Jessica Stam + Metallica
E a carta do Vinícius foi a melhor jogada desta rodada. Só que a minha vem em seguida…
E a carta do Vinícius foi a melhor jogada desta rodada. Só que a minha vem em seguida…
A carta do Tomás teoricamente é um zap, mas a cara da Mary Louise não tá nos seus melhores dias…
De volta ao belo jogo: desconheço essa tal Katharine que o Carlão botou na mesa, mas achei a carta fraca (ela é bonitinha, mas smiley…?). A próxima é do Tomás.
Vi aqui.
Esperta, ela vem com o verão. Chega mais, Mallu.
Quem dera que fosse comigo – isso é só um aperitivo do blog do Gonçalo Junior, que eu nem sabia que estava online:
Eu estava na fila do aeroporto em Lisboa, em 1998. Era por volta das 7h da manhã, depois de atravessar o Atlântico, vindo de São Paulo. Esperava pacientemente na fila do passaporte onde passariam quem não era português ou não tinha o visto da Comunidade Europeia. De repente, vejo alguém familiar na minha frente. Muito familiar mesmo. Duas coisas me chamaram a atenção de imediato: a unha enorme do dedo polegar e a bota com um extenso bico metálico. Pensei: “É Bob Dylan”. Mas não tinha certeza.
O sujeito, então, foi para a outra fila, bem menor, a tal que recebia portugueses e europeus com passe especial. Notei que na continuação da minha fila estavam alguns músicos – pelos instrumentos que levavam. Perguntei a um deles em inglês se o cara que havia mudado de fila era o velho Bob, trilha sonora de minha vida inteira.
O magrelo de chapéu e mal humorado resmungou algo negativamente que não entendi. Fingi-me de cego e colei atrás do suposto Bob. Ao ver que um casal de portugueses conversava atrás de mim, perguntei se havia algum show programado de Bob Dylan em Lisboa naqueles dias. Os dois disseram que sim, no dia seguinte.
Não pensei duas vezes: peguei o livro que estava lendo sobre ditaduras em Portugal, saquei uma caneta e disse: “Mr. Dylan, please?” E ele gentilmente me deu um autógrafo. Na saída, ele esperava os músicos e me deu um tchauzinho. Infelizmente, não consegui comprar ingresso para o show. Não achei o livro com o autógrafo, fico devendo aqui.
Achaê, Gonçalo!
Aí o cara flagra o maluco no telão, que se empolga no Bon Jovi e atiça a torcida no ginásio.
Vale ver em melhor definição.
Vi lá no Papel de Homem, de onde também pinço um comentário bem apropriado:
Reparem no gordão de azul que empurra e faz cara feia desprezando o Jeremy, mesmo com todos os outros batendo palma. Ele é a perfeita metáfora social da rejeição. Gordões de azul como esse infestam nossos pesadelos imaginários.
Em não sou desses que têm pesadelos (inda mais imaginários), mas sei bem quem são esses gordões de azul…