Winona Ryder + Winona Ryder
Minha carta é mais uma das autorreferenciais – esta, um clássico. Vai, Vinícius.
Minha carta é mais uma das autorreferenciais – esta, um clássico. Vai, Vinícius.
Boa cartada do Vinícius, embora Sting deponha contra. Mas Cléo é mais. Vamos à minha.
No meio da mixtape do Major Lazer que eu postei antes tinha esse mashup que o Lobsterdust fez com a base de “Cash Flow”, do próprio Major, com o vocal de Rivers Cuomo tirado de “Say It Ain’t So” – e ainda tem a participação do Lionel Ritchie, cantando “Hello”, no final. Ficou fodaça.
Lobsterdust – “Say It Ain’t Flow“
Rapaz, isso vai ser imperdível…
Não sei com quem que eu estava conversando sobre isso, mas no meio de um papo sobre Copa do Mundo na África do Sul surgiu um breve delírio de que se a gente tá achando demais todo essa onda de vuvuzela, não é bom nem antevir o que pode acontecer na Copa no Brasil, daqui a quatro anos. Uma coisa é fato: os brasileiros vão fazer qualquer coisa que vai deixar a corneta sul-africana parecendo sofisticada, acredite.
Aproveitei o post também para relançar o CAIPIRITO, clássico mascote bolado pelo Arnaldo – que revi no finde carioca passado, grande compadre.
Ah, Pacific…
E se todo indie hoje em dia tem um pé na África (não por causa da Copa, mas pelo revival de world music puxado por uma turma tão grande que inclui Vampire Weekend, Animal Collective e Beach House no mesmo balaiao), tudo indica que os tambores brasileiros despontarão no horizonte da próxima fase. Natural: depois que Peter Gabriel e Paul Simon foram pra África, Sting veio dar no Brasil – alguns de vocês são muito novos, nem devem lembrar disso direito (Sting, Nothing Like the Sun, Mané Garrincha, Brasília, 1987, meu primeiro show internacional – foi chataço). Olha no vídeo acima o que aconteceu com “Always Like This” do Bombay Bicycle Club durante o Glastonbury do fim de semana. E, no vídeo abaixo, você ouve a versão original.
Afinal, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 vêm aí.
“Brown Sugar” versão stoner. Vi na Babee.