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Madlib se entrega pro Four Tet

O primeiro grande disco de 2021 já está pintando no horizonte. Já no ano passado mesmo o produtor norte-americano Madlib acendeu a luz amarela nos radares dos caçadores de música boa ao anunciar que iria lançar um disco em colaboração com o inglês Four Tet. A parceria foi anunciada com a excelente “Road Of The Lonely Ones”, uma das melhores músicas do ano passado, e agora ele segue mostrando “Hopprock”, além de anunciar a capa e o nome das faixas de Sound Ancestors, que foi gravado por ele em Los Angeles por anos e editado pelo compadre transatlântico em sua casa na Inglaterra ou em voos cruzando o mundo. O disco sai no dia 29 de janeiro e já está em pré-venda – saca a música nova aqui.  

Aparelho: A consciência revolucionária de Chewbacca

Mais Jornalismo-Fumaça em cima dos primeiros acontecimentos de 2021 – eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin misturamos a invasão do Capitólio à vacina do Doria com teorias da conspiração cada vez com menos eco e o melhor jeito de tratar essa choldra que está em parafuso a partir dos incidentes recentes. E por mais que o corte abrupto do final pareça ter interrompido o raciocínio, apostamos na queda do beócio que ocupa o principal cargo do poder executivo do país. Mas… e o Chewbacca?

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Poolside pra começar bem o ano

Sempre no começo de todo ano, o Poolside do californiano Jeffrey Paradise lança algo para já deixar todos no ritmo da nova jornada – e este ano ele resolveu abrir com essa deliciosa “I Feel High”, que apare com duas versões, uma ao lado da dupla Drama e outra com vocais de Ben Browing. Difícil escolher a melhor.

Saca só.  

Soulwax sempre salvando

Nunca fui muito chegado nessa banda Fountains D.C., mas não tem nada que um bom remix não faça, né? Ainda mais quando este vem pelas mãos da nossa dupla de irmãos favorita – e esse trato que o Soulwax deu em “A Hero’s Death” deu à canção um rumo completamente novo – e fodaço.

Ouça aqui.  

Vários Artistas: Piky

Em mais um programa dedicado a conversar sobre música, chamei minha querida amiga Mariana “Piky” Candeias, para puxar por sua memória musical e reconstruir sua relação com discos e artistas a partir de sua trajetória. Ela, que tem a empresa de assessoria de imprensa Batucada Comunicação (https://www.batucadacomunicacao.com/site/), trabalhou com diferentes gravadoras, como Warner, Abril, Trama e Deck, além de ter passado pela fase áurea da MTV nos anos 90. Ela aproveita para recapitular a evolução de seus hábitos musicais e como eles moldaram seu próprio gosto.

Assista aqui.  

Um balanço de 2020 com Thiago França

Thiago França me chamou para participar mais uma vez de seu podcast – e além de ter sido o primeiro convidado a participar mais de uma vez do programa, ainda pude participar da primeira edição presencial do Sabe Som depois do início da pandemia – cuidando, claro, dos protocolos de segurança. O papo foi sobre a produção musical do ano passado e ainda contou com participações remotas de GG Albuquerque, Isabela Yu, Bernardo Oliveira e Pérola Mathias. Confere aí embaixo.  

Tudo Tanto #079: Anelis Assumpção

Finalmente consegui conversar com Anelis Assumpção sobre seu agitado 2020 – um ano que começou com o encerramento da peça musical que fez em homenagem a seu pai Itamar Assumpção – a arrebatadora Pretoperitamar – e seguiu com o lançamento de sua discografia em todas as plataformas digitais para finalizar com o Museu Itamar Assumpção, projeto em que trabalhava há anos – uma oportunidade também de criar outros pontos de conexão com a vida e a obra do próprio pai. Na edição desta semana do meu programa sobre música brasileira Tudo Tanto também falamos sobre como ela está encarando a quarentena, sobre processo criativo nestes dias estranhos e sua incursão pelo universo dos livros, um deles em parceria com Kiko Dinucci.

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Jornalismo-Arte: Marcelo Costa

Era inevitável que entrevistasse o Marcelo Costa, capo do site Scream & Yell, no meu programa dedicado ao jornalismo que cobre música, por isso dediquei o primeiro Jornalismo-Arte de 2021 a repassar sua trajetória, começando nos tempos de quando o site ainda era um fanzine impresso distribuído gratuitamente a partir do interior de São Paulo, a se tornar uma das principais referências do jornalismo independente que cobre música e cultura no país. Marcelo aproveita para falar das aulas que tomou durante a vida, assume que nunca teve iniciativa como gostaria (mas que sempre seguiu as que a vida lhe apresentou), repassa diferentes fases do site e como consegue geri-lo há mais de vinte anos.

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Rádio Trabalho Sujo: O fim dos Beatles

Finalmente estou tirando um velho projeto da manga: Rádio Trabalho Sujo não é apenas o meu primeiro programa que apresento sozinho no meu canal (além do CliMatias, claro), como também o primeiro que faço sobre música, algo que me cobro faz tempo. Rádio Trabalho Sujo começa como um programa em vídeo, mas seu intuito é incluir músicas e se tornar um programa em áudio que também pode se tornar um podcast – antecipando uma das grandes mudanças que veremos no canal durante 2021. A ideia é sempre contar histórias da história da música – e resolvi começar pelo final de uma das histórias que mais gosto de contar, o dos Beatles. E esta versão em áudio também aparece no Dublab, na primeira parceria que fecho com a rádio online.