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Beatles x Muppets


Muppets – “Octopus’s Garden”

O blog Saturday Morning Central fez uma compilação das cenas em que a trupe de bonecos de Jim Henson visita os Beatles. Pra começar, temos o Caco revivendo a recepção de Ed Sullivan para um grupo novo com um nome engraçado:


Muppets – “She Loves You”

“Ob-La-Di Ob-La-Da” parece que foi feita para o programa:


Muppets – “Ob-La-Di Ob-La-Da”

“I’m Looking Through You” vira um jazzinho fantasmagórico:


Muppets – “I’m Looking Through You”

Aqui, o Gonzo assume o papel de Ringo (na verdade, de Buck Owens), no espelho:


Muppets – “Act Naturally”

E tem essa versão tikidélica de “With a Little Help from my Friends” tem o saxofonista e tocador de bongô mais improvável da história,

O post original ainda linka outros vídeos (“Blackbird“, “While My Guitar Gently Weeps“, “Good Day Sunshine“), além da infame “Letter B”, da Vila Sésamo:

Link – 31 de agosto de 2009

Cadê o DVD que estava aqui?Locadoras mudam para não morrerPequenas brigam por espaço no mercado norte-americanoBlogs podem ser fonte de inspiração para as lojasBlu-ray começa a baratear, mas será que sobrevive?Streaming pode extinguir todo e qualquer discoHollywood foi contra o cinema em casaSaiba como sobreviver ao fim das locadorasQual última notícia lhe chamou atenção?Internet pela tomada: tudo prontoVida Digital: Chad Hurley, do YouTube

“Só na balinha…”

Parece ser só mais uma matéria de telejornalismo policial sobre o uso de drogas em “festas rave”, só que… Vai vendo…

Falta pouco mais de uma semana para o Beatles Rock Band

Recomendo ler a matéria do New York Times sobre o making of do jogo que a gente publicou no Link há duas semanas, hein. Olha um trecho:

“Estamos no precipício de uma mudança cultural que diz respeito à forma como o mercado de massas consome música”, diz Alexis Rigopulos. Aos 39 anos, ele é cofundador e o principal executivo da Harmonix Music Systems, que desenvolveu o Rock Band dos Beatles e criou o Rock Band e o Guitar Hero originais, jogos que hoje são suas fundações.

Apesar de videogames serem mais associados a armas do que a guitarras, os jogos de música já são a segunda categoria de games mais populares do mercado, tendo ultrapassado os jogos de esportes e sem estar muito distante da tradicional categoria de games de ação. O primeiro Guitar Hero é de 2005. Dois anos depois, a Harmonix, que foi comprada pela MTV, apresentou o Rock Band.

Juntos, Guitar Hero e Rock Band (que hoje são franquias compradas por empresas concorrentes) mudaram a forma como os fãs se relacionam com a música – e já faturaram mais de US$ 3 bilhões. O dinheiro não vem apenas das vendas iniciais mas também de um fluxo contínuo de novas faixas que podem ser baixadas ao preço de US$ 2 por música.

O catálogo do Rock Band tem mais de 800 músicas de bandas tão diferentes quanto Grateful Dead e Megadeth. Desde o início, os artistas perceberam que as pessoas estavam descobrindo músicas nos games para depois comprá-las em outro lugar. No iTunes, os downloads de uma música de 1978 do Cheap Trick – Surrender – triplicaram depois que a faixa apareceu no Guitar Hero 2, e as vendas de uma canção de 1994 do Weezer foram multiplicadas por dez. E cada vez mais os games tornam-se uma plataforma para vender música.

Hoje são as empresas de jogos que definem que música será vendida e há um gargalo de gravadoras querendo empurrar seus artistas para esses games. Mas no final do mês passado, a Harmonix anunciou que vai licenciar ferramentas de software e disponibilizar treinamento para quem quiser criar e distribuir versões jogáveis de músicas na rede social do Rock Band, o que irá aumentar drasticamente a quantidade e a variedade de canções disponíveis. A gravadora Sub Pop, que lançou o primeiro disco do Nirvana, já anunciou que tem planos de tornar todo seu catálogo – atual e futuro – disponível.

A Rock Band Network tem um potencial tão grande que a Harmonix manteve por muito tempo seu desenvolvimento em absoluto segredo, incluindo batizá-lo com o nome de trabalho Rock Band Nickelback, na esperança de que o nome de uma banda de rock essencialmente genérica dispersasse eventuais curiosidades.

Depois de um aceno educado rumo à modéstia, Rigopulos prevê: “Nós iremos explodir isso a ponto de nos tornarmos a nova indústria fonográfica”. Ele afirma que gente que nunca jogou videogame irá comprar Beatles Rock Band e que quando fizer isso passará a querer canções interativas de outros artistas. “Por mais que Guitar Hero e Rock Band tenham sido enormes nos últimos anos, eu acho que estamos vendo a pequena rachadura que vai se tornar uma falha geológica”, ele confirma, “porque os Beatles têm um alcance e um poder que nenhuma outra banda tem”.

A reportagem ainda fala com Dhani Harrison, Giles Martin, Yoko Ono, Ringo Starr e Paul McCartney, acompanhando-os no dia do anúncio do jogo na E3 deste ano, durante a masterização em Abbey Road (os originais dos Beatles não tinham backup!) e no escritório da Harmonix.

Júpiter Maçã – “Modern Kid”

Flavio Basso aos poucos sai da gaiola. Depois de um disco catártico de exposição mínima (Bitter, composto e gravado com a parceira Bibmo) e um álbum lançado três anos depois de ter sido gravado (Uma Tarde na Fruteira), ele chegou a flertar com a MTV, mas logo vai deixando sua recente trip retrô em segundo plano, abraçando de novo a contemporaneidade pop. O primeiro fruto dessa nova fase é a canção “Modern Kid”, que mexe nos gens britpop de Júpiter e faz baixar um Jarvis Cocker mod no gaúcho, que agora conta com os teclados do Astronauta Pingüim, o baixo de Thunderbird e guitarra de Dustan Gallás. O Thunder o entrevistou em seu programa na rádio online do Centro Cultural São Paulo, quando ele deu uma geral em sua carreira e falou um pouco sobre a nova fase. Bem bom.


Júpiter Maçã – “Modern Kid