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Disco music no teatro

E nesta terça-feira, Theo Charbel fez a disco music baixar no Centro da Terra, encerrando a temporada Choque Térmico, em que eletrônico e analógico misturavam-se no palco do teatro por quatro noites instigantes. Acompanhada de Guilherme D’Almeida e Vinicius Rodrigues, ela mostrou músicas recém-lançadas e inéditas para um público bem animado, deixando gosto de quero mais.

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Cine Ensaio: A reinvenção de Top Gun

Top Gun: Maverick não apenas consegue ressuscitar bem o velho hit dos anos 80, como desequilibra a balança dos filmes de ação e dos grandes sucessos comerciais de Hollywood atualmente. Não apenas por ter reinventado a franquia mas também por suas impressionantes cenas de ação, que são o avesso do que vende o cinema atual. Esse é o assunto que eu e André Graciotti destrinchamos nesta edição do Cine Ensaio.

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Erasmo rock

O show que Erasmo Carlos fez neste sábado no Sesc Pinheiros foi em cima de seu disco mais recente, O Futuro Pertence À… Jovem Guarda, em que recria hits do início de sua carreira ao lado de uma banda regida pelo tecladista José Lourenço e com Billy Brandão como guitarrista solo, Luiz Lopez na guitarra de apoio, o baixista Mario Vitor e o baterista Silvio Charles, todos dando uma roupagem mais clássica (citando Kinks aqui, Stones ali, Deep Purple acolá) a vários hinos da Jovem Guarda. E entre pérolas sessentistas como “Sentado à Beira do Caminho”, “Quero que Vá Tudo pro Inferno”, “É Proibido Fumar”, “A Carta”, “Devolva-Me”, “Esqueça”, “Gatinha Manhosa” e “Negro Gato”, o mestre ainda pinçou algumas de seu repertório posterior, como “Mulher”, “Mesmo Que Seja Eu”, “Sou Uma Criança, Não Entendo Nada”, “Minha Superstar” e uma das minhas favoritas de seu repertório, “É Preciso Dar Um Jeito, Meu Amigo”. Showzaço.

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Esquadrinho: Aline Zouvi

Retomando as atividades do meu programa sobre quadrinhos, desta vez conversa com a ótima Aline Zouvi, que apesar de rascunhar quadrinhos desde criança, só começou a produzir HQ a partir de seu trabalho na academia, quando estudava literatura na universidade. Começou a fazer seus fanzines e a aprender como aprimorar sua obra e torná-la conhecida no meio e no papo inevitavelmente falamos sobre isso – além de antecipar sua primeira grande narrativa, que ela ainda quer lançar este ano. Acompanhe seu trabalho no Instagram:

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Funk de menos

Esperava mais funk da apresentação que o FBC fez com o Vhoor nesta sexta-feira no Sesc Pompéia. O show começou com músicas de outras fases da carreira do MC e só engrenou no modo baile mesmo no finzinho, mas nem chegou a decolar, porque o show foi bem curto (ouvi alguém comentando no final que “o lado bom era que dava pra aproveitar o bilhete integração do ônibus e voltar com a mesma passagem da ida”). Mas pra quem lançou um disco tão cascudo quanto aquele do ano passado, o show ficou devendo…

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Centro Westworld: Generation Loss

O quarto episódio da nova temporada de Westworld consegue fazer o impensável: em um único episódio apresenta uma série de novas revelações, que reorganizam toda a história principal e faz com que a série volte a fazer sentido como se fossem as duas primeiras temporadas. Impressionante.

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Celebração da força feminina da música brasileira

Foi bonito o espetáculo que Laya, Malu Maria e Tika fizeram nesta terça-feira no Centro da Terra. Ondas Sísmicas, por Gabriel Bernini, é uma celebração da força feminina da música brasileira e as três fizeram valer a premissa desta ode.

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Tika + Malu Maria + Laya: Ondas Sísmicas

Maior prazer receber nesta terça-feira, no Centro da Terra, mais uma versão do espetáculo Ondas Sísmicas, idealizado pelo publicitário e pesquisador Gabriel Bernini, a partir do livro de mesmo nome, em que celebra a presença feminina na música brasileira. No palco, o espetáculo fica na mão de Laya (percussão), Malu Maria (percussão e flauta) e Tika (violão e guitarra) que revezam suas próprias composições acompanhando-as umas às outras. A apresentação desta noite fica por conta da vocalista do grupo Teto Preto, Laura Diaz, o espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos podem ser comprados neste link.

Tudo Tanto #135: Danilo Cymrot

O papo desta semana no meu programa sobre música brasileira parte de um trabalho de conclusão de curso sobre criminologia para falar da importância de um dos movimentos culturais brasileiros mais importantes das últimas décadas. O livro O Funk na Batida: Baile, Rua e Parlamento, escrito por Danilo Cymrot, começou na academia como uma análise sócio-cultural sobre um fenômeno local para transformar-se num registro político sobre o momento em que o funk – antes carioca – torna-se um fenômeno nacional. Danilo aproveita para falar sobre outro lançamento que está fazendo quase que simultaneamente – seu quarto disco solo.

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Uma viagem ambient delicada

Linda a apresentação que a produtora Sue fez no Centro da Terra ao lado de Eddu Ferrira e Paula Rebellato em mais um capítulo da temporada Choque Térmico. Projetando suas fotos e vídeos em cima dos músicos, ela nos convidou a uma viagem ambient delicada e com uma tensão milimétrica, abrindo espaço para improvisos e solos sutis e beats precisos.

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