Cinco vídeos para o meio da semana – 98
Air – “Sing Sang Sung”
Thom Yorke – “Harrowdown Hill”
Mombojó – “Amigo do Tempo”
Scarlett Johansson & Pete Yorn – “Relator”
Crookers – “Put Your Hands on Me (featuring Kardinal)”
Air – “Sing Sang Sung”
Thom Yorke – “Harrowdown Hill”
Mombojó – “Amigo do Tempo”
Scarlett Johansson & Pete Yorn – “Relator”
Crookers – “Put Your Hands on Me (featuring Kardinal)”
Está entrando no ar a TV Serge Gainsbourg – um apanhado de vídeos do YouTube com o cara que eu fiz enquanto afundava em sua obra. Na primeira parte, seguem seus primeiros hits. Pianista de formação clássica, Serge – que se chamava Lucien Ginsburg, originalmente – queria ser artista plástico. Mas como o pai, pianista da noite, começou a receber muitas propostas de trabalho, passou algumas para o filho que, aos poucos, foi entrando no mundo da composição e interpretação. Esses primeiros vídeos são de sua fase inicial, quando ainda compunha sob a influência da canção tradicional francesa, antes de ser atingido pelo raio da música pop, que mudou completamente sua carreira e a percepção de seu trabalho junto ao público. Na época dos vídeos abaixo, Serge era apenas mais um nome promissor da cena da margem esquerda do Rio Sena, um grupo de artistas e intelectuais que freqüentava clubes e cafés até altas horas e que, ocasionalmente, lançava discos e tocava na TV ou no rádio. Algumas músicas (mais no final) foram compostas depois de seu contato com o pop, mas ainda refletem a importância que este tipo de canção tinha em sua composição. Nada de choque, de afrontas ou escândalos – a obra de Serge ainda era comportada e, no máximo, cogitava expressões de duplo sentido. No primeiro vídeo, Juliette Greco, um dos principais nomes desta cena, canta a primeira música de Gainsbourg a ter repercussão fora desse métier.
Juliette Greco – “Les Amours Perdues”
Serge Gainsbourg – “Le poinçonneur des Lilas”
Serge Gainsbourg – “La Nuit d’Octobre”
Serge Gainsbourg – “Adieu Créature”
Serge Gainsbourg – “Du Jazz dans le Ravin”
Serge Gainsbourg – “La Chanson de Prévert”
Serge Gainsbourg – “Ce Mortel Ennui”
Serge Gainsbourg – “L’Alcool”
Serge Gainsbourg – “Elaeudanla Teïtéïa”
Serge Gainsbourg – “La Javanaise”
Dessa vez mexendo na história do mercado editorial:
Qual é o segredo do autor do ‘Código Da Vinci’?
Dan Brown volta às notícias com seu novo livro, ‘The Lost Symbol’: o e-book está vendendo mais do que o livro de papel
Vão falar em conspiração. Apesar do novo livro de Dan Brown, The Lost Symbol, mais uma vez abordar temas polêmicos, ele está prestes a entrar para a história por outro mérito: desde seu lançamento, na terça-feira passada, o livro ocupa, simultaneamente, as duas primeiras posições na lista dos mais vendidos em ficção na loja online Amazon. O detalhe histórico é que a versão eletrônica, o e-book, que só pode ser lida no Kindle, o e-reader lançado pela loja, está acima da versão em papel.
Aguardado desde o lançamento de O Código Da Vinci, que vendeu mais de 80 milhões de exemplares em todo mundo, o livro não criou uma expectativa de lançamento como se esperava, mesmo com o uso de ferramentas como o Twitter e o Facebook para promovê-lo. Mas sem vender um exemplar sequer, Lost Symbol já tinha conseguido seu pequeno lugar na história ao se tornar o primeiro livro a ser lançado tanto em formato eletrônico quanto em papel no mesmo dia. Até então, a cópia eletrônica sempre era lançada depois.
Mas bastou o livro chegar às lojas para conseguir suas primeiras marcas consideráveis. A primeira foi no terreno físico. Lost Symbol atingiu a marca de um milhão de cópias vendidas no primeiro dia de lançamento.
O feito invejável veio logo que a semana terminava e, embora a Amazon não confirmasse oficialmente, estava no site: o e-book, lançado há menos de uma semana, era mais vendido do que a edição de papel, posto em pré-venda há seis meses.
No Brasil, a editora Sextante, que lançará o livro em dezembro, já criou um blog (www.sextante.com.br/simboloperdido) para divulgar o lançamento. Mas não há previsão sobre uma versão eletrônica do livro.
Mas o ponto é que, mesmo que no fim das contas o e-book ainda não desbanque o livro de papel, vimos, na semana passada, o primeiro passo dado rumo à popularização do livro eletrônico, fato de que até os mais céticos duvidavam.
Dessa vez o Jack White mandou bem, tirando um barato com o diretor Emmet Malloy, que respondia perguntas ao público sobre o documentário Under Great White Northern Lights (que é sobre os White Stripes, banda de Jack) no festival de cinema de Toronto, no fim de semana. Vi lá na Goma.
Aconteceu ontem, no Porão do Rock, em Brasília. Clique por sua própria conta e risco:
De repente, a volta dos Mutantes não parece ser o fundo do poço.
Mallu encerrou a turnê de lançamento de seu primeiro disco neste fim de semana, em São Paulo, e o Terron filmou duas músicas novas – uma tá aí em cima e a outra você vê no post original dele.
• O novo rádio • Qualquer um pode ter uma rádio sem limite de alcance • Taxa sobre streaming de música quase matou webrádio nos EUA • No Brasil, pagar ao Ecad é obrigatório • Emissoras tradicionais se voltam para a internet • Lia Calabre: “A convergência de mídias mexerá com todas as definições” • Nair Prata: “Ouvinte de radio online quer interferir na programação” • Qual é o segredo do autor do ‘Código Da Vinci’? • eBay, Skype, PayPal – qual deles vale mais? • Vida Digital: Jumbo Elektro •