Arnaldo postou essa foto dele em 1988 como isca para as meninas irem no lançamento do Mundinho Animal no Rio, na Cucaracha, “O” programa de sexta-feira na querida ex-capital.
Faltam só 22 dias! Esses cinco dias de recesso foram um bom ensaio…
E essa tira do XKCD resume tudo que eu quero fazer nestas férias – e pro resto da vida.
Só não entendi do que que é esse viral… Do Autotune?
Ela – É incrível como uma mulher muda com a vida.
Eu – Então?
Ela – Quando eu era novinha sentia-me muito mais atraída pelos rapazes que não gostavam de mim do que pelos que demonstravam interesse.
Eu – Era?
Ela – Sim…
Eu – Ok…
Ela – Agora, a única coisa que me interessa num homem é que ele goste de mim.
Do Não Compreendo as Mulheres. Deixa de onda – é fácil entender.
A arte de perder não é nenhum mistério;
tantas coisas contêm em si o acidente
de perdê-las, que perder não é nada sério.Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero,
a chave perdida, a hora gasta bestamente.
A arte de perder não é nenhum mistério.Depois perca mais rápido, com mais critério:
lugares, nomes, a escala subseqüente
da viagem não feita. Nada disso é sério.Perdi o relógio de mamãe. Ah! E nem quero
lembrar a perda de três casas excelentes.
A arte de perder não é nenhum mistério.Perdi duas cidades lindas. E um império
que era meu, dois rios, e mais um continente.
tenho saudade deles. Mas não é nada sério.— Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo
que eu amo) não muda nada. Pois é evidente
que a arte de perder não chega a ser mistério
por muito que pareça (Escreve!) muito sério.
Encerro essa minitrip com a tradução que surge no link “Traduções“, do site do Paulo – Uma Arte, de Elizabeth Bishop, parece ter sido posta como uma homenagem ao ato de traduzir, a tal labuta quieta. E, nesse sentido, o currículo do poeta como tradutor é invejáve: quase todos meus autores favoritos (Pynchon, Auster, Roth, DeLilo), Anthony Burguess, John Updike, Douglas Adams, Edmund Wilson, Raymond Chandler, Patricia Highsmith, William Faulkner, um bando de beats e até o Tarantula da Brasiliense. Nada mal mesmo.
Esse “erros de gravação” já pode ser considerado um clássico, não?