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Marina Santa Helena + Predador x Alien 2

Quantos nichos… Marina hoje é da MTV, mas, na real, é cria da internet. Namorada do Ian (ao fundo na foto), um dos pais do Epic Shit, ao lado do Louback, que tirou e me enviou a foto. Fora que ela não está vestindo a camiseta. Ou será que a camiseta é parte de um viral do lançamento do filme no Brasil? A foto é posada? Foi feita para virar uma t-girl de propósito? A modelo sabe que a foto foi divulgada? E o namorado da modelo? Dúvidas, dúvidas…

E assim me despeço deste jogo, por enquanto. O Trabalho Sujo entra de férias a partir desta sexta e só retomo os trabalhos em outubro. Fica a critério dos outros jogadores me esperar ou continuar o jogo sem minhas cartas, levando em contas as férias. Prefiro a segunda opção, para o jogo não depender de mim.

Machete, por Annix

Ela viu, não se conteve e eu pedi o texto, aproveitando seu entusiasmo. Annix, lá do velho continente, conta seu êxtase a assistir o novo filme do Robert Rodriguez, só pra quem lê o Trabalho Sujo. Que emoção:

Saí da sessão de Machete com a impressão de ter visto um novo clássico, daqueles que você precisa assistir de novo porque é difícil decidir qual a sua cena favorita.

E grande parte disso se deve ao elenco. De alguma forma, Rodriguez conseguiu fazer com que Robert De Niro, Steven Seagal, Don Johnson, Jeff Fahey, Jessica Alba, Lindsay Lohan, Cheech Marin e Michelle Rodriguez dessem o melhor do pior de si em papeis improváveis, com interpretações melodramáticas. E fica evidente como todos se divertiram.

Especialmente o canastrão-mestre Seagal, que ficou de fora do Buena Vista Social Club do Stallone. Mas algo me diz que ele levou a melhor, encarnando o mexicano menos mexicano já visto no cinema. Como nêmesis do renegado Machete, acaba virando um contraponto engraçado em relação ao herói sério, letal e silencioso de Danny Trejo.

E não se levar a sério é o golpe de mestre do filme. Afinal, nascido de um trailer falso feito para outro projeto, Machete tem a liberdade de ser excessivo, absurdo, cômico, sentimental, sanguinolento e empolgante, tudo ao mesmo tempo. Um filme B que não existia passou a ser uma compilação de tudo que o gênero tem de melhor: um justiceiro solitário em busca de vingança, vilões que são maus mesmo, gostosas empunhando metralhadoras, armas pesadas em abundância, explosões, carros e roupas de couro – tudo isso transportado para a fronteira com o México, onde os personagens comem tacos, bebem tequila, os homens usam bigodes e as gatas passam boa parte do tempo com pouca ou nenhuma roupa. É o clichê do clichê, mas tão bem empregado que se torna surpreendente.

E bom.

Danny Trejo pode agradecer a Robert Rodriguez pelo papel de sua vida. E pensando bem, a gente também.