O making of de “Kátia Flávia”
Liminha explica.
Liminha explica.
A cachorra desse cara só vem quando ele imita os Beatles falando.
“First people” no lugar de “Paralell Universe”: gênio
Não é só Lost que embica pro fim: semana passada teve a primeira parte do último capítulo da série do doutor Walter Bishop e, na realidade de lá, tudo melhorou. Realidade paralela militarizada, pesada, estátua da liberdade coberta de cobre, EUA com estados a menos, Obama no West Wing e uma máquina do fim do mundo que parece ter sido uma colaboração dos sonhos entre Jack Kirby e Moebius. Alienígenas tiraram a paranormalidade dos humanos, isso dito apenas en passant, sem vínculo direto com a história principal. Puro delírio paranóico – que mais você precisa pra uma ficção científica engatar? A segunda parte do episódio “Over There” (soa “Across the Sea”, não?), dirigida pelo mesmo Akiva Goldsman que esmerilhou na primeira, vai ao ar, nos EUA, nesta quinta. E eu acho que Fringe corre o risco de decolar de vez, com a saída de Lost do cenário.
Penúltimo! Vamo lá!
Fora que tem essa temática pro dia, dica do Aloísio.
Com Dana Carvey.
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Em uma entrevista para uma rádio irlandesa em 1980, logo depois da morte do vocalista do Joy Division.
Finalmente uma unanimidade – pelo menos entre eu e o Ronaldo. Enquanto muita gente ficou putaça com esse episódio, nós gostamos, por representar os elementos básicos de nossa série querida. Vamos teorizar um pouco sobre o fim, mas este programa é mais de contemplação e de constatação sobre o que significou Lost nestes últimos seis anos. Vamos?
Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – Comentando Lost: Across the Sea (MP3)