Vocês viram o novo teaser da quinta temporada de Lost? Se liga, que é casca-grossa:
Muitas novidades, hein. E o que o Locke tá falando invertido no comecinho? O povo do SL-Lost.com inverteu e ouviu… “when am I?”.
E também saiu a relação com o nome dos dez primeiros episódios. Ei-los:
s05e01 – Because You Left
s05e02 – The Lie
s05e03 – JugHead
s05e04 – The Little Prince
s05e05 – This Place is Death
s05e06 – The Life and Death of Jeremy Bentham
s05e07 – 316
s05e08 – LeFleur
s05e09 – Namaste
s05e10 – He’s Our You
E se você não leu o texto em que eu falei sobre a série no meio da semana, olha ele aqui…
A música-chave do novo disco dos Kills, Midnight Boom, já vale por toda sua carreira. “Cheap and Cheerful” é um chega pra lá no roquinho fuleiro que se passa por punk nos anos 00, que transforma a guitarra em elemento de percussão, enfatizando a divisão de forças entre o ritmo primitivo e o escárnio primitivista que a vocalista americana VV resmunga sobre a chatice que é ser normal. “Tudo bem ser mal”, resume o espírito de uma música que é tão perigosa quanto divertida – elementos básicos para isso que chamamos de rock’n’roll. Fora o fato de servir para remixes fodaços.
A A#° D E
Take advantage of the season
A A#° D D#°
to take off your overcoat
A A#° D D#°
The spirits will lift off those young men you provoke
A E A D A E
but I’ll be laughing, knowing I will take you home
A
There ain’t no lover like the one I’ve got
D A
ain’t no lover like the one I’ve got
E
She and I have a brand new start
F#m D A
I gotta give all my love
A A#° D E
All this time they had me thinking
A A# D D#°
love’s a boat that’s slowly sinking
A A#°
but you made the claim
D D#°
taking chances, embracing the change
A E A D A E
I count my blessings knowing you will take me home
A
There ain’t no lover like the one I’ve got
D A
ain’t no lover like the one I’ve got
E
She and I have a brand new start
F#m D
I gotta give all my love
A#° Bm
I got time to hold my own
A#° Bm
What’s a day when the years are on their way
E
I gotta say
A
There ain’t no lover like the one I’ve got
D A
ain’t no lover like the one I’ve got
E
She and I have a brand new start
F#m D
I gotta give all my love
A
There ain’t no lover like the one I’ve got
D A
ain’t no lover like the one I’ve got
E
She and I have a brand new start
D A F#m
there ain’t no lover like the one I’ve got
A F#m
Ahh ahh ahhh
D E
Love won’t bring me down
A
ohh no
Pergunto sobre isso porque já fui a shows do Los Hermanos e tinha hora que parecia o Menudo, gente se descabelando, um tipo de fã, ou fama, que vai além da mera exposição. Minha pergunta é: o fato de você ter visto isso acontecer mudou sua visão de como você entende a cabeça das pessoas?
[Pensativo] Eu não sei se mudou a forma como vejo o ser humano. Acho que, mais do que mudar a minha visão das pessoas, mudou a mim profundamente. Por causa da exposição. Você está aqui me entrevistando, e para mim é um exercício de expressão que tem a sua violência. Me obriga a ter clareza, a fazer algum sentido, me obriga a ser aberto, mas não ser bobo. O fato de ser famoso me fez aprender a lidar com isso, a saber no que acredito e no que eu não acredito. Essa é uma reação da interação que tenho com as pes soas, entendeu? Não posso acreditar quando um fã vem e diz que sou um gênio.
Mas isso mexe com o teu ego?
Claro! É isso que estou te dizendo, o campo de ação disso é o ego. Então o crescimento que eu tive é por causa dessa violência com o ego, de ter que me entender através disso, de acreditar ou não no que está sendo dito por mim e sobre mim. Na imprensa ou num adolescente que fala alguma coisa. Então é um filtro ou uma espécie de espelho, totalmente imprevisível e louco. Acho que tive a oportunidade de crescer com isso desde os 21, quando comecei a subir em um palco para pessoas que pagaram um ingresso para me ver tocar.
E os egos dentro da banda não entravam em conflito?
No Los Hermanos, isso foi uma coisa muito importante, a gente sempre teve uma postura entre nós muito franca e de questionamento de toda a estrutura do astro, da celebridade e de tudo isso. Sempre tivemos um pé atrás para observar essas coisas, dividir as nossas observações. Sem dúvida eu não estava sozinho nesse processo todo.
Era uma boa turma?
Era uma ótima turma! E essa postura veio logo por causa de a trajetória do primeiro single, “Anna Julia”, ter sido aquele sucesso todo, a gente teve um choque de exposição muito grande. Então foi bom porque, na primeira tateada, a gente falou: “Opa, peraí, talvez isso aqui seja mentira”. Quando alguém nos dizia: “Ó, se você não for nesse programa de televisão, sua carreira está acabada”. Ou então: “Pro pessoal de determinado canal, sabe como é, não pode dizer não”, esse tipo de coisa. E a gente começou a falar: “Será isso? Vamos ver se é verdade?”. E começou a experimentar, e viu o que era e o que não era real. Aí, da mesma forma, isso se refletiu na relação com as pessoas, com os fãs. Estar no Los Hermanos me deu um pé no chão.
E o que aconteceu com a banda? Foi uma separação tranqüila mesmo?
Foi. Porque, como eu falei, a gente sempre conversou. Quando a gente estava para fazer o quinto disco, não tinha repertório. O Marcelo [Camelo] e eu estávamos sem um grupo de canções que fosse substancial. No caso do Marcelo, eu sempre disse que ele tinha que fazer um disco sozinho, ele sempre teve várias músicas que não cabiam na banda, não combinavam com o formato, mas eram lindas. Só que ele nunca teve tempo, era sempre disco, turnê, disco, turnê, então vimos que era hora de fazer outras coisas.
Para quem estava de fora, foi estranho, pois foi não só repentino mas no meio de uma fase muito boa.
A gente tinha contrato para entregar um disco, uma turnê pra fazer, o lance da máquina. No sentido comercial não fazia sentido. Mas nunca foi por causa disso que a gente fez música. Sem tesão não há solução, já dizia Roberto Freire. Então foi por causa da música… a gente não queria enganar ninguém. Se fosse assim a gente faria mais um disco, ganharia mais uma grana. Pode funcionar para outras bandas, mas para a gente não. Ainda mais com os fãs que a gente tem, que são incríveis, que têm a maior dedicação, o maior carinho. A gente não quis fazer qualquer coisa.
E foi triste o último show?
Foi ótimo. Teve uma melancoliazinha, né? Uma estranheza de pensar: “Pô, a gente está aqui tocando e não sabe quando vai tocar de novo”. Mas é assim, cara, a vida é isso aí.
Mas tem mais aqui, ó. E aqui tem um videozinho com trechos de um show do Little Joy:
Mas eu fico pensando o quanto um livro desses realmente é lido… Porque é um belo objeto para se expor na estante, mas… consultar uma enciclopédia de Guerra nas Estrelas? Olha o tamanho de cada um desses livros… E olha que eu não tenho frescura em relação à ler calhamaço, não, mas só consigo entender isso no caso de um pai mostrar pro filho como era a série de filmes que ele gostava quando tinha a idade dele – e só.
Justice – “Tthhee Ppaarrttyy”
Surkin – “Ghetto Obsesion (acapella)”
Daft Punk – “High Life”
Scenario Rock – “Skitzo Dancer (Justice mix)”
Fast Eddie – “Git On Up”
Vicarious Bliss – “Theme From Vicarious Bliss(Lifelike Goes Disco Mix)”
Bob Sinclair and Thomas Bangalter – “Gym Tonic”
Boys Noize – “My Head (Para One mix)”
Thomas Bangalter – “Ventura”
Justice – “Phantom (part 2) (Boys Noize mix)”
Soulwax – “NY Excuse (acappela)”
Justice – “DVNO (Les Petits Pilous mix)”
Justice – “Stress (Auto mix)”
LFO – “Freak”
David Guetta – “Jack Is Back”
808 State vs Human Resource – “Dominator (Soulwax mix)”
Justice – “Phantom (part 2) (Soulwax mix)”
Bryan Cox – “Freaks On Tha Floor”
Discobusters – “Discotech 2000 (vol 2)”
The Prodigy – “Everybody In The Place (Fairground edit) / Charly (samples)”
Mr Oizo – “Cut Dick / The Prodigy – “No Good (Start The Dance)”
Jeff Mills – “The Bells”
Justice vs Simian – “We Are Your Friends”
Justice – “DANCE (live mix)”