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A Palavra na Tela

Bora lá?

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O que aconteceu com o jornalismo depois da internet? E o que aconteceu com a literatura? E com a crítica? Que tipo de produção escrita se realiza na internet brasileira hoje? E qual a sua importância no panorama do jornalismo, da literatura e da crítica?

Proposta
A série A Palavra na Tela: Jornalismo, Literatura e Crítica Depois da Internet, com curadoria do Digestivo Cultural, pretende discutir os impactos da internet na produção escrita do Brasil. Desde o jornalismo até a literatura, passando pela crítica de mídia e pela crítica cultural. Apresentando os principais veículos nessa transformação (portais, sites, blogs), trazendo os principais atores nesse processo (jornalistas, escritores, blogueiros) e mostrando ao público como ele também pode participar, desenhando um cenário para o futuro.

4/10 – “Internet e Blogs: A Maior Conversação da História”
* Marcelo Tas: jornalista, blogueiro do UOL, ex-apresentador do programa Vitrine (TV Cultura);
* Pedro Doria: jornalista, colunista do caderno “Link” do Estadão, ex-editor-assistente do site NoMínimo;
* Alexandre Inagaki: jornalista, blogueiro, diretor editorial do maior portal brasileiro de blogs da atualidade, o Interney Blogs.

17/10 – “Internet e Jornalismo: Da Autopublicação ao Jornalismo Colaborativo”
* Alexandre Matias: jornalista, blogueiro, podcaster, editor-assistente do caderno “Link”, do Estadão;
* José Marcelo Zacchi: coordenador geral do site Overmundo, fundador e ex-diretor do Instituto Sou da Paz;
* Ana Maria Brambilla: jornalista, blogueira, responsável pelos projetos de jornalismo colaborativo na editora Abril.

18/10 – “Internet e Literatura: Dos Sites Literários aos Escritores Independentes”
* Cardoso: escritor, blogueiro, fundador da revista eletrônica CardosOnline, autor da Editora DBA;
* Augusto Sales: blogueiro, editor do site literário Paralelos, que lançou boa parte da Geração 00;
* Ana Elisa Ribeiro: escritora, blogueira, colaboradora do Estado de Minas e doutoranda pela UFMG.

24/10 – “Internet e Crítica: Dos Folhetins do Século XIX ao Dandismo On-line”
* Sérgio Rodrigues: jornalista, blogueiro, escritor e ex-editor-executivo do site NoMínimo;
* Paulo Polzonoff Jr.: jornalista, blogueiro, crítico literário, escritor, ex-editor da editora Candice;
* Jonas Lopes: jornalista, blogueiro, colaborador da Bravo! e do jornal literário Rascunho.

Para ir além
Casa Mario de Andrade – Rua Lopes Chaves, nº 546 – Pacaembu – Dias: 4, 17, 18 e 24 de outubro de 2007 – A partir das 19hs. (com exceção do dia 4/10, a partir das 20) – Grátis – Sempre com mediação do Editor do Digestivo Cultural – 25 vagas apenas – Inscrições: 11 3666-5803 ou pelo e-mail.

Vida Fodona #098: Vida Fodona Soundsystem I

Poizé, sem trilha falação nenhuma, sequer apresentação. Vida Fodona Soundsystem (a partir de agora contados com numerais romanos) é o nome dos VFs em que as músicas vão uma atrás da outra, sem intromissão, locução, nem nada. É apertar o play e ir embora.

– “Bodysnatchers” – Radiohead
– “Shadows” – Midnight Juggernauts
– “Heaven (Stabwounds Remix)” – Hail Social
– “Supermassive Rainbow” – Electr-O-Sound
– “A Cause des Garçons (Tepr RMX)” – Yelle
– “Dirty Mutha (DJ Mehdi Remix)” – Steed Lord
– “BLN” – Jahcoozi
– “Get Lucky (MSTRKRFT Remix)” – New York Pony Club
– “La Musique (Adam Sky Remix)” – Riot in Belgium
– “Around the World (Like Whoa! Remix)” – Dangerous Dan vs. Nicky Van She
– “Uh! Oh!” – VNDLSM
– “Mais Pressão” – Comunidade Ninjitsu
– “D.A.N.C.E. (Les Rhytmes Digitales Remix)” – Justice

Sigam-me os bons.

Redessocialize-se quem puder

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O Hype Machine, um de nossos caminhos favoritos pra descobrir música boa, está na contagem regressiva pra estrear sua fase dois, cheia de widgets e traquitanas de web 2.0. É o MySpace dos filtros, muito mais divertido e mais fácil de usar (se não cagarem a interface original, né).

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Quem também assumiu nova era foi o querido Rraurl, que deu um trato no visual pra acompanhar uma mudança mais profunda, estrutural. Agora o site é uma rede social (me add), com usuários, sistema de votação e até publicador próprio para o público (um jeito simples de transformar comentarista em colunista, blogueiro em colaborador – só pra ficar no bê-a-bá. Um efeito colateral da mudança matou a coluna do compadre Camilo Rocha (as colunas em geral, inclusive a que eu tentei manter no site), mas por outro lado transformou a velha Bate-Estaca num blog. Maravilha!