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Rita Lee – “Nem Luxo Nem Lixo”

Intr:D7 F D7

G
Como vai você?
Dm C#7+
Assim como eu
C7+
Uma pessoa comum
Cm F
Um filho de Deus
Bm
Nessa canoa furada
E
Remando contra a maré
Am Cm
Não acredito em nada não
C Em Am G
Até duvido da fé
C Cm Bm E
Não quero luxo nem lixo
Am D7 G
Meu sonho é ser imortal, meu amor
Gm C7 F Bb7+
Não quero luxo nem lixo
Gm D# Am D7
Quero saúde pra gozar no final

Rita Lee – “Mamãe Natureza”

Intro: D4/A D/A D4/A
D4/A D/A D4/A
D4/A D/A D4/A D/A
D D# E

A D
Não sei se eu estou pirando
A D D# E
ou se as coisas estão melhorando
A D
Não sei seu eu vou ter algum dinheiro
A E
ou se eu só vou cantar no chuveiro

D A
Estou no colo da Mãe Natureza
D A
Ela toma conta da minha cabeça
D A G# G F#
É que eu sei que não adianta mesmo a gente chorar
B E
A Mamãe não dá sobremesa

A D
Mas eu não sei se eu estou pirando
A D D# E
ou se as coisas estão melhorando
A D
Não sei se eu vou ter algum dinheiro
A E
ou se eu só vou cantar no chuveiro

D A
Estou no colo da Mãe Natureza
D A
Ela toma conta da minha cabeça
D A G# G F#
É que eu sei que não adianta mesmo a gente chorar
B E
A Mamãe não dá sobremesa

A
Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C G C G A D D# E
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á áaaaaaa………

A D
Mas eu não sei se eu estou pirando
A D D# E
ou se as coisas estão melhorando
A D
Não sei seu eu vou ter algum dinheiro
A E
ou se eu só vou cantar no chuveiro

D A
Estou no colo da Mãe Natureza
D A
Ela toma conta da minha cabeça
D A G# G F#
É que eu sei que não adianta mesmo a gente chorar
B E
A Mamãe não dá sobremesa
A

Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C G C G A
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á áaaaaaa………
A
Mamãe oh mamãe natureza
Tchuru ru ru tchu ru ru
A
Mamãe oh mamãe natureza
Tchuru ru ru tchu ru ru

C A E A

“Este homem é um Simonal”

“Ser um Simonal”, naquele tempo, transmitia imediatamente ao leitor todos os atributos que o personagem da matéria alimentava havia quatro anos. O sucesso monumental, comparável apenas ao de Roberto Carlos; a capacidade aparentemente sem fim de gerar sucessos (“Sá Marina”, “Tributo a Martin Luther King”, “Nem vem que não tem” e, avassalador naquela época, “País tropical”); o famoso suingue, que colocava para dançar numa mesma pista a socialite e sua faxineira; o estilo pessoal, com roupas caras compradas na Dijon e do uísque Royal Salute sem gelo e sem água; a capacidade de comandar a plateia como se fosse seu próprio coral de apoio, tanto em uma boate da moda, em seu programa na TV Record, em teatros ou no Maracanãzinho; sua Mercedes do ano, conversível, vermelha e preta como o Flamengo; o menino pobre de Areia Branca que acabou duetando com Sarah Vaughan e arrancando elogios de Quincy Jones em Paris; o Simonal empresário, que montou seu próprio escritório para ter controle total sobre a sua carreira; a imagem poderosa, capaz de ajudar a vender lubrificantes e formicidas da Shell; o homem negro por quem suspiravam as loiras da alta sociedade. Ou, como resumiu o Jornal do Brasil numa série de seis reportagens biográficas: “Aquele cara que todo mundo queria ser”.

Ricardo Alexandre liberou pra Flávia a introdução de sua biografia sobre Wilson Simonal, Nem Vem que Não Tem, que está para sair. A íntegra tá no site dela.

O verdadeiro psicopata americano

Essa versão que o ator Miles Fischer, do Mad Men, fez para “This Must Be the Place”, do Talking Heads, não homenageia apenas o filme Psicopata Americano. Repare com quem ele se parece no clipe:

Exato! Parece o Tom Cruise, que ele já tinha sacaneado na paródia Super-Herói – O Filme.

Mais engraçado do que isso é descobrir que o personagem interpretado por Christian Bale em Psicopata Americano foi inspirado no próprio Tom Cruise, como a diretora do filme, Mary Harron, revelou em uma entrevista na semana passada:

How did you and Christian Bale develop his character in American Psycho?
It was definitely a process. We talked a lot, but he was in L.A. and I was in New York. We didn’t actually meet in person a lot, just talked on the phone. We talked about how Martian-like Patrick Bateman was, how he was looking at the world like somebody from another planet, watching what people did and trying to work out the right way to behave. And then one day he called me and he had been watching Tom Cruise on David Letterman, and he just had this very intense friendliness with nothing behind the eyes, and he was really taken with this energy.

Kibei esse post do /Film.