Camilo conseguiu capturar um exemplar desta espécie, um mashup ainda selvagem, correndo solto, livre e feliz pela pradaria da molambagem brasileira, o YouTube.
Temo o que pode acontecer quando este bicho for domado, maquiado, penteado, bem vestido, bem apessado, desbanguelado e virar “pessoa humana incrível” no Faustão. Pobre Brasil.
E ainda no espírito da molambagem, o mashup proposto pela Lia Lessa – a inacreditável “Rebolation” como trilha sonora para o conceito brasileiro de anti-arte – é um imenso ponto de interrogação querendo virar exclamação. Nem o Oiticica sabe o que faz no túmulo, se gira ou se rebola.
Ao ver as imagens do vulcão islandês, o diretor americano Sean Stiegemeier não teve dúvida: foi pra lá. E fez o vídeo acima, mostrando a chaminé interminável em alta exposição, dando movimento às imagens sem graça que apareceram nas notícias.
Jeza segue fazendo escola dois mil anos depois. Rafa que mandou essa.
E hoje encerro a rodada de discussões do Link ali na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Depois do debate sobre política mediado pelo Doria e do de economia conduzido pelo Cruz, é a minha vez de intermediar um papo sobre mercado editorial, literatura, dispositivos de leitura eletrônica e o papel do livro em tempos digitais, que inevitavelmente descambará para novos hábitos de comportamento, consumo e produção criativa no século 21. A conversa será realizada entre o Flávio Moura, diretor da Flip, e o Samuel Titan, do Instituto Moreira Salles e começa pontualmente às 12h30. A entrada é gratuita.