Eis o primeiro filme inspirado no livro de Lewis Carroll. Vi lá no Lombardi.
Big Star é uma das minhas bandas do coração e ler sobre a passagem de um ídolo que eu não vi ao vivo machucou o início desta manhã. Sabe tudo aquilo que escrevem sobre o Wilco? Pois: o Big Star é tudo o que o Wilco queria ser. Se você só conhece uma música deles (e você conhece), recomendo – óbvio – os três primeiros discos da banda. Se você já conhece, a dica é a caixa que saiu ano passado, cheia de versões demo dos clássicos da banda. Se você já conhece, compartilhe portanto seu luto comigo. Ao menos ele volta a ter com Chris Bell, velho parceiro que bateu as botas ainda nos anos 70.
E justo agora que um documentário vinha aí (abaixo, um programa de rádio sobre a banda que a Babee pinçou dia desses.
Hot Chip – “I Feel Better” (que clipe doido da porra)
Claudio N – “Louva Deus” (aê, Chambaril!)
Devendra Banhart – “Baby”
Sebastian Tellier – “Look” (FO-DA-ÇO)
Speed Freaks e De Leve – “Morta”
E segue o jogo…
Eis o truco dado pelo Vinícius, sua carta “mais alta”, segundo diz, mas eu acho que é blefe:
Tirei até o Javier Bardem que tava na foto (joguei no bagaço, ninguém quer carta de espada ou paus nesse jogo, só copas e ouro, bem vermelhinho). Fingindo pânico (me engana…), ele pergunta quantas cartas a mais eu tenho. Te respondo: quantas você quiser.
No próximo post vem a minha jogada do dia.
Mas tou pensando numa variação mais interessante desse jogo, que já batizei (eis a tag pra quem pediu) de T-Girls.
“Brasileira”… Normalmente não curto essas bichices, mas a letra dessa versão ficou boa (“tou vendo a CET” foi foda).
Vi na Bia.