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Noites Trabalho Sujo @ Tokyo 東 京 | 15.1.2020

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Tem pouca festa? Tem nada! Seguimos a onda da primeira edição de 2020 das Noites Trabalho Sujo agora canalizando nossas boas vibrações pro meio da semana, no Tokyo! Enquanto Luiz segue seu merecido descanso longe de São Paulo, eu e Danilo mais uma vez transformamos a pista da cobertura do prédio na Major Sertório num mar de alto astral em forma de hits que todo mundo sabe dançar e cantar. Sabe como é: tem rap e música eletrônica, indie rock e e soul music, música brasileira e rock clássico, dance music e funk pra se acabar de dançar. E quem mandar seu nome pra lista de convidados pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com até a noite de terça-feira concorre a não pagar para entrar na festa, que, apesar de ser numa quarta, sempre atravessa a madrugada e termina com o sol nascendo. Vamos?

Noites Trabalho Sujo @ Tokyo 東 京
Quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias e Danilo Cabral
Rua Major Sertório, 110, 01222-000 São Paulo
Para colocar seu nome na lista: http://bit.ly/NoitesTrabalhoSujo1501

David Bowie: “Which came as a surprise…”

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O baú póstumo de David Bowie está longe de ver seu fim – e na data que completaria 73 anos, sua gravadora Parlophone começa a mostrar o disco que está preparando para o Record Store Day em abril. A apresentação ao vivo na BBC chamada de ChangesNowBowie foi gravada em novembro de 1996 enquanto Bowie preparava-se para comemorar seu aniversário no ano seguinte numa apresentação no Madison Square Garden (quando o especial foi ao ar na emissora inglesa). No show, Bowie contou com uma banda formada por Gail Ann Dorsey, Reeves Gabrels e Mark Plati, que releu clássicos de sua carreira enquanto era entrevistado pela apresentadora Mary Anne Hobbs e recebia os parabéns de nomes como Scott Walker, Robert Smith, Damon Albarn e Bono Vox.

O disco será lançado em edição limitada em abril (a ordem das faixas vem abaixo) e a faixa recém-revelada também faz parte do EP digital Is It Any Wonder?, que será dissecado nas próximas semanas e conterá cinco faixas também inéditas de diferentes fases de sua carreira.

“The Man Who Sold The World”
“The Supermen”
“Andy Warhol”
“Repetition’
“Lady Stardust”
“White Light/White Heat”
“Shopping For Girls”
“Quicksand”
“Aladdin Sane”

Sob a sombra do Wire

wire2020

Crucial na transição do punk para o pós-punk, o grupo inglês Wire está vindo com novo álbum agora em janeiro e segue desafiando paradigmas. Mind Hive (já em pré-venda) teve dois singles lançados (“Cactused” e “Primed and Ready”, ouça abaixo) e mantém a tradição do grupo por discutir política numa esfera pop, embora em canções não tão curtas quanto sua era de ouro, na virada dos anos 70 para os anos 80, como já havia feito no disco mais recente, o ótimo Silver/Lead, de 2017. Mas a sonoridade – punk e barulhenta – ganhou uma fina camada eletrônica que dá toda uma nova cara para o grupo.

A capa e o nome das músicas do disco vêm abaixo:

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“Be Like Them”
“Cactused”
“Primed and Ready”
“Off the Beach”
“Unrepentant”
“Shadows”
“Oklahoma”
“Hung”
“Humming”

Michael Stipe 2020: “Look where that got us”

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O vocalista do R.E.M., Michael Stipe, aproveitou seu aniversário de sessenta anos completos no último dia 4 para apresentar seu segundo single solo. Depois de “Your Capricious Soul“, “Drive to the Ocean” segue suas preocupações com a tragédia climática (arrecadando fundos das vendas do single em seu site para a ONG Pathway to Paris) e o desloca para um terreno musical novo, embora a canção comece com um ar de Leonard Cohen que ainda conversa com seu trabalho em sua antiga banda, que pendurou as chuteiras há oito anos. Mas a partir de um minuto e meio, ela toma um lindo caminho inesperado, sobrepondo beats eletrônicos, referências à música global e ares ambient.

Não custa lembrar que o vocalista deu uma entrevista a um jornal italiano no meio do ano passado falando já ter umas dezoito músicas prontas, depois de um jejum de cinco anos sem compor ou tocar. Mas não há nenhuma previsão de lançamento.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers Pinheiros | 11.1.2020

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Feliz ano novo! Vamos começar bem o ano se acabando de dançar? É a primeira edição das Noites Trabalho Sujo de 2020, que acontece na Trackers, que agora fica em Pinheiros, pertinho do Metrô Fradique Coutinho. No som, você sabe, aquela mistura deliciosa de hits de todas as épocas que faço com meus compadres – desta vez, só Danilo Cabral marca presença, pois Luiz Pattoli está recarregando as baterias. E tome música eletrônica e hip hop, música brasileira e soul music, rock clássico e dance music, funk e indie rock. Vamos lá? Só precisa mandar o nome pro email noitestrabalhosujo@gmail.com porque só entra quem mandar o nome pra lista!

Noites Trabalho Sujo @ Trackers Pinheiros
Sábado, 11 de janeiro de 2020
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias e Danilo Cabral
Trackers Pinheiros. Rua dos Pinheiros, 1243.
R$ 20,00
Entrada: R$ 20, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor)

Ah, aquele Tame Impala…

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Ao lançar o quarto single (“Lost In Yesterday”, abaixo) do álbum The Slow Rush, que vê à luz do dia em um mês, o Tame Impala finalmente aproxima-se de uma sonoridade mais reconhecível, especialmente com o disco mais recente, Currents.

St. Vincent ♥ Beck

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Embora seu Hyperspace, lançado no ano passado, tenha ficado aquém das expectativas até em comparação a seus outros discos mais introspectivos, o disco inspirou alguns artistas a debruçar sobre o mesmo após seu lançamento. Primeiro foi Dev Hynes, o Blood Orange, quem assumiu a direção do clipe de “Uneventful Days” e agora a mesma faixa é submetida a um remix bem retrô assinado pela cantora e compositora Annie Clark, que conhecemos como St. Vincent – e foi ela quem deu o primeiro passo, como explicou ao escrever sobre sua versão.

“Acho que eu estava ouvindo muito Herbie (Hancock) dos anos 70 e War na época e pensando no quanto de funk eu também tenho por dentro. Eu mandei pro Beck e ele curtiu, mas disse que “deveria ser 3 bpm mais rápido”. E sabe o que? ELE TINHA RAZÃO. Fez toda a diferença no groove.” Realmente, a nova versão traz a faixa justamente para o universo de groove retrô que o próprio Beck acalentava nos anos 70.

Ficou ótimo.