Aos poucos retomando as atividades…
Kid Cudi – “Marijuana”
Dr. Lonnie Smith – “Mixed Bizness”
Norma Bengell – “Hô-Bá-Lá-Lá”
Rubinho Jacobina & a Força Bruta – “Toc Toc”
Lulina – “Jerry Lewis”
Pacific – “Hot Lips”
Yuksek + Chromeo – “So Down”
Breakbot + Irfane – “Baby I’m Yours”
Terry Poison – “Comme Ci Comme Ça (Twelves Remix)”
Crystal Castles + Robert Smith – “Not in Love”
Cee-lo Green – “Bright Lights Bigger City”
Spoon – “The Mystery Zone”
Of Montreal – “Rapture Rapes the Muses”
Jamie Lidell – “Enough is Enough”
Hot Chip – “Take it In”
3 Na Massa + Nina Becker – “O Objeto”
Voltei da Nova Zelândia. Segunda eu conto mais.
• O fim não justifica os meios • Falta de consenso sobre o que é privado leva a ruídos • Um passo para a lei • Como zerar seu smartphone • Colhidas a dedo • Todos no Vale do Silício a serviço do Facebook • iPad com teclado • Lion incorpora traços do OS móvel • Notas – Facebook, GTA, Fifa, protestos na França… • Vida Digital: Steven Johnson •
E a minha coluna de domingo no Caderno 2 foi sobre funk carioca e Grand Theft Auto.
Justiça global
Um funk carioca no GTA
No início da semana passada, a 3ª Vara Cível de Barueri, em São Paulo, decidiu que as vendas da versão de um dos games mais populares do mundo, o polêmico Grand Theft Auto (GTA), deveriam ser suspensas em todo o planeta. A decisão foi tomada após a acusação de que uma música usada como trilha sonora da expansão Episodes from Sin City, o funk carioca Bota o Dedinho pro Alto, não tinha autorização para ser usada no jogo.
A desenvolvedora do jogo, a nova-iorquina Rockstar, já se manifestou dizendo que ainda não foi notificada sobre o ocorrido, mas que assim que isso aconteçer, irá recorrer. A empresa diz que obteve a autorização para usar a música, mas a assinatura no contrato de cessão de direitos autorais não bate com a de seu autor, que recorreu à Justiça para suspender a comercialização do jogo, bem como para exigir uma indenização financeira.
O episódio ilustra bem como ainda estamos na infância de um mundo inteiramente conectado, graças à internet. Anos atrás, dificilmente um jogo global incluiria uma música brasileira que não fosse licenciada por uma gravadora multinacional. Mas, graças à rede, os criadores do jogo não apenas puderam conhecer o funk carioca como pedir a autorização para seu uso. Da mesma forma, a suspensão de um produto de alcance global a pedido da justiça de um país que não fosse seu produtor – ainda mais de um game – seria apenas risível.
Não mais. As duas situações – o funk carioca em um videogame e a decisão judicial brasileira – fazem parte de um novo cenário mundial que desrespeita fronteiras geográficas por definição. E, com isso, legislações nacionais vão ficando obsoletas, ultrapassadas ou conflitantes. Resta saber se chegaremos a um consenso – e se este consenso será uma constituição planetária. Mas, por enquanto, isto é apenas especulação.
Bilu!
O alienígena da voz fininha
Uma reportagem feita com um suposto alienígena no interior de Minas Gerais tornou-se uma das sensações da internet brasileira. Com uma vozinha ridícula em português, o “ET”, autodenominado “Bilu” (sério) é questionado se tem alguma mensagem para nós. Sua resposta já pode ser considerada um clássico de 2010: “Apenas que… busquem conhecimento”.
É isso aí… Já volto!
Generationals – “Trust”
Cérebro Eletrônico – “Cama”
Javiera Mena – “Aca Entera”
Darwin Deez – “Up in the Clouds”
N*E*R*D – “Nothing on You”
Yelle – “La Musique”
Knocks – “Dancing with the DJ”
Playgroup – “Front 2 Back”
First Aid Kit – “When I Grow Up”
Cee-lo Green – “Old Fashioned”
Fujiya & Miyagi – “Collarbone”
New Order – “Ceremony”
Paul McCartney & Wings – “Wild Life”
Brian Eno – “St. Elmo’s Fire”
Secos e Molhados – “Assim e Assado”
Pink Floyd – “Vegetable Man”
Não que fosse inesperado… Resta saber o que vai rolar além desse show. Alguém sabe?
Não pergunte.
Mais Apples in Stereo?
Mais Apples in Stereo!