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Na onda do Applegate

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A banda psicodélica paulistana Applegate me convidou para conversar com eles em mais um episódio de sua sessão Fluir, que acontece nesta quinta, às 21h, em sua conta no Instagram – aparece lá. Tá aqui o papo com o Rafa, um dos guitarristas da banda.

Vida Fodona #673: Aquele híbrido

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Começa dançando e termina calminho.

Kid Creole & The Coconuts – “Stool Pidgeon”
Daryl Hall & John Oates – “Kiss On My List”
4-Track Valsa – “Festa”
Maglore – “Clonazepam 2mg”
Bonifrate – “Hora do Almoço”
Garotas Suecas – “Bucolismo”
Ween – “Freedom Of ’76”
Delgados – “Clarinet”
Grandaddy – “Miner At The Dial-A-View”
Beth Orton – “Hippy Gumbo”
Elliot Smith – “Let’s Get Lost”
Flaming Lips – “If I Only Had A Brain”
Mopho – “Não Mande Flores”
Letuce – “Todos os Lugares do Mundo”
Ana Frango Elétrico – “Chocolate”
Of Montreal – “Death Is Not a Parallel Move”
Paralamas do Sucesso – “Nebulosa do Amor”

E a M.I.A. vem aí…

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Ao lançar o single “CTRL”, a cantora cingalesa M.I.A. mostra que está mesmo saindo de sua aposentadoria precoce, que anunciou em 2016, para anunciar um novo álbum, chamado de 111111th. O novo single é o terceiro que ela lança desde o início do ano (“OHMNI 202091“, lançada em março, e “Up Inna“, em agosto) e tem a produção assinada mais uma vez pelo inglês Cadenza, nome de trabalho do Oliver Rodigan, que assinara o single anterior com o ganense GuiltyBeatz e agora divide o novo single com Fern. Depois que aposentou-se, M.I.A. segue o contato com seu público através de sua conta no Patreon, onde ela mostra seu material sempre em primeira mão.

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Simeon Coxe (1938-2020)

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Morre um dos alicerces da música eletrônica, o norte-americano Simeon Coxe, fundador do grupo Silver Apples. Foi um dos primeiros nomes a fazer música usando apenas sintetizadores, ao criar um instrumento que empilhava nove osciladores de áudio com noventa e seis botões para regular o som, que era tocado ao vivo, sem nada pré-gravado. O grupo, formado por Simeon e pelo baterista Danny Taylor, foi uma sensação rápida no final dos anos 60, embora tenha vendido poucos discos e tenha sido forçado a se aposentar mais cedo após ter sido processado por uma companhia aérea, ao copiar seu logo na capa de seu segundo disco. A dupla foi redescoberta nos anos 90 e, mesmo após Simeon sofrer um acidente que quase o tornou inválido, conseguiu retomar as atividades e gravar mais discos. Ele morreu em casa, vítima de uma condição pulmonar que já o acompanhava há tempos.

Bom Saber #019: Matias Maxx

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Um dos principais repórteres do Brasil atualmente, Matias Maxx é também um dínamo de produção contracultural e um ímã de malucos e histórias hilárias. Encerrando um ciclo com a quarentena, quando fechou as portas da lendária La Cucaracha, a primeira head shop do Rio de Janeiro, ele refaz sua trajetória desde os primórdios da web no século passado, passando pelo seu apreço pela América Latina, suas conexões com o submundo do quadrinho brasileiro e suas coberturas de guerrilha dos protestos da década passada – entre várias reflexões sobre jornalismo, cultura e seus próximos projetos.

O Bom Saber é meu programa semanal de entrevistas que chega primeiro para quem colabora com meu trabalho, como uma das recompensas do Clube Trabalho Sujo. Além do Matias, já conversei com Bruno Torturra, Dani Arrais, Negro Leo, Janara Lopes, Tatá Aeroplano, Ana Frango Elétrico, João Paulo Cuenca, Eduf, Pena Schidmt, Roberta Martinelli, Dodô Azevedo, Larissa Conforto, Ian Black, Fernando Catatau, Pablo Miyazawa, Mancha, André Czarnobai e Alessandra Leão – todas as entrevistas podem ser assistidas aqui no Trabalho Sujo – ou no meu canal no YouTube, assina lá.

E essa “Fake Plastic Trees”?

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“Fake Plastic Trees”, clássica balada do segundo disco do Radiohead, já havia sido revisitada há pouco tempo pela vocalista do Paramore, Hayley Williams, e agora é a cantora folk norte-americana Phoebe Bridgers quem traz uma versão de chorar da música gravada para o programa Piano Session, da rádio inglesa BBC. Ela já tinha revisitado “Everything is Free”, da Gillian Welch, em parceria com a nossa querida Courtney Barnett nesta quarentena e agora ela divide o palco com a novata inglesa Arlo Parks, que acompanha a balada ao piano.

Lindaço hein.

New Order 2020: “Be A Rebel”

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Gravado para o início de uma turnê que não aconteceu, o single “Be a Rebel” é a primeira gravação do grupo New Order em cinco anos – e não é propriamente empolgante, embora mostre que, às vésperas de completar quarenta anos, o grupo inglês segue bem em seu rumo.

Mais um hitzinho da Beabadoobee

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Mais um single da inglesa-filipino Bea Kristi, que assina como Beabadoobee, “Worth It” mostra que seu Fake It Flowers, seu primeiro disco que será lançado no mês que vem pode surpreender…

Altos Massa: O fim da cultura pop

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O papo com o Pablo na semana passada inspirou um novo programa, em que discutimos o conceito de cultura para além dos produtos que consumimos analógica ou digitalmente, numa longa reflexão que passa por Guerra nas Estrelas, Matrix, Sopranos, Dom Quixote, redes sociais, Batman, o espectador cínico, a onipresença da cultura, Marvel, cabines de cinema, Sherlock Holmes, o fim da passividade consumista, quando concluímos que a cultura pop está chegando ao fim.

O Terno pra dançar

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O produtor português Xinobi dá um trato em “Bielzinho, Bielzinho” e a ode de Tim Bernardes ao baterista d’O Terno ganha um groove perfeito pra pista.