Acordar com a Megan Fox
Vamos lá, faça um esforço.
Vamos lá, faça um esforço.
O Yahoo desligou os aparelhos que mantinham o Geocities vivo. O site foi um dos primeiros a liberar espaço gratuitamente para quem quisesse construir seu espaço online e fez parte da puberdade de toda uma geração que hoje domina diferentes aspectos da rede. Nascido no meio dos anos 90, o site pode ser entendido como uma das primeiras tentativas de organizar o conteúdo gerado pelo usuário (dá pra chamar de proto-web 2.0?) e um dos primeiros habitantes da tal “nuvem” de dados do cloud computing (antes do webmail viver seus primeiros dias de glória, com o lançamento do Hotmail em 1996 – que só foi comprado pela Microsoft anos depois).
Eu mesmo migrei o Trabalho Sujo de vez para a internet quando o tirei do papel em 1999; ano que também fundei, com o Abonico, um e-zine temporário – chamado, er, 1999 (que tinha uma atualização por dia – do primeiro de janeiro ao 31 de dezembro). Ambos estavam estacionados no Geocities (a íntegra do 1999 e o Sujo entre 2000 e 2004, antes de entrar no Gardenal), fósseis flutuantes de um recente passado digital – como milhares de outros repositórios de informação que estavam naquela freguesia – e agora só existem num HD solto aqui em casa, no Wayback Machine e na memória de quem viveu aqueles anos.
A imagem que ilustra esse post é a reformulação de layout que o genial XKCD fez em homenagem ao fim do Geocities, com ícones emblemáticos do site – como seus banners coloridos, seus ícones batidos, os wallpapers que piscavam, as tabelas de programação à vista, erros de HTML e outros detalhes que, vistos de 2009, parecem ter mais de trinta anos de idade
Um dos roteiristas mais importantes de Hollywood hoje em dia (pra você ver o nível…), Akiva Goldsman está se estabelecendo como um dos principais nomes da indústria ao fazer filmes corretos e esquecíveis (como as duas adaptações para os livros de Dan Brown, Uma Mente Brilhante – que lhe garantiu o Oscar – e as adaptações recentes de Eu, Robô e Eu Sou a Lenda), mas ele entrou nesse jogo mostrando credenciais nerds que lhe fizeram escrever o roteiro do quarto filme do Batman (o deplorável Batman & Robin, que eu considero o melhor filme da primeira fase do homem-morcego no cinema, por ser uma reverência ao seriado dos anos 60 mais do que ao quadrinho original) e produzir a bomba que foi o remake de Perdidos no Espaço.
Mas mesmo se tornando cada vez mais certinho e coxinha, ele não largou sua nerdice (não é à toa que JJ Abrams o convidou para dirigir e escrever o episódio de estréia da segunda temporada de Fringe) e está envolvido nas adaptações de Lobo (que vai ser dirigido pelo Guy Ritchie – e isso pode ser bem bom) e de Jonah Hex para o cinema, além de um filme que, mais uma vez inspirado em uma obra de Alan Moore, pode arriscar mexer com os paradigmas do cinema de super-herói – para logo depois voltar atrás. Mas em uma longa entrevista para o LA Times, Akiva conversou um pouco sobre o que pode ser o Monstro do Pântano no cinema:
“We want a film with real Southern, dark horror overtones, a little bit like a classic Universal horror film,” Goldsman said, knowing full well that his presence on the project will stir controversy — it’s a character that filmmaker Guillermo del Toro has called one of the “few remaining Holy Grails” in comics.
Pode ser fodão, mas na mão de quem tá, é mais provável que um filme do Monstro do Pântano mais uma vez seja vítima da maldição de Alan Moore – e gere um filme que até instigue algum interesse próximo ao da obra original, mas que vá fracassar drasticamente em termos comerciais.
Saiu o livro de Alison Castle sobre o Napoleão de Kubrick. Parece sinistro.
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É do CSI. Custou quase meio milhão de dólares – e o resultado é esse.
Vi no site da Época Negócios.
Classe A o mashup de “Hyperbolicsyllabicsesquedalymistic”, do Isaac Hayes, com “Fight the Power”, do Public Enemy, no Festival Trip de Política, que rolou no outro fim de semana.
E foi mesmo. Sexta o Vegas ficou pequeno pra receber a primeira FERA, festa que une oficialmente a Gente Bonita e a Popscene, que trouxe o DJ set da Mickey Gang e o André Paste (na foto acima ao lado do DJ Goos, outro talento revelado pela GB) que, em especial, foi INACREDITÁVEL. Depois eu posto um videozinho aqui. As fotos são do site da Erika Palomino.