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Megan Fox + Voltron

Essa chegou ontem por duas vias diferentes, agradeço de cara às colaborações. Primeiro o Leonardo passou a versão menor acima, por email. Depois o Fred – torcedor do jogo que basicamente fica pilhando nos comentários, foto a foto – finalmente resolveu ajudar e mandou essa versão abaixo num comentário:

Vamos lá molecada, joguem as próximas – essa, admitam, foi minha (risada de vilão).

Mas alguém avisa lá o Smashing Pumpkins

Porque esse papo que eu falei é sério: os caras tocaram “Disarm” seis vezes nesse ano e “1979” só duas vezes, que é o mesmo tanto de vezes que tocaram “Tristessa”, a única música do Gish que tocaram em todo ano de 2010! Enquanto isso, músicas de discos medonhos como Adore e Zeitgeist aparecem bem alto no ranking das músicas tocadas ao vivo pela banda, segundo a rede social Setlists.fm. Se a banda insistir nesse repertório recente – e desconhecido da maioria do público brasileiro – vai assistir uma debandada em massa durante o show. Se bem que isso até é bom: se eles dividissem o horário com o Pavement, que pode fechar o segundo palco, dá pra organizar esvaziar naturalmente o palco principal enquanto quem quiser ver um show legal encosta no show do Pavement. E sabendo do nada fácil temperamento de Corgan, duvido que ele admita só tocar hits do passado (mesmo que os atuais sequer sejam hits).

Não dá pra comparar, olha como era antes…

…e como ficou depois:

É duro admitir, mas…

Pavement x Smashing Pumpkins

Out on tour with the Smashing Pumpkins
Nature kids, i, they don’t have no function
I don’t understand what they mean
And i could really give a FUCK.

E o Terra 2010 revive o clássico embate dos anos 90 entre Pavement e Smashing Pumpkins, quando o primeiro citou o segundo na letra de “Range Life” citada acima. Stephen Malkmus, vocalista do Pavement e autor da letra, disse que só citou a banda como se fosse um velho falando de uma banda nova de rock, que não tinha intenção de brigar com a banda de Billy Corgan, mas Corgan não gostou da brincadeira e até ameaçou abandonar um Lollapalooza (o de 94, acho, quando eles eram o principal nome do festival e, acreditem, “o novo Nirvana”) caso o Pavement fosse escolhido para tocar no evento. Numa entrevista ao OregonLive há dois anos, Malkmus comentou o caso, que parece aporrinhar Billy Corgan até hoje:

I read that Billy Corgan is still ticked off that you dissed him 13 years ago with “Range Life.”
It was a tribute to their (Smashing Pumpkins) relevance at that time. It was like reading the headlines. I don’t think he should be that upset. It’s a backhanded compliment. They were significant. They made some good songs in their time.

Mas, fora essas bobagens, os Pumpkins têm uma chance de fazer um show fodaço caso assuma que é praticamente um show revival e que os fãs não querem ouvir as músicas novas. Porque se eles tocarem só as boas, vai ser fodaço também…

Mais Anna Scouten

Ok, mais alguns minutos com a canadense que faz covers indies olhando pra webcam.


“Lovin’s For Fools” – Sarah Siskind


“I Don’t Know” – Lisa Hannigan


“Not Fire, Not Ice” – Ben Harper


“Lua” – Bright Eyes


“Between the Bars” – Elliot Smith


“The Park” – Feist

É tudo tão certinho, tudo tão bem feito e escolhido (olha esse Warhol atrás dela no vídeo da Feist!), que às vezes parece uma versão indie pro LonelyGirl15.