Trabalho Sujo - Home

Rita Lee – “Caso Sério”

Bm7 C#m7 Bm7 C#m7 Bm7 C#m7 Bm7 C7+

Bm7 B7/4(9) B7(b9)
Eu fico pensando em nós dois
Em G#m7(b5)
Cada um na sua, perdidos na
C#7/#9 F#7
cidade nua
F#7(b13) Bm7
Empapuçados de amor,
B7/4(9)
Numa noite de verão,
B7(b9) Em
Ai!Que coisa boa!
G#m7(b5)
À meia-luz,
C#7(b9) F#7
à sós, à to-a
F#7(b13) B7+ B7/4(9) B7(b9)
Você e eu somos um
Em7 A7
Caso sério
Em7 A7
Ao som de um bolero
Em7 A7
Dose dupla
Em7 A7
Românticos de Cuba Libre
Em7 A7
Misto quente
C#m7(b5) F#7(b13)
Sanduíche de gente

Rita Lee – “Baila Comigo”

A7M Bm7 E A7M Bm7
Se Deus quiser, um dia eu quero ser índio
E A7M Am7 D7(9) G7M G6 Gm7
Viver pelado, pintado de verde num eterno domingo
C7(9) F7M F6 B7
Ser um bicho preguiça e espantar turista
E E5+ E6 E7
E tomar banho de sol, banho de sol, banho de sol, sol

A7M Bm7 E A7M Bm7
Se Deus quiser um dia acabo voando
E A7M Am7 D7(9) G7M G6 Gm7
Tão banal, assim como um pardal, meio de contrabando
C7(9) F7M F6 B7
Desviar de estilingue, deixar que me xinguem
E E5+ E6 E7
E tomar banho de sol, banho de sol, banho de sol, banho de sol

Bm7 E A7M F#m7 Bm7
Baila comigo,
E A7M F#m7
Como se baila na tribo
Bm7 E A7M F#m7 B7(9)
Baila comigo,
E E5+ E6 E7
Lá no meu esconderijo

A7M Bm7 E A7M Bm7
Se Deus quiser um dia eu viro semente
E A7M Am7 D7(9) G7M G6 Gm7
E quando a chuva molhar o jardim, ah, eu fico contente
C7(9) F7M F6 B7
E na primavera vou brotar na terra
E E5+ E6 E7
E tomar banho de sol, banho de sol, banho de sol, sol

A7M Bm7 E A7M Bm7
Se Deus quiser um dia eu morro bem velha
E A7M Am7 D7(9) G7M G6 Gm7
Na hora “H” quando a bomba estourar quero ver da janela
C7(9) F7M F6 B7
E entrar no pacote de camarote
E E5+ E6 E7
E tomar banho de sol, banho de sol, banho de sol, banho de sol

E5+ – 002110
E6 – 002424

Rita Lee – “Nem Luxo Nem Lixo”

Intr:D7 F D7

G
Como vai você?
Dm C#7+
Assim como eu
C7+
Uma pessoa comum
Cm F
Um filho de Deus
Bm
Nessa canoa furada
E
Remando contra a maré
Am Cm
Não acredito em nada não
C Em Am G
Até duvido da fé
C Cm Bm E
Não quero luxo nem lixo
Am D7 G
Meu sonho é ser imortal, meu amor
Gm C7 F Bb7+
Não quero luxo nem lixo
Gm D# Am D7
Quero saúde pra gozar no final

Rita Lee – “Mamãe Natureza”

Intro: D4/A D/A D4/A
D4/A D/A D4/A
D4/A D/A D4/A D/A
D D# E

A D
Não sei se eu estou pirando
A D D# E
ou se as coisas estão melhorando
A D
Não sei seu eu vou ter algum dinheiro
A E
ou se eu só vou cantar no chuveiro

D A
Estou no colo da Mãe Natureza
D A
Ela toma conta da minha cabeça
D A G# G F#
É que eu sei que não adianta mesmo a gente chorar
B E
A Mamãe não dá sobremesa

A D
Mas eu não sei se eu estou pirando
A D D# E
ou se as coisas estão melhorando
A D
Não sei se eu vou ter algum dinheiro
A E
ou se eu só vou cantar no chuveiro

D A
Estou no colo da Mãe Natureza
D A
Ela toma conta da minha cabeça
D A G# G F#
É que eu sei que não adianta mesmo a gente chorar
B E
A Mamãe não dá sobremesa

A
Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C G C G A D D# E
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á áaaaaaa………

A D
Mas eu não sei se eu estou pirando
A D D# E
ou se as coisas estão melhorando
A D
Não sei seu eu vou ter algum dinheiro
A E
ou se eu só vou cantar no chuveiro

D A
Estou no colo da Mãe Natureza
D A
Ela toma conta da minha cabeça
D A G# G F#
É que eu sei que não adianta mesmo a gente chorar
B E
A Mamãe não dá sobremesa
A

Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á á
A
Mamãe oh mamãe natureza
C G C G A
Tchuru ru ru tchu ru ru uá á á áaaaaaa………
A
Mamãe oh mamãe natureza
Tchuru ru ru tchu ru ru
A
Mamãe oh mamãe natureza
Tchuru ru ru tchu ru ru

C A E A

“Este homem é um Simonal”

“Ser um Simonal”, naquele tempo, transmitia imediatamente ao leitor todos os atributos que o personagem da matéria alimentava havia quatro anos. O sucesso monumental, comparável apenas ao de Roberto Carlos; a capacidade aparentemente sem fim de gerar sucessos (“Sá Marina”, “Tributo a Martin Luther King”, “Nem vem que não tem” e, avassalador naquela época, “País tropical”); o famoso suingue, que colocava para dançar numa mesma pista a socialite e sua faxineira; o estilo pessoal, com roupas caras compradas na Dijon e do uísque Royal Salute sem gelo e sem água; a capacidade de comandar a plateia como se fosse seu próprio coral de apoio, tanto em uma boate da moda, em seu programa na TV Record, em teatros ou no Maracanãzinho; sua Mercedes do ano, conversível, vermelha e preta como o Flamengo; o menino pobre de Areia Branca que acabou duetando com Sarah Vaughan e arrancando elogios de Quincy Jones em Paris; o Simonal empresário, que montou seu próprio escritório para ter controle total sobre a sua carreira; a imagem poderosa, capaz de ajudar a vender lubrificantes e formicidas da Shell; o homem negro por quem suspiravam as loiras da alta sociedade. Ou, como resumiu o Jornal do Brasil numa série de seis reportagens biográficas: “Aquele cara que todo mundo queria ser”.

Ricardo Alexandre liberou pra Flávia a introdução de sua biografia sobre Wilson Simonal, Nem Vem que Não Tem, que está para sair. A íntegra tá no site dela.