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Três vezes à prova de bala

O francês Sugarmotor reinventou a roda – ou melhor “La Roue”, como pede o trocadilho de seu EP de mashup que usa o hit “Bulletproof”, da ótima La Roux (a pronúncia das duas palavras em francês é idêntica). Além de “Smile Like You’re Bulletproof” que eu já toquei num Vida Fodona, o disco ainda conta com outros dois mashups – um com Michael Jackson, outro como Loony Wise Men.


Sugarmotor – “Smile Like You’re Bulletproof


Sugarmotor – “Beat it Proof


Sugarmotor – “Bulletproof Dude

A nova do Yeasayer

Bem boa essa música nova do Yeasayer, que apareceu no ano passado com ares de subir na mesma velocidade que o MGMT, mas não contou com uma grande gravadora bancando a aposta. “Ambling Alp” flutua entre a psicodelia do Brooklyn característica da banda rumo às músicas mais dançantes do Grizzly Bear. O disco novo, Odd Blood, está para sair agora em janeiro e algumas faixas já apareceram (“O.N.E.“, “Madder Red“, “I Remember“, “Tightrope” e a própria “Ambling Alp“) em shows da banda.


Yeasayer – “Ambling Alp

Na moda

Mediei essa semana o debate O Futuro da Mídia, que aconteceu dentro do ciclo Pense Moda, que rolou na Faap. No palquinho do auditório que acabara de receber a Cecilia Dean, fiz com que pessoas de background tão diferentes quanto a Andrea Bisker (do WGSN), o Fernand Alphen (da F/nazca), o Paulo Caruso (da O2), Alexandra Farah (do Filme Fashion) e Sebastian Orth (da Surface to Air) conversassem sobre mídia, moda, internet, negócios, marcas e propaganda – temas que poderiam render papo por horas (fora que a visita à Faap sempre é válida). Normalmente aviso com antecedência, mas essa semana foi corridaça, então fica aqui o registro. As fotos acima são do Flicrk do Filme Fashion (eu tou ali, à esquerda da Andrea, que está à direita na foto) e essa debaixo é do próprio Pense Moda (tem outras ).

Cabra bonito, dizaê.

Amor Só De Mãe, de Dennison Ramalho

E se você não conhece Dennison Ramalho pelo nome, deveria conhecer – então é hora de assistir Amor Só de Mãe (2003), um dos melhores filmes de terror já feito no Brasil (e não é a primeira vez que eu o recomendo aqui). O filme ainda não foi para o YouTube e pode ser assistido na íntegra no PortaCurtas, da Petrobrás. Aos incautos, vale dizer que o média metragem é livremente inspirado no trágico samba-canção “Coração Materno”, de Vicente Celestino, que o Caetano regravou no Tropicália. Pra quem já conhece a faixa, vale ouvi-la de novo antes de entrar no clima bad vibe do filme de Dennison. Quem não a conhece pode deixar para ouvi-la depois do filme.