Dialeto e Lucy no Centro Cultural São Paulo
Duas bandas paulistanas inspiradas no rock progressivo e no jazz rock, Dialeto e Lucy, dividem o palco do Centro Cultural São Paulo nesta quinta-feira, às 21h (mais informações aqui).
Duas bandas paulistanas inspiradas no rock progressivo e no jazz rock, Dialeto e Lucy, dividem o palco do Centro Cultural São Paulo nesta quinta-feira, às 21h (mais informações aqui).
Em mais um encontro da série Sotaques YB no Centro da Terra, que faz parte das comemorações dos 20 anos da gravadora Ybmusic, esta quarta-feira 16 de outubro assiste à primeira vez em que Nina Becker e Negro Léo se encontram no palco (mais informações aqui). Velhos conhecidos do Rio de Janeiro, os dois trazem bagagens diferentes e complementares para este acontecimento – e eu conversei com os dois sobre o que esperar desta apresentação.
Novembro promete ser um mês intenso – e um destes agravantes é a série de eventos de comemoração dos 24 anos do Trabalho Sujo, cujos festejos começam ainda este mês. E nada como começar a celebrar com uma festa – por isso ressuscitamos as Noites Trabalho Sujo para uma nova fase pós-hibernação, depois de um semestre longe das pistas. Eu, Luiz e Danilo desta vez desbravamos o Tokyo, nova meca da diversão noturna paulistana, que começa a abrir às quartas-feiras e nos convidou para inaugurar este novo território mental. A fórmula é a mesma que você conhece: hits de todas as épocas, de diferentes gêneros musicais, feitos para chacoalhar os quadris e se acabar de dançar. Você sabe como é… Vamos lá?
Noites Trabalho Sujo @ Tokyo
23 de outubro de 2019, a partir das 23h
Tokyo – Rua Major Sertório, 110 – Centro (República)
Preços
Abertura da Casa: 18h
Happy Hour (R$ 0,00): 18h às 21h
Depois das 21h: R$ 25 (com nome na Lista), R$ 35 (sem nome na lista Lista) ou R$ 90 (Consumação)
Coloque seu nome na lista aqui
É só o fim da década.
Sexy-Fi – “Looking Asa Sul, Feeling Asa Norte”
Work Drugs – “Rolling in the Deep”
Maroon 5 + Christina Aguillera – “Moves Like Jagger”
Spoon – “Written in Reverse”
Chet Faker – “No Diggity”
Goldroom + Chela – “Fifteen”
Vetiver – “Can’t You Tell”
Twin Sister – “Bad Street”
VHS or Beta – “I Found A Reason”
Holy Ghost! – “Do it Again”
Mayer Hawthorne – “A Long Time”
Pickwick – “Blackout”
Girls – “Vomit”
Radiohead – “Separator”
Metá Metá – “Oyá”
Hot Chip – “Flutes”
Gorillaz – “Empire Ants (Miami Horror Remix)”
Lana Del Rey – “Blue Jeans (Penguin Prison Remix)”
Toro y Moi – “I Can Get Love”
Washed Out – “Amor Fati”
Onuinu – “Happy Home”
Teen Daze – “Brooklyn Sunburn”
Neon Indian – “Polish Girl”
Memory Tapes – “Wait in the Dark”
M83 – “Midnight City”
Perdeu o show que o Wilco transmitiu ao vivo domingo passado direto do Brooklyn Steel, em Nova York? Não tem problema, ele segue online. E que show…
Sai fumaça no solo de “Impossible Germany”, repara na virada do 1:22 pro 1:23 – tá louco!
“Bright Leaves”
“Before Us”
“Company in My Back”
“War on War”
“One and a Half Stars”
“Handshake Drugs”
“You and I”
“Hummingbird”
“Someone to Lose”
“White Wooden Cross”
“Via Chicago”
“Laminated Cat”
“Random Name Generator”
“On and On and On”
“We Were Lucky”
“Love Is Everywhere (Beware)”
“Impossible Germany”
“Box Full of Letters”
“Everyone Hides”
“I’m Always in Love”
“Heavy Metal Drummer”
“I’m the Man Who Loves You”
“Hold Me Anyway”
“Misunderstood”
Bis
“An Empty Corner”
“Red-Eyed and Blue”
“I Got You (At the End of the Century)”
“Outtasite (Outta Mind)”
“I’m a Wheel”
A cantora e compositora Flávia K traz sua mistura de jazz, funk, soul e música brasileira em seu espetáculo Janelas Imprevisíveis, mesmo nome de seu primeiro disco, nesta terça-feira, dia 15 de outubro de 2019, no Centro da Terra, em São Paulo, às 20h (mais informações aqui). A apresentação conta com a participação do rapper Slim Rimografia e eu conversei com ela sobre o que podemos esperar desta noite.
O outro fiel escudeiro de Siba finalmente chega ao disco. Fazendo o contraponto temporal à essência tradicional de Mestre Nico, o guitarrista Lello Bezerra explora seu instrumento para horizontes muito mais amplos que os que experimenta ao lado do mestre guitarrista. Em seu primeiro disco solo, Desde Até Então, o pernambucano desconstrói a noção de tempo usando apenas seu instrumento e variações de ritmo. Um disco minimalista e experimental, mas ao mesmo tempo cheio e familiar, buscando melodias perdidas no inconsciente coletivo enquanto as espatifa em milhares de pedaços sônicos que reconstrói digitalmente ou usando apenas a eletricidade – há uma conversa nítida entre seu trabalho e de instrumentistas contemporâneos como o próprio Siba, Kiko Dinucci e Fernando Catatau, mas Lello prefere ir para além da canção e estilhaçar a melodia, de olho no futuro. Coisa séria.
“Bairro Kennedy”
“Desde até então”
“Estrangeiro de todo lugar”
“Mãe e Madrasta”
“Maria Marcionilia”
“Urf dos estados emocionais atuais”
“Vida em Virgulas”
Eis a continuação do papo que tive com o compadre Thiago França no segundo episódio de seu podcast Sabe Som?, e, portanto, o terceiro episódio. Ainda nos mantivemos no tema “polêmico” da vez – o conceito de música boa – para dar brechas sobre discussões que envolvem sensibilidade, nostalgia, mercado e contexto – e, mais uma vez, tivemos as participações dos broders GG Albuquerque e Lucas Prata, o Caju.
Musa indie norte-americana dos anos 90, Liz Phair volta a trabalhar com o produtor de seus três clássicos – Exile on Guyville, Whip-Smart e Whitechocolatespaceegg – e anuncia que lançará um novo disco no primeiro semestre do ano que vem, ao mostrar o primeiro single “Good Life”, neste sexta-feira:
E parece que está num bom caminho.
O clássico grupo de rock progressivo paulistano O Som Nosso de Cada Dia comemora 45 de atividade neste domingo, às 18h, quando também apresenta seu mais novo disco, Mais Um Dia (mais informações aqui).