Frankie Ryder + Black Flag
A Frankie já tinha aparecido com a camiseta do Misfits. Tua vez, Vinícius. E sobre a entrevista… topo fazer, mas eu sugiro neste esquema das t-girls, uma pergunta por vez, hehe.
A Frankie já tinha aparecido com a camiseta do Misfits. Tua vez, Vinícius. E sobre a entrevista… topo fazer, mas eu sugiro neste esquema das t-girls, uma pergunta por vez, hehe.
Hehehe, eu tinha essa guardada. A Sierra é aquela vocalista emo que eu linkei outro dia fazendo cover de “American Boy”, lembra? Mas emo é café com leite – mando a carta certa em seguida.
Que beleza essa jogada do Vinícius. Eu tenho uma carta pra rebater essa (mas vai direto pro morto, não é carta que se preze). A que vale é a seguinte.
Continua o Encontros Estadão & Cultura, primeiro evento do jornal na livraria e cuja pauta são os temas do Link. Ontem o papo sobre política e internet rendeu bem e hoje a conversa é sobre tecnologia e negócios e o Renato Cruz, repórter do caderno de economia do jornal, media uma conversa sobre as vantagens e as dificuldade de começar a trabalhar com uma empresa de tecnologia no Brasil. Na mesa sentam-se o Romero Rodrigues do Buscapé, o criador de um dos primeiros provedores de internet do Brasil Aleksandar Mandic; Marcelo Romeiro da Rio Bravo e Gustavo Morale da Hotwords. O papo começa às 12h30 ali no auditório da unidade da Cultura no Conjunto Nacional e a entrada é gratuita.
Clica pra ler direito. Bem foda. Feito pelos caras do Squid Spot.
Nossa querida coletânea segue se espalhando por aí. A versão que Céu gravou de seu “Cangote” para a gente foi parar no programa da Patrícia Palumbo (que além de passar na Eldorado aqui em São Paulo também é retransmitido em Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e no litoral paulista) e saiu em uma matéria no Segundo Caderno do Globo (não achei o link pra lá, depois eu ponho). O Léo, que fez a matéria, falou com outras iniciativas de juntar novos artistas em coletâneas online e conversou comigo e com o Bruno sobre o nosso disco.
Por que fazer um projeto como OViolão? E por que só voz e violão?
BN: Não tinha muita pretensão, era mais pra juntar num mesmo projeto artistas independentes que fazem parte do dia-a-dia das notícias dos nossos blogues. A idéia do voz e violão é o batido “valorizar a composição”. Alguns desses artistas tem trabalhos experimentias, o que as vezes dificulta o entendimento por um público menos paciente.
AM: Queríamos também registrar essa geração como tal – não é um “movimento” ou uma “cena”, mas uma safra de compositores que nasceram na mesma época, aprenderam a gostar de música de um jeito parecido e teve que aprender como lidar com a música pós-MP3. A própria natureza do projeto – das gravações informais ao fato de ter sido lançado em dois blogs, sem dinheiro envolvido – acaba abordando esse ponto também.
Qual a importância (documental, cultural) de um projeto desse tipo?
BN: Apresentar esses artistas de uma maneira mais intimista, o que raramente eles fazem, é interessante.
AM: E mostrar que não importa se um é DJ, o outro é do rock ou da MPB. É tudo música.
Há o desejo de lançá-la fisicamente?
BN: A coletânea não foi feita com essa intenção, sequer foi masterizada apropriadamente. Poderia ser legal até, porém acho que o público de um projeto desses é forte online mesmo.
AM: O apelo é imediatista, é quase uma polaróide, enquanto registro…
Quantas composições são inéditas, quantas são novas versões?
BN: Todas são versões inéditas de músicas já compostas e gravadas com outros arranjos.
Vocês se inspiraram em outras iniciativas do tipo? Aliás, quais são as outras iniciativas do tipo (gringas e daqui)?
BN: Esse formato acústico não é exatamente uma novidade, mas também não tivemos essa preocupação. Foi mais pela curtição mesmo, pra ver no que dava. Uma iniciativa parecida, só que em vídeo, muito bacana são os “Les Concerts A Emporte”, do blogue francês La Blogoteque (www.blogotheque.net). Tem também o Música de Bolso, de São Paulo e o Pitchfork promove algumas coisas inéditas em vídeo.
AM: Estamos testando esses formatos não como uma gravadora ou um selo, mas como jornalistas mesmo. Jornalistas podem lançar discos? Outro dia o New York Times botou o disco do National inteiro pra ser ouvido no site do jornal – não era widget de gravadora nem embed do MySpace, tava hospedado no jornal. Tá tudo mudando, né? Não dá pra ficar parado, esperando o que vai acontecer…
Que critérios vocês usaram para escolher os artistas?
BN: Gosto pessoal e relevância artística em sua geração.
AM: E a amizade. Somos amigos de quase todos os envolvidos – um abraço a eles, aliás.
Conversamos sobre a proximidade que há entre esse tipo de projeto (canções lançadas sozinhas, sem um álbum a uni-las) e os antigos compactos. Mas a lógica não é exatamente a mesma, não? Que diferenças e semelhanças você vê entre um projeto como OViolão e, os singles atuais e os velhos compactos de vinil?
BN: No caso do OViolão, apesar de todos os artistas terem contribuído com músicas avulsas, todos obedeceram o mesmo critério, de experimentar e brincar com arranjos mais crus para suas canções.
AM: Acho que também nenhuma música se propõe “single” no sentido “música de trabalho”. São músicas que cairiam bem no meio do disco, numa roda de violão, no meio do show.
A Kátia entrevistou o Camelo para a Trip deste mês e ele confirmou:
O cara tá virando um Hurtmold, hein…
De que você sente mais falta do Rio?
Do Rio [risos]. Sinto falta da praia, do sol, da umidade, dos amigos, e do BB Lanches. Em Copacabana dá pra ir ao boteco às três e meia da manhã. “Fala aí, João, beleza? Como é que tá o PF?” “Pô, hoje tá meio ruim, cara. Mas o feijão tá legal.” Copacabana é um bairro da tolerância. Um dia estava botando unha de porcelana no salão, todo barbudão, aí entra uma menina assim com um garotão francês…Espera aí! Você disse que estava colocando unha de porcelana?
É que eu roo muito a unha e precisava deixar ela crescer. É melhor que tomar Opinol. Já tentei pimenta, mas dá uma viciadinha.Agora você está sem unhas postiças.
Na turnê do Sou eu não podia roer a unha porque tocava muito violão. Quando acabou, eu roí de propósito pra evitar o violão porque queria um disco de guitarra, que é esse novo.Ele é mais pesado?
A ideia é que seja mais pulsante.Você parece muito feliz, radiante.
Eu sempre fui.Na época do Sou, seu primeiro CD pós-Los Hermanos, você também estava?
É, na época do Sou eu tava um pouco mais introspectivo, isolado em um apartamento silencioso no Alto Leblon para compor.Com qual frequência você fala com o pessoal do Los Hermanos?
De vez em quando. Vamos fazer dois shows no segundo semestre, dois shows fechados. Um em Recife e um em Salvador. E eu tô adorando. Pô, sinto mó saudade deles, outro dia fiquei vendo uns vídeos nossos em casa.Sente falta dos amigos ou da banda?
Dos amigos, das músicas que a gente fez, de fazer música junto, do nosso repertório, da nossa relação pessoal, da nossa viagem, da equipe que a gente formou. Eu tenho saudade de quem eu sou quando estou com eles.Quão perto vocês estão de uma volta?
Sinto que só deveríamos voltar pra fazer um disco novo, com repertório novo, pra não ficar nessa coisa de só tocar coisas velhas. Mas por enquanto cada um está com seu trabalho solo, criando coisas novas. O Rodrigo tem uma frase interessante que é: “Tempo a gente tem o quanto a gente dá”. Estamos dando um tempo para outras coisas.Vocês se falam sobre os trabalhos individuais?
Eu toquei com o Barba no Canastra, mas ainda não vi o Bruno na Adriana Calcanhoto. Mas acompanho o blog dele. Com o ruivo [Rodrigo Amarante] falo mais, sou o maior fanzão do Little Joy. Fui ao show no Circo Voador e tudo.
Calma, não é isso que você está pensando: é só uma ação publicitária desenvolvida pela produtora inglesa Cake para trazer para fora do papel a icônica capa do melhor disco do Pink Floyd pós-Syd Barrett (mas tem o Meddle o Obscured by Clouds no meio… Ah, Pink Floyd…). Abaixo segue como os caras fizeram o prisma funcionar de verdade fora do espaço preto bolado pelo estúdio de design Hypgnosis.
Dali perde.