Quem quer ser meu amigo?
Esse Yearbook do Friends (que eu nem gosto, acho bobalhão) eu roubei do Bruno, que voltou do outro lado do mundo blogando com vontade, num ritmo que quase chega perto do meu – cola lá.
Esse Yearbook do Friends (que eu nem gosto, acho bobalhão) eu roubei do Bruno, que voltou do outro lado do mundo blogando com vontade, num ritmo que quase chega perto do meu – cola lá.
Gravando o quarto disco.
Falando no Fred, pesquei isso lá no Vladivostok.
Botei entre aspas porque a frase é do Fred. Esse poster eu vi aqui.
E pra quem bodeia com o Doors quando lembra das pirações pseudopoéticas do velho Jim ou de jam sessions intermináveis com o teclado cafona de Ray Manzarek sempre em primeiro plano, vale lembrar que a banda também era uma fábrica de hits – músicas curtinhas, precisas, na mosca. Uma amostra rápida, pra quem não conhece:
Coisa fina.
Sou totalmente pró – acho que, mais do que heavy metal, é sempre bom desconfiar de alguém que nunca teve uma fase Jim Morrison. Doors pra mim é primeiro escalão da história do rock, a alguns centímetros dos Beatles, Dylan, Velvet e Hendrix, no mesmo patamar que Beach Boys, Clash, Who e Led. Não é pouca coisa. O documentário When You’re Strange, narrado por Johnny Depp, pode ajudar-nos a reabrir aquelas portas.