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Angelentos

Quando Angeli liberou fazer o longa sobre os velhos hippies Wood & Stock, seu universo foi oficialmente apresentado ao mundo da animação (o próprio Otto Guerra, diretor do filme, já havia feito umas animações com os Skrotinhos, mas foram comerciais de Kaiser, não conta…). Ao ganharem movimento, os personagens do velho cartunista se mostraram quase estáticos, paradões – não apenas em termos espaciais mas também temporais. A história fraca do filme na verdade era um pretexto para dar animação a uma série de piadas conhecidas em forma de tirinhas desde os anos 80 – mas quanto tempo você leva para ler uma tirinha? Cinco segundos? Em Wood & Stock, esses cinco segundos transformavam-se em 30, deixando tudo muito lento e sem timing. Mas ao menos o filme tinha um traço lindíssimo, verdadeira homenagem ao desenhista Angeli.

Agora vem a Cultura com uma idéia parecida e exibe os Angelitos, que, ao picotarem as historietas em forma de microcurtas, poderiam ser, em tese, legais. Mas olha só:

Que agonia! Personagens míticos e tiras clássicas transformados em desenhos desanimados – e nem o traço faz jus à sujeira do nanquim de Angeli.

Fotinha

E essa belezinha?

E o melhor – não é só uma miniatura. É uma câmera digital.

Vi no Bruno. Aliás, falando nisso…

Leitura Aleatória 238


-[skylar]-

1) Lily Allen ameaça colocar o telefone de Katy Perry na internet (iau! Catfight!)
2) Paul McCartney imita Michael Jackson e irrita a BBC
3) Crise deve elevar inadimplência em 2009
4) Lutadores de luta-livre são atores, em termos sindicais? É o que pensa Darren Arronofsky
5) Misterioso aroma doce se alastra de novo por Manhattan
6) Qual seu episódio favorito de Lost?
7) Proposta para ‘proteger’ o funk carioca tem repercussão internacional
8) Locadoras ou locações online?
9) Mulheres de vermelho chamam mais atenção de homens, afirma estudo
10) Flight of the Conchords decola online

Ok, ok…

Tou devendo a retrospectiva – ainda amanhã trago novas (podia até falar do próprio [REC], hmmm…), mesmo porque tenho que encher a carteira pra outro Vida Fodona Melhores de 2008 Parte 3.

Ih…

Saldo da Apple na primeira Macworld sem Steve Jobs:

– Um monte de plugins pros programas da empresa;
– Mais um Macbook – legal e tal, mas é só mais um Macbook;
– Músicas vendidas sem DRM (depois que RIAA desistiu de processar neguinho e de todas as gravadoras terem abandonado o sistema de proteção anticópias) – mas com preço mais caro justamente por causa disso (cuma?).

Dureza, hein. Nem iPhone novo, Mini Mac, nada. E a dúvida segue pairando sobre a Apple…

(E, pô, Pattoli, é claro que eu sei que essa notícia é fake, né… Olha a marca d’água do Onion no canto e… UMA RODA DE iPOD NO LUGAR DE UM TECLADO? Ri aê…)

Isso… Se transforma…

Não falo nada, só colo a legenda original:

“”Eu tinha vergonha de bancar a sexy, mostrar o corpo, sabe? Mas há um ano decidi que queria me transformar em uma deusa!”, conta Cléo Pires, que é capa da revista “Nova” deste mês”