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A presença de Tim Maia

E não só dele: boa parte do funk brasileiro e do groove black dos anos 70 é evocado no disco Rádio do Canibal, do DJ BK-One, que ainda tem participação de gente do Roots, do Wu-Tang, do Atmosphere, entre outros.

Quequefoiaquelo…

Alguém anotou a placa desse show do Franz Ferdinand em São Paulo? Se não fosse o do Radiohead, teria sido show do ano, fácil, fácil. Mas há quem espere o Faith No More, o Sonic Youth ou o Primal Scream.

Bat for Lashes no Brasil?

Não sei o que é mais sem-noção: achar que o Coldplay vai lotar o Morumbi (haja promoção de rádio e ingresso VIP pra convencer tanta gente a ver uma banda tão besta) ou colocar a delicada Natasha Khan, que assina como Bat for Lashes, para abrir o show morno dos caras num estádio. Fica a dica para a produção – ou para quem conseguir contactar a produção prum acordo: coloca ela em duas datas no Sesc Vila Mariana que, aí sim, alguém vai conseguir ver uma apresentação decente dela. E se você não conhece a Natasha, siga os marcadores deixados pela Kátia que, de longe, é a pessoa que eu conheço que mais cita o trabalho dela (e de onde eu inclusive surrupiei o trailer do documentário acima, chamado Two Suns).