HADOUKEN!
É aquele papo de uma imagem vale mais que yadda-yadda-yadda… Tirei daqui.
É aquele papo de uma imagem vale mais que yadda-yadda-yadda… Tirei daqui.
Parece a protagonista d’O Chamado original, mas é um dos estudos que a ilustradora Shannon Tindle fez para um dos personagens principais de Coraline, animação stop-motion do mesmo Henry Selick de O Estranho Mundo de Jack com história de Neil Gaiman. O filme é bem bonitinho – com as ilustrações de Shannon, que aproveitando o oba-oba em torno de Coraline, abriu um blog para mostrar seu trabalho e, no primeiro post, ela se auto-entrevista.
Depois de contar as histórias de como o skate deixou de ser uma modinha para se tornar um estilo de vida e do surfe em ondas gigantescas, é a vez do ex-skatista-e-atual-documentarista angeleno narrar a saga de uma das tretas de gangues de rua mais conhecidas do mundo – a dos Bloods vs. Crips. Nascidos em meio ao gangsta rap e aos conflitos pós-veredito do caso Rodney King e depois de aprender a lição que a militância por causas negras quase sempre terminam na bala ou na cadeia, toda uma geração de adolescentes abraça a violência como saída para continuar vivo (parecido com aqui, né? Tirando o fato que aqui não foi caso de política racial – e sim falta de horizonte mesmo). Crips and Bloods: Made in America estreou mês passado nos EUA e agora é torcer pruma dessas mostras feitas para cinéfilos traga e não esconda a sessão numa segunda às 16h. Senão, é apelar pro torrent.
Quatro clipes curtos do filme mais aguardado do semestre:
Parece só um filme de super-herói, né… Com umas cenas de ação OK, nada demais. Eles tão guardando o filé, fica frio – ontem rolou a primeira cabine para a imprensa, no mundo todo, em Los Angeles.
É, Guam também.
Invenção desse sujeito aqui.
Ano passado foi Klaxons com Rihanna. Ontem foi Ting Tings com Estelle. Grande mashup, aliás.
Culpa da Goon Tower.
Tá achando grande? Isso aí são só trechos sampleados (por isso, a quebra da emenda entre uma parte ou outra do prédio, no original não tem disso), olha só o tamanho da torrinha aqui. Dica do Ivan, da Nancy, que linkou esse trambolho genial quando falei da Goon City.
Mais um episódio OK (tirando a explicação inicial com a senhora e o pêndulo e a cena do vôo, tudo foi meio trivial), mas pelo menos encerramos essa etapa. Duas perguntas ficam no ar- cadê aquele um e por que o outro apanhou – mas agora é só tirar o episódio do Locke da frente pras engrenagens da temporada se encaixarem a máquina Lost começar a soltar fumaça. E o Hurley tava lendo Y: The Last Man!
Nota: 7.