Chá de fita
Eis um dos legados da falecida Vice Brasil:
Pô, isso no meu tempo era uma brincadeira do tipo “Brasília não tem nenhuma lenda urbana, vamo inventar uma”. Sério. Claro que algum maluco já deve ter feito isso, mas, porra…
Eis um dos legados da falecida Vice Brasil:
Pô, isso no meu tempo era uma brincadeira do tipo “Brasília não tem nenhuma lenda urbana, vamo inventar uma”. Sério. Claro que algum maluco já deve ter feito isso, mas, porra…
A Esquire chamou a protagonista de Weeds pra fazer umas fotinhas e aproveitou pra colocá-la lendo o início de Alice no País das Maravilhas na cama.
Capa da i-D deste mês, Lily foi fotografada no dia seguinte de uma festa da Channel no Ritz em Paris, onde se apresentou e discotecou. E o ensaio foi produzido por Kate Moss – que não deve ter tido muito trabalho pra convencer a cantora a pagar peitinho pra câmera – veja aqui.
Depois que vampiros matam Gepeto, o boneco de pau jura vingança – mentindo para que seu nariz cresça e funcione como uma fonte interminável de estacas para exterminar os mortos-vivos. É sério.
Outra coletânea de Michael Jackson? Pode ir atrás que eu recomendo: o vizinho de Fubap Wilsera compilou tanto hits do sujeito como homenagens feitas a ela por gente como Mitchell Brothers, Ian Brown, Stevie Wonder e Marvin Gaye. Vai na fé.
O Vinícius me mandou o vídeo acima, em que Jarvis, após a morte de Michael, explica o incidente em 1996 e fala sobre o que ele realmente acha sobre o Rei do Pop. Sua resposta ao ser perguntado sobre a genialidade de Michael Jackson é sucinta e precisa: “Ele inventou o moonwalk”. Que mané escritor de livro – Jarvis Cocker é a melhor tradução do Ser Britânico de hoje em dia.
Diz pra ele, Jarvis.
Ou, como bem definiu o Delfin, é a invenção do antipassaralho, hahaha. Olha o comunicado oficial da editora Fina Flor, que tocava a revista:
11 profissionais e uma única decisão
Por discordâncias de postura e processo de trabalho, a equipe da editora FinaFlor, formada por 11 profissionais, demitiu-se coletivamente na tarde de ontem (07/07) do projeto da Revista Vice Brasil. Essa decisão, que invadiu o mercado editorial, foi um ato de repúdia ao questionamento da credibilidade da classe jornalística como um todo.
A equipe da editora FinaFlor defende o respeito, a liberdade de expressão e a ética profissional acima de qualquer outro interesse. Em um mercado editorial que se reinventa, acreditamos, sim, em estratégias novas, projetos diferenciados para públicos específicos, publicações customizadas e todas as formas de comunicação que prevêem um compromisso imutável com o leitor – e apenas com ele. Por essa razão, implantamos o projeto de Vice Brasil e nos desligamos a fim de manter nossa verdade editorial, individual e coletivamente.
É importante esclarecer que a equipe em questão é formada por jornalistas, designers, fotógrafos e produtores com experiência fundamentada de mercado e que esse desligamento só ocorreu depois da certeza de que o produto em questão estava pronto para trilhar seu próprio caminho, sozinho.
Sucesso para todos.Atenciosamente,
Equipe FinaFlor