Marinho

Sábado, 21, às 19h
Carne Doce e Bruna Mendez

Domingo, 22, às 18h
My Magical Glowing Lens e Bike

Quinta, 26, às 21h
Macaco Bong e Odradek

Sexta, 27, às 19h
Picanha de Chernobill e Marcelo Gross

Sábado, 28, às 19h
Frieza e Basalt

Música contra a segregação

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Faço a mediação de uma mesa no seminário For All: Juventude e Conexões Musicais, que acontece nesta terça, no Auditório do Masp, a partir das 9h da manhã e conta com as participações de Carlinhos Antunes, Cris Lopes, Helena Isaksson Baeck e Julio Maluf. O seminário é organizado pelo Projeto Guri e há mais informações sobre o mesmo no site do projeto.

Dia 26/6, das 9h às 10h30
Música contra a segregação
A segregação é o componente principal em muitas das ficções distópicas do século 21, provavelmente por ser uma das mais terríveis representações da injustiça. Como a música pode ser usada para quebrar os limites do preconceito e levar as pessoas a entender aqueles de quem têm medo?

Palestrantes:
Carlinhos Antunes, cantor, compositor, arranjador e instrumentista. Possui 24 trabalhos publicados entre CDs, DVDs e documentários, frutos de suas andanças por 45 países reunindo músicos e instrumentos diversos. Atualmente, é diretor da Orquestra Mundana Refugi, que reúne 21 músicos de diversas partes do mundo – a maioria refugiados e imigrantes – e gravou um documentário que será lançado ainda em 2018. Sua atuação na Orquestra recebeu a chancela da Alto Comissariado da ONU para refugiados.

Cris Lopes, fundadora do Cidadãos Cantantes, coro com pessoas em situação de sofrimento mental que existe há mais de 20 anos e se apresenta regularmente na cidade de São Paulo. O coro ganhou o Prêmio Loucos pela Diversidade, do MINC. Psicóloga sanitarista, com formação em Psicanálise Infantil, é pesquisadora do Instituto de Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo em projetos de Inovação Social. É também docente e consultora para políticas públicas de potencialização em proposições de interface entre saúde, cultura, educação, arte e direitos humanos.

Helena Isaksson Baeck é uma das fundadoras do Songlines Sweden (vinculado à Jeunesses Musicales), projeto que oferece aos jovens refugiados na Suécia acesso a atividades musicais. Em 2015, quando a Suécia recebeu 35 mil crianças desacompanhadas de 81 países, a cineasta e jornalista especializada em direitos humanos largou a câmera para trabalhar com crianças e jovens. A organização sueca trabalha com coros, orquestras, bandas, escolas de música e festivais em todo o país, estimulando os jovens a se expressar através da música.

Julio Maluf é bacharel e Mestre em Música pela UNESP – Universidade Estadual Paulista. Atua como Regente do Coral Cênico Cidadãos Cantantes desde 1996 e é professor de música na Escola Municipal de Iniciação Artística de São Paulo (EMIA) e na ETEC de Artes de SP.

Alexandre Matias (mediação) cobre a área de cultura há 20 anos e colaborou com os principais veículos de comunicação no Brasil. Sua produção está centralizada no site Trabalho Sujo e atua como tradutor, DJ, produtor de festas e palestrante. É curador musical do Centro Cultural São Paulo e do Espaço Cultural Centro da Terra. Faz parte do conselho consultivo da Semana Internacional da Música de São Paulo, do júri de música popular da Associação Paulista de Críticos de Arte e presta consultoria para o Prêmio Multishow de Música Brasileira.

Indo pra Brasília

picnik2018

Chego neste fim de semana na minha terrinha pra conferir a edição deste ano do PicNik, que tem Curumin, Anelis Assumpção, Rakta, Garotas Suecas, Tulipa Ruiz e muito mais (mais informações aqui).

Noites Trabalho Sujo | 16.6.2018

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Vamos adentrar junho em mais um sábado daqueles, dispostos a espantar o frio com boas vibrações e frequências sonoras que vão direto ao aos quadris. O fundador das Noites Trabalho Sujo recebe duas novatas no auditório azul da festa, ambas frequentadoras assíduas de nosso encontro mensal no Centro de São Paulo: Marina Monaco com toda sua elegância e requinte e Stephanie @pavaomysteryoso Antunes derretendo cérebros e corações, enquanto no auditório preto, o mestre Wilson Farina recebe o casal Aloizio Nascimento e Natalia Silva (do saudoso inferninho Razzmatazz) e o compadre Martim Batista, todos conspirando para a noite junina ser mais um daqueles encontros célebres. Lembrando que só entra na Trackers quem mandar o nome para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 18h do dia do evento. Nos vemos lá?

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 16 de junho de 2018
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias (Noites Trabalho Sujo), Marina Monaco, Stephanie Antunes, Aloizio Nascimento, Natalia Slva, Wilson Farna e Martim Batista.
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25.

Built to Spill no Brasil!

BUILT-TO-SPILL

Built to Spill, a mítica banda indie liderada pelo guitar hero Doug Martsch finalmente vem ao Brasil, quando apresenta-se em Belo Horizonte no dia 8 e em São Paulo no dia 9 de novembro, em mais um golaço da Balaclava em parceria com a Powerline do Leandro Carbonato – mais informações aqui.

E, de repente, mais músicas novas dos Chromatics!

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Os Chromatics mal lançaram a faixa “Black Walls” e já emendaram uma curta série de lançamentos que nos leva a crer que talvez o tão aguardado Dear Tommy esteja finalmente numa agenda de novas obras do grupo (espero que para ainda esse ano!). Primeiro, a banda de Johnny Jewel lançou o EP Camera, posto à venda apenas em vinil em seu site oficial, com faixas com títulos como “The Taste Of Blood”, “Flashback To Forever” e “Magazine (Club Instrumental)”, todas elas curtíssimas, entre dois e três minutos cada.

chromatics-camera

Depois foi a vez do single “Blue Girl”, que veio acompanhado de quatro outras versões, cada uma com seu subtítulo (“Say Goodbye”, “Don’t Say a Word”, “Drumless” e “Instrumental”), posto para audição nas plataformas digitais.

Dear Tommy, o sucessor do maravilhoso Kill for Love, vem sendo prometido há anos e, aparentemente, está sendo recriado do zero depois que Jewel destruiu todas as cópias físicas que vinham com a versão anterior do disco, que deveria ter sido lançado em 2016. Mas, pelo jeito, agora vai…