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General Motors (1908-2009)


Imagem: tcnbaggins

O blog Apocalipse Motorizado traduziu o texto em que Michael Moore comenta a falência da GM:

É com triste ironia que a empresa que inventou a “obsolescência programada” – a decisão de construir carros que se destroem em poucos anos, obrigando o consumidor a comprar outro – tenha se tornado ela mesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o público queria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah, e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutou aguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e de segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os “inferiores” carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrão para os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalho sindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para “melhorar” sua produtividade a curto prazo.

A íntegra do texto tá aqui.

De Tom Waits para Bob Dylan

O blog Carnival Saloon compilou as participações especiais de Tom Waits no programa de rádio de Bob Dylan – o Theme Time Radio Hour, que já está em sua terceira temporada. Waits começou a participar do programa enviando fitas sobre temas aleatórios, até que a produção passou a antecipar os temas do programa para que ele lhes enviasse mais fitas com suas palavras de sabedoria. Eis cinco trechos (em inglês, não vou traduzir – se alguém traduzir eu até posto aqui), em que o garganta fala com a maior seriedade sobre assuntos da maior seriedade.


Tom Waits – “Body Parts


Tom Waits – “Birds


Tom Waits – “Jewish Curses


Tom Waits – “Numbers


Tom Waits – “RX Sign

“Um livro que estou lendo”

Tim Maia ainda estava lendo o livro, sendo convencido. Não havia sido convertido pelo Racional Superior (sua banda ainda não se vestia toda de branco), mas ele já era influenciado pela Cultura Racional – tanto que compôs a clássica “Que Beleza”, apresentada pela primeira vez ao vivo no dia 12 de agosto de 1974, no Teatro Bandeirantes. O vídeo acima é o equivalente de assistirmos George Clinton transformar sua banda de doo-wop, os Parliaments, num dos grupos que reinventou a música negra nos anos 70, o Parliament/Funkadelic. Coisa finíssima.

Já tinha visto? Nem eu – dica do JP via Bruno.