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Link – 16 a 22 de março de 2009

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O papel do super-herói

“The basic idea of the superhuman is a very malleable one – you can do ‘realistic’ superhero stories like say Watchmen, which takes a hard-nosed look at how these creatures might alter the social and political landscape of our own world, or you can – as I prefer to do – position them as archetypes that allow us to talk about the world using the language of symbolism and allegory. There have been ‘realistic’ superhero stories, ‘surreal’ superhero stories, superhero westerns, superhero war stories, superhero detective stories, superhero horror stories, superhero romances etc.

I’m not even sure if there is a superhero genre or if the idea of the superhero is a special chilli pepper-like ingredient designed to energize other genres. The costumed superhero has survived since 1938, constantly shifting in tone from decade to decade to reflect the fears and the needs of the audience. The current mainstream popularity of the superhero has, I think, a lot to do with the fact that the Terror-stricken, environmentally-handicapped, overpopulated, paedophile-haunted world that’s being peddled by our news media is crying out for utopian role models and for any hopeful images of humankind’s future potential!”

Grant Morrison, na Big Issue escocesa (o que me lembrou que eu tenho que ler logo o Superman All Star, dele).

Vida Fodona #149: Postergando pro meio do ano

De novo falando entre as músicas, num VF fora do comum – mas igualmente bom.

General Eletriks – “Take Back the Internet”
Florence and the Machine – “Kiss with a Fist”
Friendly Fires – “In the Hospital”
Phoenix – “Like a Sunset”
Phantom Band – “The Howling”
Silver Jews – “Night Society”
El Mató a Un Policía Motorizado – “Corre, Corre, Corre”
Gal Costa – “Tuareg”
Pink Floyd – “Let There Be More Light”
Love – “Orange Skies”
Legião Urbana – “Teorema”
João Penca e Seus Miquinhos Amestrados – “Lágrimas de Crocodilo”
Stevie Wonder – “All Day Sucker”
Kinks – “Gotta Get The First Plane Home”
Mundo Livre S/A – “A Expressão Exata”
Quinto Andar – “Vai Venu”
Javiera Mena – “Al Seguinte Nível”
Rita Lee – “De Pés no Chão”
Elliott Smith – “Ballad of a Thin Man”

Chega mais.

Para entender a cultura do remix

Amanhã, neste mesmo horário, o Juliano Spyer lança (via Twitter – wtf?!) a coletânea “Para entender a internet”, em que ele compilou artigos de diferentes autores sobre temas relativos à mudança que estamos atravessando rumo ao digital inevitável. Ou, como o próprio Juliano explica:

Muitas pessoas ainda sentem que a tal revolução trazida pela Web é uma festa para a qual eles não foram convidados. Muitos professores de escolas públicas e privadas, empreendedores, executivos, comunicadores, administradores públicos e uma boa parte da sociedade civil não entendem o motivo de tanta euforia em relação à internet. Esse livro pretende ser um convite para que elas entrem e participem da festa.

Fui convidado para escrever sobre a cultura do remix, que, como vocês sabem, vai muito além de músicas reinventadas depois de lançadas. Por isso, neste mesmo horário, amanhã, eu surjo aqui com o link do livro de Spyer e a íntegra do texto que escrevi.

E já que tocamos nesse assunto…

Já o leu o Watchmen em quadrinho? Tá com um tempo? Ouve bem em inglês? Então saca só esse episódio da clássica série The Outer Limits, dos anos 60. Há quem diga que o seriado seria uma resposta institucional a outro líder de audiência, Além da Imaginação, uma vez que seu criador Leslie Stevens, ao que consta, seria um agente do governo norte-americano dentro da emissora ABC. Neste episódio, The Architechs of Fear, vemos a criação e execução de um plano Veidtiano até dizer chega – ainda mais no sentido original de Watchmen – que pode ter sido a inspiração original para o próprio Alan Moore (que cita o episódio no encerramento da série). O episódio tem quase 50 minutos, vale assistir.

Lula lá

E essa informação é só pra quem já leu o quadrinho – se você só assistiu ao filme Watchmen, não leia o que vem a seguir, porque eu vou contar o final da história…

Mesmo abortando o final apocalíptico-lovecraftiano na versão para o cinema de Watchmen, Zack Snyder conseguiu citar a lula-alienígena-gigante que invade Nova York no início do último capítulo de Watchmen em quadrinhos, matando milhões de pessoas ao mesmo tempo. Como ficou com medo de equivaler o impacto do original – deixando em aberto a possibilidade de outras pessoas tentarem refilmar a minissérie num futuro próximo -, o diretor da adaptação de Alan Moore batizou o plano perfeito de Ozymandyas de S.Q.U.I.D. (“Lula”, em inglês), que, no filme, é uma sigla para “Sub QUantum Intrinsic Device”, que surge em um ou outro detalhe de cena.