Que brinquedo é esse?
Chama-se Tenori-on. Olha como funciona:
Chama-se Tenori-on. Olha como funciona:
Dica do Gustavo.
A banda curitibana toca hoje, de graça, no Sesc Pompéia. Boraê?
Guilherme também traz novidades: cruzei com ele depois do Instituto tocando Pink Floyd e ele disse que tá quase finalizando o segundo disco do Guizado, que deve ficar pronto lá por março. Esse ano promete!
Eis o trailer:
Rola até o “adoro quando um plano dá certo”, ahahah. Mas você sabe o que a presença de Liam Neeson quer dizer de um filme…
E por falar no Régis, nas horas vagas do Cidadão Instigado, os três elementos acima (Régis, Clayton e Ryan, que são 3/5 da banda de Fernando Catatau), atendem como The Mockers, uma banda especializada em tocar Beatles pós-66. Eles tocam quinta que vem, dia 21, no Teatro do Sesc Pompéia, no mesmo projeto em que o Instituto tocou Pink Floyd, o Toca Aí. Nesta quinta agora, dia 14, é a vez dos Forgotten Boys tocando Rolling Stones, mas acho que eu nem vou nesse…
Quem conhece o guitarrista cearense Régis Damasceno apenas como integrante do Cidadão Instigado, só sabe de uma parte da história. Régis tem uma já consolidada carreira como cantor e compositor, em que, apenas empunhando seu violão, apresenta-se como Mr. Spaceman e aventura-se por melodias tristes e canções bucólicas. Seu novo registro apareceu antes do natal e desta vez é uma parceria com a cantora carioca Julia Debasse. O disco chama-se Work for Idle Hands to Do e pode ser baixado aqui.
…é o Tony Stark! Ele pode ser excêntrico, fumar o cachimbo e morar no número 221-B da Baker Street, mas o personagem do novo filme de Guy Ritchie passa longe do Sherlock Holmes clássico. O filme é bem bom, mais por méritos do diretor e do roteiro (Jude Law também está bem bom, rejuvenescendo o pacato Watson sem tirar a identidade do personagem). E Downey Jr. também funciona, mas esse personagem não é o melhor detetive de todos os tempos antes da aparição do Batman. Aliás, quase não dá pra reconhecer o ar britânico no personagem, fora o sotaque. Cadê a austeridade? Cadê a fleuma? A sutileza? Nem tou reclamando da agilidade da história, do Sherlock correr mais em um filme do que em todos os livros do Conan Doyle juntos e nem da cena (desnecessária, mas bem resolvida) da luta livre. Mas esperava um pouquinho mais de wit e menos tiração de onda. Quem sabe, no segundo (afinal, é óbvio que o filme inaugura – mais – uma série).