Hoje também é dia de outro Rei Mago – se estivesse vivo, Syd Barrett completaria 62 anos. A data serviu para o lançamento do site oficial do cara – o www.sydbarrett.com -, que não tem nada demais, a não ser umas fotos e umas pinturas. Mas vale pela lembrança.
A história da internet, contada de uma forma didática e inteligente – alguém se dispõe a dublar isso pro português? Aposto que o autor curtiria… A dica é da Bia, que tá com blog bem legal lá com o povo Gizmodo.
Quando Angeli liberou fazer o longa sobre os velhos hippies Wood & Stock, seu universo foi oficialmente apresentado ao mundo da animação (o próprio Otto Guerra, diretor do filme, já havia feito umas animações com os Skrotinhos, mas foram comerciais de Kaiser, não conta…). Ao ganharem movimento, os personagens do velho cartunista se mostraram quase estáticos, paradões – não apenas em termos espaciais mas também temporais. A história fraca do filme na verdade era um pretexto para dar animação a uma série de piadas conhecidas em forma de tirinhas desde os anos 80 – mas quanto tempo você leva para ler uma tirinha? Cinco segundos? Em Wood & Stock, esses cinco segundos transformavam-se em 30, deixando tudo muito lento e sem timing. Mas ao menos o filme tinha um traço lindíssimo, verdadeira homenagem ao desenhista Angeli.
Belo mais do mesmo. Se ele não se der um choque de realidade, só com um hit pedrada consegue chegar perto de ter a importância que ele teve um dia. Mas um show do Eminem no Brasil não ia ser nada mal, dizaê… Agora, bizarro é essa voz fina do Dr. Dre… Que porra é essa?
Tou devendo a retrospectiva – ainda amanhã trago novas (podia até falar do próprio [REC], hmmm…), mesmo porque tenho que encher a carteira pra outro Vida Fodona Melhores de 2008 Parte 3.
Dureza, hein. Nem iPhone novo, Mini Mac, nada. E a dúvida segue pairando sobre a Apple…
(E, pô, Pattoli, é claro que eu sei que essa notícia é fake, né… Olha a marca d’água do Onion no canto e… UMA RODA DE iPOD NO LUGAR DE UM TECLADO? Ri aê…)
“”Eu tinha vergonha de bancar a sexy, mostrar o corpo, sabe? Mas há um ano decidi que queria me transformar em uma deusa!”, conta Cléo Pires, que é capa da revista “Nova” deste mês”